SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Paralisação de motoristas fecha todos os 29 terminais de ônibus em SP

A paralisação de motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo nesta quarta-feira (5) já afeta todos os terminais da cidade. Cerca de uma hora após o início do protesto, todos os 29 terminais municipais estavam fechados, segundo a SPTrans, empresa responsável pelo transporte público por ônibus na capital paulista.

Prevista para ter início às 10h, a paralisação contra os ataques a ônibus e a falta de segurança teve início por volta das 9h45. Apesar do fechamento dos terminais, há ônibus circulando na cidade.

Às 11h, a capital paulista registrava 90 km de engarrafamentos, acima da média para o horário que varia entre 55 km e 81 km, de acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). A região com mais lentidão era a zona sul, com 33 km.

No terminal D. Pedro 2º, na região central, um ônibus foi estacionado na saída do terminal, o que impede que qualquer coletivo deixe o local. Um grupo de motoristas e cobradores faz um protesto em frente ao terminal.

O presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo, José Valdevan, disse que a orientação é para que os ônibus parem nos terminais, e não nas ruas. A entidade representa 36 mil trabalhadores do setor.

O protesto inicialmente se estenderia por quatro horas nesta quarta --iria das 10h às 14h--, mas teve sua duração reduzida para duas horas após uma reunião realizada entre o sindicato, a secretaria estadual de Secretaria Pública e os comandos das Polícias Civil e Militar.

Insegurança

De 1º de janeiro a 3 de novembro, as empresas de ônibus registraram 98 ataques a coletivos, além de 21 a cooperativas que atuam na periferia de São Paulo. No ano passado ocorreram 53 ataques a ônibus.

Por meio de nota, o sindicato das empresas disse aprovar o objetivo do protesto desta quarta, embora não compactue com a paralisação dos serviços, que pode prejudicar os passageiros.

Uol

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