SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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80 novos vagões para linhas da CPTM estão ao relento

Enquanto passageiros da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), empresa do governo Geraldo Alckmin (PSDB), enfrentam superlotação, atrasos e falhas constantes, a 109 km de São Paulo, vagões novos, pintados com o símbolo da companhia, tomam sol e chuva em pátios.

São cerca de 80 vagões (o equivalente a dez trens inteiros).

Eles estão espalhados pelo terreno e galpão da espanhola CAF, a fabricante, na cidade de Hortolândia.

A coreana Hyundai também é fornecedora dos trens.

O contrato com as duas empresas, de quase R$ 2 bilhões, foi assinado há quatro anos.

Mas, de um lote de 65 trens, apenas 18 estão em uso.

Todos eles deveriam já estar rodando desde 2016 nas linhas 7-rubi (que liga a capital a Jundiaí e transporta 450 mil passageiros por dia) e 11-coral (que corta a zona leste e segue até Mogi das Cruzes, com um total de 724 mil passageiros diários).

Resposta

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) diz que a demora pela entrega dos trens se deve às fornecedoras do contrato.

Já a CAF não se manifestou sobre o caso e a Hyundai diz que está trabalhando para entregar os trens.

Para o governo, que prometeu os trens para 2016, as duas empresas contratadas encontraram dificuldades.

"A CAF, infelizmente, tinha como prazo colocar o primeiro trem em operação em três meses, mas ela demorou 13 meses. A Hyundai é um problema maior ainda, pois ela se associou à Iesa, que quebrou", disse Clodoaldo Pelissioni, secretário dos Transportes Metropolitanos.

Segundo ele, os testes nos trilhos são importantes para identificar falhas não verificáveis pela CPTM na fábrica.

A Hyundai diz acreditar que se a estrutura para testes fosse ampliada, seria possível a liberação de mais trens.

A empresa diz ainda ter investido sozinha R$ 100 milhões na fábrica no Brasil.



http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/2017/09/1920755-80-novos-vagoes-para-linhas-da-cptm-estao-ao-relento.shtml

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