SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Na Av. Faria Lima, motorista e pedestre vão no mesmo passo

É o que revela ranking da CET sobre a velocidade média alcançada pelo tráfego em horários de pico na Av. Faria Lima, na zona sul da capital

O relatório “Volumes e Velocidades” da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) traz um ranking com a velocidade média e quanto tempo o motorista fica parado em cada uma das 28 rotas pesquisadas na cidade. E quem tem pior desempenho nos dois quesitos é o corredor formado pelas Avenidas Brigadeiro Faria Lima e Hélio Pellegrino, no Itaim-Bibi, zona sul da capital paulista.

Ali, um veículo desenvolve uma velocidade média de 6,8 km/h no horário de pico da tarde. Uma pessoa caminha a uma velocidade média de quase isso, 5 km/h. Uma das explicações é que quem se dispõe a percorrer os cerca de 7 km do corredor passa 53% do tempo parado, seja por causa dos semáforos, seja por causa do congestionamento, segundo dados do relatório.

“Eu comecei a entrar mais tarde no dia do rodízio. Mas, agora, mudei meu horário de vez. Chego mais tarde e só saio depois das 19h30, senão não dá”, diz o analista de informática Miguel Russo, de 31 anos, que trabalha perto do Shopping Iguatemi, na Avenida Brigadeiro Faria Lima.

Outras alternativas são buscadas por quem trabalha ali. Não é nada raro ver na via engravatados circulando com bicicletas elétricas pela ciclovia do canteiro central. “Aqui precisava ter metrô”, afirma a vendedora Fernanda Borges, de 26 anos.

Os dados mostram, no entanto, que nem os trens circulando sob o solo são garantia de melhoria no trânsito. Em segundo lugar no ranking das piores velocidades, está o binário formado pelas Ruas Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio, com 9,2 km/h de velocidade média no horário de pico da tarde.

Ali há toda a infraestrutura possível: faixas exclusivas para ônibus, ciclovia (na vizinha Artur de Azevedo) e a Linha 4-Amarela do Metrô passando por baixo. “Os dados servem para mostrar que temos de buscar cada vez mais alternativas”, diz o diretor de Operações da CET, Tadeu Leite Duarte.

Duarte afirma que a classificação da ruas não serve muito bem para comparar o desempenho de uma rota com ela mesma nos anos anteriores. “É para termos um diagnóstico da cidade toda”, afirma. “Ao longo dos anos, vamos trocando as ruas que estudamos.” Para ele, o destaque é que “o aumento da velocidade média na cidade foi feito ao mesmo tempo em que se reduziram os acidentes”.

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