SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Expresso ABC é integrado ao projeto de trem intercidades

O governo do Estado decidiu colocar o projeto do Expresso ABC dentro da proposta de implementação do trem intercidades, que ligará municípios do Interior à Baixada Santista com rota traçada no Grande ABC. O Expresso ABC seria linha paralela entre Mauá e a Capital, com menos estações.

 

No início da semana, a gestão estadual decidiu arquivar a MIP (Manifestação de Interesse Privado) aberta para construção do Expresso ABC justamente para alocar essa discussão dentro do debate maior de Mobilidade Urbana. A linha fará trajeto da região para Santos, em modal distinto da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

 

Segundo Kátia Bertocco, subsecretária de parcerias e inovações do governo do Estado – órgão vinculado à Secretaria de Governo –, setor privado já debate a instalação de trem intercidades. A programação é ter estação central na Luz com quatro destinos finais: Santos (e essa integrar o Grande ABC), Sorocaba, Campinas ou Americana e São José dos Campos.

 

“Esse é um projeto mais estudado, mais adiantado, com estudos técnicos em andamento, para sabermos, por exemplo, o perfil dos usuários. Temos até conversa com o governo federal, porque a ideia é utilizar áreas pertencentes à União para isso. O trecho que iria ao Grande ABC concorria com esse. Por isso decidimos arquivar e pensar em trechos maiores de Mobilidade Urbana”, justificou Kátia. As empresas que tocam a costura do trem intercidades são o consórcio Estação da Luz Participações e o banco BTG Pactual.

 

Não há previsão para que o trem intercidades tenha avanço dentro da administração estadual nem custo estimado. Só tem a certeza que, se a ideia sair do papel, será constituída por meio de PPP (Parceria Público-Privada).

 

No início da semana, o governo do Estado arquivou 32 estudos de parceria com área privada. Alguns por coincidência de propostas, outros por falhas no planejamento por parte de empresas interessadas e também por problemas jurídicos. “Não tinha dinheiro alocado em nenhuma dessas MIPs, então não haverá prejuízo (aos cofres públicos). O que existia era proposta do setor privado sem a garantia de execução”, ponderou Kátia.

 

Segundo a gestão estadual, o objetivo é focar em propostas com melhor viabilidade e também centralizar os projetos em sistema informatizado que poderá ter acompanhamento do cidadão. “Havia propostas muito antigas (de 2005), tínhamos de atualizar. Como o sistema, fica mais fácil de se encaminhar a proposta por parte do setor privado. A empresa pede autorização ao governo para determinada obra, o governo faz assinar termo de confidencialidade, e tudo pode ser monitorado”, comentou Kátia.

 

 

Raphael Rocha

Do Diário do Grande ABC

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