SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Segurança nas passagens de nível da MRS é precária

Em Itaquá, na Vila Japão, moradores se arriscam para ultrapassar os trilhos sem qualquer fiscalização

Conforme DAT verificou, situação é percebida principalmente em bairros de cidades como Guararema e Itaquá

Passado o acidente em que um trem da empresa de transporte de carga MRS Logística arrastou um ônibus escolar em Suzano na semana passada, o Diário do Alto Tietê foi verificar a segurança nas passagens de nível, na via férrea e os acessos clandestinos em Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Guararema e Suzano e constatou graves deficiências no sistema de segurança, que é de responsabilidade da MRS em parceria com as prefeituras.

A falta de preocupação e investimentos na segurança verificada pela reportagem foi reforçada pela opinião das mais de 50 pessoas ouvidas pelo DAT nos quatro municípios por onde os trens de carga circulam dia e noite.

Aproximadamente 80% dos entrevistados criticaram a precária estrutura de segurança na maioria das passagens visitadas. Eles cobraram a instalação de cancelas automáticas, mais sinalização e de pessoas preparadas para evitar a repetição de ocorrências tão sérias quanto a registrada no último dia 22, na passagem de nível da estrada do Caulim, no distrito de Palmeiras, em Suzano.

Raio-X

No levantamento feito para mostrar o nível de segurança nos acessos para carros e pedestres sobre os trilhos, o DAT identificou situações bem distintas. Em Mogi das Cruzes, moradores do distrito de César de Souza não se sentem tão ameaçados quanto os do distrito de Sabaúna, quando perguntados sobre o grau de risco representado pelas passagens existentes.

O fato de a MRS ter melhorado as condições de segurança da passagem de César de Souza anos atrás seria o motivo da menor preocupação de quem passa todos os dias pelo local, que fica mais próximo do centro da cidade.

Em Suzano, a equipe de reportagem verificou cenário parecido. Moradores do Jardim Maitê, que em 2010 ganhou uma passagem subterrânea para ultrapassar os trilhos, construída por meio de uma parceria entre a MRS e a administração do prefeito Marcelo Candido (PT), afirmam estarem menos preocupados. Nos dois casos ficou evidente que quando a concessionária e o pode público, pressionados ou não, investiram para melhorar o sistema e segurança, a população se sentiu mais segura.

Situação precária

Por outro lado, na zona rural de Guararema e, especialmente, em Itaquaquecetuba, onde praticamente nada foi feito para diminuir a sensação de insegurança, os entrevistados não pouparam críticas ao pouco caso de quem deveria investir ou cobrar um controle mais confiável nas passagens oficiais, além de ações de conscientização ou fiscalização para impedir as passagens clandestinas e abusos de condutores e pedestres nos trilhos onde passam os trens de carga.
 
Se a situação vai melhorar ou não é difícil prever, principalmente porque a maioria das prefeituras envolvidas no problema, bem como a MRS Logística, e também a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), não responderam as perguntas encaminhadas pelo DAT sobre medidas de segurança e fiscalização até o fechamento desta edição.

DAT

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