SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Alfinete vira arma contra "encoxadores" do metrô

Devido aos recentes casos de abuso sexual registrados no transporte público de São Paulo, um grupo feminista resolveu protestar de maneira diferente. Alfinetes estão sendo distribuídos para mulheres em uma estação de metrô para coibir a ação dos chamados “encoxadores”.

A campanha é do Movimento Mulheres em Luta, que distribuiu os kits - acompanhados da frase “Não me encoxa que eu não te furo” - desde as 7 horas desta sexta-feira na estação Capão Redondo do metrô.

Segundo nota divulgada no site do grupo, a medida busca denunciar a violência e o assédio às mulheres no transporte público e “exigir do Metrô e do governo do estado que façam uma campanha de conscientização e combate aos assédios”.

“O primeiro responsável por essa situação é o governo do estado, que não dá condições dignas de transporte para a população. Em segundo lugar, é necessária também, a educação e coação no próprio transporte público. Ausentes todas essas medidas, em meio ao caos e situação de barbárie, nossa obrigação é assegurar o direito de autodefesa das mulheres”, diz o texto.

#nãomereçoserestuprada

Recentemente, a campanha contra o estupro criada pela jornalista Nana Queiroz ganhou grande repercussão nas redes sociais. Várias mulheres aderiram ao movimento e publicaram fotos sem roupa segurando placas com a frase “Eu não mereço ser estuprada” cobrindo os seios.

A iniciativa surgiu após a publicação da pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apontou que 65% da população acredita que mulheres que vestem roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.

Após a grande repercussão, que teve resposta até mesmo da presidente Dilma Rousseff, especialistas passaram a questionar a metodologia da pesquisa realizada pelo instituto.

Marina Pinhoni
Fonte: Exame

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