22 de junho de 2016

Entornos das estações da CPTM têm falta de iluminação e segurança

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Bom Dia São Paulo faz blitz nos arredores das estações.
Em frente à estação Itapevi, passarela desativada expõe os pedestres.

 
Os passageiros dos trens da CPTM enfrentam dificuldades no entorno das estações, informou o Bom Dia São Paulo desta segunda-feira (20). Há falta de iluminação,de segurança e sinalização.
Em frente à estação Itapevi da Linha 8-Diamante, uma passarela desativada sobre a Avenida Feres Nacif Chalupe expõe os pedestres aos perigos da travessia na via, que possui grande movimentação de carros.

Chegando a estação, os passageiros enfrentam dezenas de degraus até a bilheteria e a catraca, já que o elevador não funcionava até o fechamento da reportagem. O obstáculo na locomoção prejudica os deficientes visuais e cadeirantes.

Na estação Presidente Altino, das estações 8-Diamante e 9-Esmeralda, um dos principais problemas é a escuridão, que facilita a violência no entorno. As lâmpadas dos postes estão queimadas e os passageiros recorrem a amigos para busca-los de carros na estação.

A falta de iluminação e segurança também são enfrentadas por quem utiliza a passarela de entrada e saída da estação. Os relatos são de que os assaltantes se escondem na rampa de acesso dos cadeirantes. Na saída da estação, falta semáforo para a travessia.

O panorama é parecido nas imediações da estação Jaraguá da Linha 7-Rubi. A escuridão predomina nos arredores e no ponto de ônibus da Avenida Felipe Pinel. Os passageiros relatam que nem sempre há policiamento na região.

As polícias militar e civil disseram em nota que realizam operações constantes nas imediações das estações e orientam os passageiros a realizar Boletim de Ocorrência para que ações adequadas sejam planejadas.

Sobre a passarela desativada da estação Itapevi, a CPTM informou que estuda sua demolição e ampliação da nova passarela. A empresa informou que elevador foi sido danificado por vândalos e prometeu realizar a manutenção até o final de julho.

Sobre a falta de iluminação nas imediações da estação Presidente Altino, a prefeitura de Osasco informou que realiza manutenção frequentemente e disse que a região é alvo de furto e vandalismo.
Sobre a falta de semáforo na saída da estação, a CET informou que a sinalização no trecho atende as condições de visibilidade e segurança dos pedestres.

Sobre a falta de iluminação no entorno da estação Jaraguá, o Departamento de Iluminação Pública de São Paulo diz que a iluminação no entorno da estação Jaraguá está dentro do padrão.

G1 / Vídeo http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/06/entornos-das-estacoes-da-cptm-tem-falta-de-iluminacao-e-seguranca.html

Diário da CPTM não mente!

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Desde quando perfil foi criado em julho de 2010, um dos principais objetivos e ainda continua sendo é o compromisso com a verdade, não ficamos inventando falhas ou qualquer outro tipo de problema pra crescer, ou ter mais curtidas, tudo que é postado,  vocês podem ter certeza que é fato, jamais iríamos ficar inventando histórias, diante de qualquer problema o mesmo é verificado antes de ser postado. Qualquer reclamação de usuários ou não sobre qualquer problema, sempre fazemos uma checagem, e quando temos certeza postamos, e apenas os editores quem escolhe o que deve ser postado, pois seguimos rigorosos padrões para postar as informações e não ao contrário que algumas pessoas acreditam postamos tudo às cegas.  

Quero deixar este fato claro, pois tem uma maquinista que se acha dona da CPTM que trabalha na Linha 11-Coral fica denegrindo a imagem do Diário da CPTM, falando que a gente fica inventando falhas, o perfil existe há quase seis anos, antes de qualquer pessoa vim abrir a boca pra falar merda é bom se informar, não é por causa desta infeliz e de outra minoria de invejosos que iremos abaixar a cabeça, porra, os administradores gastam horas atualizando a página pra vim este tipo de criatura que fica arrastando trem pra cima e pra baixo dizer que estamos inventando tudo.

8 de junho de 2016

Consórcio TC-Linha 4 vence licitação para estações do Metrô de SP

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Empresas fizeram proposta de R$ 858.743.546,73 para os serviços.
Obras são de quatro estações da Linha Amarela e de terminal de ônibus.


Obras em trecho da Linha 4 Amarela do Metrô de SP (Foto: Fernando Nascimento/Sigmapress/Estadão Conteúdo)Obras em trecho da Linha 4 Amarela do Metrô de SP (Foto: Fernando Nascimento/Sigmapress/Estadão Conteúdo/Arquivo)

O Consórcio TC-Linha 4 Amarela foi o vencedor da licitação para as obras da segunda fase da Linha 4-Amarela de Metrô de São Paulo, informou a companhia nesta terça-feira (7). As empresas vão concluir as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última e obras complementares no Pátio Vila Sônia.
Formado pelas empresas TIISA – Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A, o consórcio fez a proposta no valor de R$ 858.743.546,73 para execução dos serviços. O resultado foi homologado e publicado no Diário Oficial desta terça.
O contrato a ser assinado prevê, após a emissão da ordem de serviço, os seguintes prazos para término dos trabalhos: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.
Foram dez propostas enviadas ao Metrô pelos consórcios interessados. As propostas passaram pela análise da comissão de licitação do Metrô.
As obras da segunda fase da Linha 4-Amarela começaram em 2012 e os contratos foram assinados no fim de 2011 com o consórcio Corsán-Corviam. Em julho de 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o acordo, pelo não cumprimento por parte da construtora.
Contrato rompido
O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas. A rescisão do contrato foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em fevereiro deste ano, mas ocorreu apenas em julho.

O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%. “A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse.
O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue.

A nova licitação prevê o pagamento de R$ 1,3 bilhão à empresa vencedora da licitação porque parte da obra, como as escavações das estações, já está concluída. O Metrô fez um levantamento do que está pronto e calculou o que era necessário para concluir a linha.

Linha 4-Amarela
A Linha 4 terá 11 estações, ao longo de quase 13 km entre a Luz e a Vila Sônia. O contrato para início da primeira fase das obras foi assinado em novembro de 2006. As primeiras estações inauguradas foram Paulista e Faria Lima, em maio de 2010. A segunda fase de obras teve licitação fechada em 2012 por R$ 1,8 bilhão. Mas, dentro desta etapa, apenas a estação Fradique Coutinho foi aberta, em novembro de 2014.
Depois de ficarem suspensos em 2014, somente os trabalhos nas estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire foram retomados em abril deste ano, quando o Metrô e a construtorafecharam um acordo. O governo já havia ameaçado romper o contrato por causa de atrasos na obra, mas decidiu pagar mais R$ 20 milhões para o consórcio responsável.

G1

6 de junho de 2016

Sistema de VLT integrado da Alstom inicia sua operação no Rio de Janeiro antes dos jogos esportivos

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A Alstom celebra junto ao consórcio VLT Carioca e a cidade do Rio de Janeiro, o início da operação de seu primeiro VLT no Brasil a tempo para os jogos esportivos que acontecerão no Rio de Janeiro em agosto. Sua inauguração ocorreu neste domingo, 05 de junho, com a presença de Eduardo Paes, Prefeito do Rio de Janeiro, e Michel Boccaccio, Presidente da Alstom no Brasil e Vice-Presidente Sênior da Alstom para a América Latina.

“A Alstom está orgulhosa de entregar o VLT para o Rio de Janeiro antes dos jogos. É um grande momento para a população da cidade e os visitantes de todo o mundo, já que o veículo ajudará a minimizar o trânsito e a poluição, ao mesmo tempo em que oferecerá um modal confortável, confiável e conectado eficientemente com outros tipos de transporte,” afirma Michel Boccaccio.

O VLT Carioca terá 31 estações que cobrem 28 quilômetros. Parte da linha que já está em operação tem uma distância de 7 quilômetros[1], ligando o Aeroporto Santos Dumont à Parada dos Museus (Praça Mauá). Outros 7 quilômetros serão abertos antes do início dos jogos esportivos. Conectando outros modais de transporte, as linhas do VLT auxiliarão consideravelmente a redução do trânsito no centro do Rio de Janeiro.

O projeto do VLT foi encomendado à Alstom pelo consórcio VLT Carioca em setembro de 2013. A Alstom é responsável pelo fornecimento de um sistema integrado de VLT que consiste em: 32 veículos Citadis, sistema de alimentação de energia pelo solo, sinalização, telecomunicação e equipamentos para o depósito de manutenção dos VLTs.

Para preservar e renovar a arquitetura original do Rio de Janeiro, o VLT Carioca optou pela solução de energia livre de catenárias da Alstom combinando duas tecnologias inovadoras: APS, que fornece energia por um terceiro trilho no solo, e Supercapacitores, módulos instalados no veículo para armazenar energia.

Composto por sete módulos, o Citadis tem 44 metros de comprimento e capacidade para transportar 420 pessoas por VLT. Os primeiros cinco veículos foram desenhados e produzidos em La Rochelle, na França; e os outros 27 estão sendo fabricados em Taubaté, a primeira fábrica de VLTs da Alstom no Brasil.

A Alstom coordena todas as fases para o sistema do VLT, desde o seu design até a completa validação, comissionamento e suporte para manutenção. A empresa é líder no fornecimento de sistemas integrados de VLT e recentemente conquistou projetos em cidades como: Cuenca, no Equador; Lusail, no Quatar; Mostaganem, na Algéria; e Sydney, na Austrália.

Alstom 

31 de maio de 2016

Funcionários do Metrô de SP aceitam reajuste e não vão entrar em greve

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Categoria pedia aumento imediato de 10,03%; companhia ofereceu parcelado.
Decisão foi tomada durante assembleia realizada nesta terça-feira (31).

Funcionários do Metrô de São Paulo aceitaram proposta de reajuste salarial oferecida pela companhia e decidiram não entrar em greve. Em assembleia realizada na noite desta terça-feira (31), os metroviários aprovaram reajuste de 10,03% (sendo 7,5% agora e o restante em novembro).

Por volta das 14h desta tarde, representantes do Sindicato dos Metroviários e do Metrô se reuniram no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo para a segunda audiência oficial de conciliação entre as partes.

A categoria pedia 10,82% de reajuste, mais 6,59% de aumento real imediatos, mas reviu a proposta durante a sessão e passou a exigir aumento de 10,03% em parcela única a partir de 1º de maio. Já o Metrô oferecia 7,5% de reajuste, mas subiu a proposta para 10,03% em duas parcelas.

CPTM

No dia 23, os quatro sindicatos que representam os trabalhadores ferroviários aceitaram, durante assembleia, proposta de reajusta feita por representantes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), cancelando planos de paralisação do serviço, na capital.
As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do blog Diário da CPTM.
A transferência entre linhas é garantida desde que o usuário esteja em sua última estação de transferência até as 00h.
Funcionamento das estações: das 4h às 00h (segunda a sexta e domingos) e das 4h à 1h (sábados)
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OBS: último trem do terminal de Jundiaí para Francisco Morato tem partida programada às 23h30.