SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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MRS avalia reativar terminal em Jundiaí


A confirmação do governador Geraldo Alckmin de que o Estado irá construir o ferroanel entre Jundiaí e São Paulo ao lado do Expresso Jundiaí - São Paulo, somada à visita de representantes da MRS Logística (empresa concessionária da ferrovia utilizada pela CPTM) à cidade, deixou empresários na expectativa de que o transporte de cargas em contêiner seja retomado. A assessoria de imprensa da MRS confirma o interesse da empresa em reativar o terminal - partindo de Jundiaí a Santos - e informa que as negociações já estão em andamento.

Esse tipo de serviço foi paralisado em Jundiaí em 2011 e, desde então, as indústrias que precisam exportar ou importar produtos por meio do porto de Santos estão pagando em média 20% a mais pelo transporte rodoviário.

O diretor de Fomento à Indústria da Prefeitura de Jundiaí, Gilson Pichioli, acompanhou o processo de fechamento do terminal multimodal. "Na época, a média de transporte era de 1,3 mil contêineres, chegando a atingir picos de quase 2 mil contêineres em um único mês", comenta.

Para a cidade, o retorno do transporte de cargas no modal ferroviário representa mais do que simplesmente a redução da quantidade de caminhões trafegando pelas rodovias. "Representantes da MRS Logística visitaram a administração e afirmaram o interesse de retomar a operação na cidade. Isso representa aumento na arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS)", explica.

Os empresários também visitaram o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo em Jundiaí (Ciesp), com a participação do diretor titular da entidade Mauritius Reiski. "Cerca de 25% das indústrias de Jundiaí exportam ou importam produtos através de contêineres. O serviço era prestado aqui e facilitava para todo o Aglomerado Urbano de Jundiaí", conta. Segundo o executivo, empresas da Região estão se valendo do terminal multimodal de Sumaré para enviar suas cargas por trem, até Santos. "Logisticamente falando é impensável", explica.

Segundo o presidente do Ciesp, que trabalha em indústria que faz transporte e cabotagem em Santos, o custo do transporte rodoviário acresce, em média, entre 5% e 20%, dependendo do trajeto.

Mas o item mais importante na opinião de Reiski, e que faz a diferença entre os modais, é a segurança oferecida pelo transporte ferroviário. "É um sistema seguro, com o diferencial de ser previsível. A carga tem hora para sair e hora para chegar ao destino. Não está sujeito às interferências das rodovias", aponta.

Jornal de Jundiaí

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