Status das Linhas de Transporte
SITUAÇÕES DAS LINHAS
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
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13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
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9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Azul
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2 Linha 2-Verde
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Prata
Operando
6 Linha 6-Laranja
Horário: Em Construção
Laranja
Em Construção
17 Linha 17-Ouro
Horário: Em Construção
Ouro
Em Construção
AG Aeromovel GRU
Horário: Em Construção
Aeromovel GRU
Em Construção
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
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Projeto Estação propõe novo olhar sobre a Estrada de Ferro Vitória a Minas até 2028


 Uma das ferrovias mais emblemáticas do Sudeste brasileiro está sendo reinterpretada a partir do olhar de quem vive ao seu redor. Até 2028, moradores de Minas Gerais e do Espírito Santo participam de uma iniciativa cultural que utiliza fotografia e audiovisual para revisitar histórias, paisagens e memórias ligadas à Estrada de Ferro Vitória a Minas, que percorre mais de 900 quilômetros entre os dois estados.

Batizada de Projeto Estação, a ação aposta na arte como ferramenta de preservação da memória ferroviária e de valorização das comunidades situadas ao longo do traçado. A proposta envolve diretamente moradores de cerca de 30 localidades, transformando experiências cotidianas em registros visuais que conectam passado, presente e identidade territorial.

Realizado pela HORUS Planejamento e Gestão, o projeto conta com apoio da Vale e da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Em seu primeiro ano, a iniciativa mobilizou jovens entre 16 e 25 anos, que passaram a registrar suas cidades, personagens locais e elementos da paisagem ferroviária usando apenas câmeras de smartphones.

O trabalho desenvolvido em Minas Gerais percorreu cidades como Belo Horizonte, Itabira, João Monlevade, Nova Era, Barão de Cocais e Rio Piracicaba, além de dezenas de outros pontos ao longo da ferrovia. Como resultado, o Projeto Estação já reúne centenas de imagens e instalações artísticas espalhadas por escolas, praças, muros e antigas estruturas ferroviárias, transformando espaços urbanos em galerias a céu aberto.

Mais do que documentar a ferrovia como infraestrutura, a proposta busca revelar o que existe ao seu redor: histórias de vida, afetos e vínculos construídos ao longo de décadas. Personagens anônimos, ex-ferroviários e moradores que cresceram à sombra dos trilhos ganham protagonismo, reforçando a ferrovia como elemento vivo da cultura regional.

Para o idealizador e coordenador geral do projeto, Preto Filho, a iniciativa cria uma rede de trocas entre arte, território e juventude. O objetivo para os próximos anos é ampliar o alcance da ação e democratizar o acesso à fotografia e ao audiovisual, fortalecendo a relação das comunidades com sua própria história.

Do ponto de vista institucional, a iniciativa também dialoga com a preservação do patrimônio ferroviário. Para o diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, projetos como esse ajudam a enxergar a ferrovia para além da engenharia, destacando seu papel social e cultural nos territórios que atravessa.

O Projeto Estação também se destaca pelo perfil diverso dos participantes. Entre os inscritos, mulheres e pessoas negras formam a maioria, evidenciando o papel da cultura como ferramenta de inclusão e acesso. Ao todo, dezenas de jovens passaram por formações teóricas e práticas, resultando em produções fotográficas, obras audiovisuais e exposições físicas e digitais.

Em Belo Horizonte, parte do acervo integrou uma mostra realizada no Espaço Cultural da Escola de Design da Universidade Estadual de Minas Gerais, dentro do Circuito Liberdade. Paralelamente, o lançamento de uma galeria virtual ampliou o acesso às obras, permitindo que o público acompanhe o projeto independentemente da localização.

Até 2028, a proposta é seguir expandindo o percurso artístico ao longo da ferrovia Vitória-Minas, alcançando novas comunidades e registrando, pelas lentes de quem vive o cotidiano dos trilhos, as histórias que continuam moldando a paisagem e a identidade de mineiros e capixabas.

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