SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Edital que passa 2 linhas do Metrô de SP à iniciativa privada será publicado na quinta

Objetivo é passar para empresas a operação das linhas 5-Lilás e 17-Ouro. Consórcio vencedor deve passar a administrar as duas a partir do primeiro semestre de 2017.

edital para a concessão das linhas 5-Lilás e 17-Ouro do Metrô de São Paulo para a iniciativa privada será publicado na quinta-feira (1º) no Diário Oficial do estado, informou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) nesta quarta (30).
A consulta pública do edital vai até 20 de dezembro. É nesta fase que os interessados poderão consultar detalhes do projeto.
As linhas estão situadas na Zona Sul da capital paulista e vão compreender 27,5 km de trilhos e 25 estações quando concluídas. A 5-Lilás já opera com sete estações (entre Capão Redondo e Adolfo Pinheiro) e está sendo expandida até a Estação Chácara Klabin.

Já a linha 17-Ouro, que chegou a ser prometida para 2014, deve ficar pronta apenas no início de 2019 e vai ligar, em formato de monotrilho, o Aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros.

Em 25 de agosto, o secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que a previsão é que o consórcio vencedor passe a operar as linhas a partir do primeiro semestre de 2017.

O modelo da concessão será o de outorga fixa de entrada. Ou seja, o consórcio pagará um valor para assumir a operação das linhas, e o governo do estado, por sua vez, fará uma remuneração por passageiro transportado.

Com isso, o modelo de operação por meio da iniciativa privada cresce nos transportes metropolitanos de São Paulo. A Linha 4-Amarela já é administrada por uma um consórcio de empresas. A intenção do governo de São Paulo é ainda conceder à iniciativa privada a operação de linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

G1

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