20 de agosto de 2015

Artistas concluem 2ª etapa do Projeto Museu a Céu Aberto na Estação Guaianases da CPTM

A segunda e última etapa do projeto “Museu a Céu Aberto”, que reúne um grupo de artistas que grafitarão a Estação Guaianases, será realizada neste sábado (22/08), das 8h às 17h. Os grafites serão feitos na lateral da rampa da passarela externa e em dois abrigos de acesso ao saguão, localizados do lado do Terminal Sul.

 

O projeto é coordenado pelo artista Paulo de Alencar. Conhecido como Todyone, ele é morador de Guaianases e capitaneou outros grafiteiros para o projeto. Na primeira etapa, realizada em julho, dez artistas grafitaram as pilastras no interior da estação Guaianases, que atende a Linha 11-Coral da CPTM.

 

Agora Todyone, que começou a grafitar em 1997, convidou outros 12 amigos para juntos concluírem a etapa final do projeto. Amante do bairro onde vive, Todyone trabalha para deixá-lo mais bonito e acolhedor.

 

Os artistas que participam da ação representam o estilo urbano e destacam o ativismo social através da pintura. Um dos destaques é o artista Fábio Gonçalves que, em 2014, entrou para o livro dos recordes participando da pintura em 3D mais extensa do mundo, que fica na Flórida, Estados Unidos.

 

Dentre os convidados, estão o artista plástico e ilustrador Felipe Amorim, conhecido com Zmau; Lucas da Silva Messias, conhecido como Messi, que tem vários trabalhos espalhados pela capital paulista; Anderson Hope, famoso pelos murais pintados em prédios paulistanos. André Mógle, autor de murais com a temática da Copa do Mundo;

Racil Saraiva, que aborda a temática das corujas; Vander Che, que prioriza as formas geométricas em seus trabalhos e Hélio Marques, cujo pintura retrata os origamis.

 

Completam o time: Cleber TTC, adepto do Comics style, Galvani Galo, que já expôs no Rio de Janeiro, Bruno Calunga Mani e Carla Ruiz, única mulher da trupe.

Grafite na CPTM

 

A CPTM trabalha em parceria com artistas independentes visando revitalizar áreas degradadas, além de promover a valorização da arte urbana. Ao longo dos últimos anos, estações e muros da CPTM vêm se transformando em grandes galerias de arte urbana, graças a parcerias com comunidades, artistas e ao apoio de empresas, ONGs e prefeituras.

 

 

 

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