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16 de maio de 2012

Metroviários de São Paulo prometem greve para dia 23

Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira, os integrantes do Sindicato dos Metroviários decidiram entrar em greve a partir das 0h da próxima quarta (23). A proposta do Metrô de São Paulo, de reajuste salarial de 4,65%, não foi aceita. A categoria exige aumento de 14,99%.

Apesar de a decisão já ter sido votada, uma nova assembleia deve ocorrer na noite da próxima terça-feira (22), para analisar uma eventual contraproposta do Metrô.

Contatada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Metrô afirmou que a empresa continuará a negociar com os metroviários.

ACIDENTE

O anúncio da greve vem no mesmo dia em que um acidente envolvendo dois trens na linha 3-vermelha deixou ao menos 49 pessoas feridas.

A batida entre os dois trens ocorreu por volta das 9h50 desta quarta entre as estações Penha e Carrão (zona leste) e ninguém ficou ferido com gravidade.

No total, 103 pessoas procuraram unidades de saúde do município e outras três foram socorridas em prontos-socorros do Estado. O número reúne tanto os socorridos pelos bombeiros e pelo Samu quanto as pessoas que procuraram voluntariamente atendimento após sentir algum tipo de mal estar.

No início da noite desta quarta todas as vítimas já haviam sido liberadas.

Mais cedo, o presidente do Metrô de São Paulo, Peter Walker, disse que a causa mais provável da batida entre os dois trens foi uma falha no sistema eletrônico de controle.

Por conta do acidente, a linha 3 ficou parcialmente interrompida por cinco horas entre as estações Carrão e Penha, no sentido Palmeiras/Barra Funda. O trânsito na Radial Leste, que margeia as estações Penha e Carrão, parou no sentido bairro-centro.

Fonte: Folha.com


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As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do Blog Diário da CPTM.

Ferroviários decidem tentar acordo com CPTM antes de greve

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo decidiu, em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira, não entrar em greve antes de tentar novamente conciliação com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CTPM). A categoria vai propor, em uma audiência de negociação marcada para as 13h30 desta quinta-feira no Tribunal Regional do Trabalho, o reajuste de 7,05%.


O índice foi sugerido pela juíza instrutora em reunião no dia 8 de maio, na qual a CPTM apresentou proposta de reajuste de 6%. Na assembleia de hoje, a sugestão dos patrões foi rejeitada pelos ferroviários, que pedem a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 5% de aumento real, além da efetivação do plano de participação nos resultados. "Foi rejeitada a proposta e, como temos audiência de conciliação amanhã, vamos fazer a contraproposta, sugerida pela juíza, de 7,05%", disse o presidente do sindicato, Eluiz Alves de Matos. "Vamos ver se a empresa acata a sugestão. Se aceitar, não entramos em greve", completou.


Segundo Matos, a categoria está em negociação com a CPTM desde março. Sem chegar a um acordo, as tratativas passaram a ser intermediadas pela justiça trabalhista. Por dia, são cerca de 2,7 milhões de usuários e 7 mil funcionários no setor de transporte ferroviário em São Paulo.


Metroviários
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo também demonstra insatisfação com as negociações de reajuste. A categoria está reunida desde as 19h em assembleia na sede do sindicato, no Bairro Tatuapé, na capital paulista.


Outras capitais
Em outras seis capitais, os ferroviários estão em greve desde terça-feira. Em João Pessoa, Natal, Recife, Maceió, Belo Horizonte e Natal, os funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) estão paralisados e funcionam com 30% da capacidade nos horários de maior movimento. Na capital do Rio Grande do Norte, a população ainda sofre com os transtornos provocados pela greve do setor rodoviário, que está 100% paralisado.


Os trabalhadores ferroviários aderiram ao movimento nacional que reivindica reajuste salarial de acordo com o índice do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese); plano de saúde integral; participação nos lucros e resultados e adicional noturno de 50%. A paralisação é por tempo indeterminado.


A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) ainda não se pronunciou a respeito. Segundo a assessoria do órgão em João Pessoa, o presidente Francisco Colombo se encontra em Brasília para tentar negociar o reajuste junto aos ministérios do Planejamento e das Cidades. O escritório no Rio de Janeiro também está com o funcionamento comprometido porque os funcionários estão sendo impedidos de entrar por integrantes do sindicato dos trabalhadores do setor.


Fonte: Terra



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Maquinista freou após falha do metrô para evitar acidente, diz sindicato

O maquinista do trem que colidiu com outra composição do Metrô, nesta quarta-feira (16), freou para evitar uma batida maior, afirma o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin. O acidente ocorreu na Linha 3-Vermelha por volta das 9h50, entre as estações Carrão e Penha.


Em entrevista por telefone à TV Globo, o presidente do Metrô, Peter Walker, disse que a principal suspeita é de que tenha ocorrido uma falha no sistema de automação.


O secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, esteve no local do acidente e disse não ter certeza se o trem estava no modo manual ou automático. Ele lembrou que a velocidade máxima no trecho é de 80 km/h. “Ele [o maquinista] deve ter visto, tanto é que deve ter freado”, afirmou. O trem que colidiu trafegava em uma velocidade entre 9 e 12 km/h, de acordo com Jurandir.


Segundo o secretário, o maquinista trabalha na CPTM desde 2008. Começou como operador assistente e é efetivo desde janeiro de 2011. "Antes de achar o culpado, a gente quer saber por que aconteceu", disse Fernandes.


A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o acidente será investigado pela Delegacia do Metropolitano (Delpom).


Modo automático


O diretor do sindicato disse que esteve com o operador nesta quarta e que ele frisou que o trem estava no modo automático. Segundo o secretário-geral, os trens só operam no manual se houver algum problema ou o metrô receber código zero, o equivalente a zero de velocidade ou parado. Os códigos são enviados automaticamente para o trem, e cada um significa a velocidade que a composição vai atingir naquele instante.

"O operador descreveu que estava no trem, no modo automático, com código 44 [44 km/h], quando começou a se aproximar de outro metrô. Ele imaginou que receberia código zero [parado] e que o trem iria parar, mas o trem acelerou de repente. Chegou um código maior", afirma Pasin. "Ele freou para não colidir com mais força no outro trem."

O secretário-geral ressalta que o operador esteve no Centro de Controle do Metrô para prestar esclarecimentos, procedimento comum em uma ocorrência como essa. "Ele saiu, depois foi acompanhar a realização do boletim de ocorrência", disse Pasin. O maquinista também passou em um hospital por ter ficado levemente ferido, segundo o sindicato.

Modo manual

Para entrar em modo manual, o operador precisa pedir autorização do Centro de Controle, diz Pasin. Ele ressalta que este modo não é o usual no Metrô e que a velocidade sempre é limitada no manual. Em operação no modo automático, a principal função do condutor é fiscalizar o funcionamento dos sistemas e agir em casos de emergência.

Os trens voltaram a circular em toda a Linha 3-Vermelha pouco antes das 14h30, segundo a assessoria do Metrô. Às 13h15, os trens envolvidos no incidente foram levados para o pátio do Metrô na Estação Penha, onde há uma oficina. O trecho passou por perícia e foi liberado para circulação.

Feridos

No fim desta tarde, foi divulgado um novo balanço do número de atingidos: são 49 feridos, sendo 33 pessoas socorrridas pelos bombeiros e 16 atendidas pelo Samu. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, duas pessoas apresentaram ferimentos mais graves. Um teve fratura na perna e foi encaminhado ao Hospital do Tatuapé, na Zona Leste, e outra vítima, com ferimentos de média complexidade, foi levada a um hospital de convênio.

A secretaria não soube informar, porém, quais os machucados sofridos pela vítima nem para qual centro médico ela foi levada. Nenhum dos feridos corre risco de morte, ainda segundo a pasta.


Fonte: G1




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Secretário diz que houve falha no sistema de freios, mas causa é desconhecida

O secretário dos Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes disse, em coletiva, que o metrô está investigando a causa do acidente que deixou 47 feridos na manhã desta quarta-feira, 16.


De acordo com Fernandes, uma das hipóteses para a colisão dos trens do metrô é falha mecânica no sistema. O secretário também afirmou que umas das linhas de apuração é sobre como os trens estavam sendo operados: manual ou automaticamente.


"O Metrô tem sistema automático e manual. Você pode funcionar de uma forma ou de outra. É isso que queremos saber: estava no manual? Estava no automático? Esse sistema automático funciona há 44 anos. Não tem falhas, ele tem redundância. Se ele não para em um motivo, para em outro."
À rádio EstadãoESPN, Fernandes disse que não havia, até o começo da tarde, "nenhum indício de falha humana" e que houve falha no freio automático, mas a causa desse problema é desconhecida: não se sabe se a falha foi pontual, apenas na composição acidentada, ou do sistema.
Os funcionários do metrô negam que a composição estivesse sendo operada manualmente no momento do acidente.
Sindicato. Uma falha no sistema de freio automático da composição teria causado a colisão entre dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô, na manhã desta quarta-feira, segundo o Sindicato dos Metroviários.
O sistema, ao invés de frear o trem, teria aumentado a velocidade. Segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino dos Prazeres Melo, toda composição do Metrô conta com um sistema automático que, ao registrar a distancia de 150 metros entre o próximo trem, aciona o freio. Neste caso, conta Melo, o sistema teria acelerado a composição.
O presidente do sindicato afirma ainda que uma colisão maior foi evitada porque, ao notar que o freio automático não foi acionado, o funcionário que operava na condução do Metrô, acionou um freio de emergência. "Esta ação não freou totalmente os vagões, mas teria reduzido consideravelmente a velocidade, diminuindo os danos que a colisão poderia ter causado", diz Melo.

Fonte: Estadão



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Falha no freio teria causado colisão, diz sindicato


Uma falha no sistema de freio automático da composição teria causado a colisão entre dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô, na manhã desta quarta-feira, segundo o Sindicato dos Metroviários. O sistema, ao invés de frear o trem, teria aumentado a velocidade.
Segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino dos Prazeres Melo, toda composição do Metrô conta com um sistema automático que, ao registrar a distancia de 150 metros entre o próximo trem, aciona o freio. Neste caso, conta Melo, o sistema teria acelerado a composição.
O presidente do sindicato destaca ainda que uma colisão maior foi evitada porque, ao notar que o freio automático não foi acionado, o funcionário que operava na condução do Metrô, acionou um freio de emergência. "Esta ação não freou totalmente os vagões, mas teria reduzido consideravelmente a velocidade, diminuindo os danos que a colisão poderia ter causado", conta Melo. O Sindicato dos Metroviários não soube informou o por quê o outro trem estava parado na proximidade da Estação Carrão.
Segundo informações da Defesa Civil, 47 vítimas foram atendidas nesta manhã após o acidente. O Corpo de Bombeiros, juntamente com o Samu, divulgou oficialmente que seus veículos atenderam 33 pessoas. A assessoria de imprensa dos bombeiros informou que houve acidentados que chegaram a ser socorridos por populares e que a estimativa da Defesa Civil deve compreender estes atendimentos.
Entre as vítimas socorridas, duas pessoas tiveram suspeita de traumatismo craniano, segundo o Corpo de Bombeiros. Elas foram encaminhadas para hospitais da região e não há informações sobre o estado de saúde destas pessoas.

Fonte: Estadão



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Trem envolvido em colisão trafegava no máximo a 12 km/h, diz secretário

A composição do Metrô que colidiu com outra que estava parada entre as estações Penha e Carrão, na Zona Leste da capital paulista, na manhã desta quarta-feira (16), trafegava numa velocidade entre 9 e 12 km/h, segundo o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes. Na colisão, 33 pessoas foram socorridas pelos bombeiros – duas delas em estado grave. Segundo o secretário, entre os feridos estavam cinco grávidas. O condutor do trem não ficou ferido.


O secretário afirmou que a velocidade do acidente é baixa, já que o acoplamento de composições ocorre numa velocidade entre 8 e 9 km/h. Segundo Fernandes, o trem que estava parado aguardava para estacionar na Estação Carrão, da Linha 3-Vermelha do Metrô. “A batida foi como se fosse um acoplamento, um pouco mais forte. O engate ocorre entre 8 e 9 km/h. Houve o engate e nós estimamos que a batida foi entre 9 e 12km/h. A partir de 9 é além do engate”, disse o secretário


Fernandes garantiu que a circulação na Linha 3, interrompida a partir entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera desde o acidente, será retomada até as 16h desta quarta-feira – antes do horário de pico. O secretário disse que ainda não é possível afirmar quais são as causas do acidente.


Em entrevista por telefone, o presidente do Metrô, Peter Walker, confirmou que a principal suspeita é de uma falha no sistema de automação.

Os trens envolvidos no acidente foram levados para o pátio do Metrô na Estação Penha, onde há uma oficina.

Passageiros que estavam nas composições envolvidas no acidente afirmam que antes do acidente foram informados pelo sistema de som das estações que a Linha 3-Vermelha operava com velocidade reduzida. O secretário informou no início desta tarde desconhecer a informação. Ele se comprometeu a checar o ocorrido com o Centro de Controle de Operações (CCO) do Metrô.

Alguns passageiros também reclamaram que as portas do trem não se abriram. “O botão de abrir a porta não funciona automático. O condutor tem que receber orientação do CCO para liberar”, explicou Fernandes.

O acidente aconteceu em um trecho na Zona Leste, entre as estações Penha e Carrão, por volta das 9h50. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que será aberto um inquérito para investigar o acidente na Delegacia do Metropolitano (Delpom).

Circulação

A companhia informa que a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Barra Funda e Tatuapé. Além do apoio de ônibus, o Metrô diz que está mantida a integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.

Após o acidente, as demais linhas do Metrô de São Paulo operavam com velocidade reduzida. A SPTrans informou que mudou a circulação de ônibus na região e acionou o sistema de apoio. O problema causava lentidão na Radial Leste, no sentido Centro. Por causa do resgate, faixas da via permaneciam interditadas às 11h30. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomendava que os motoristas evitassem a região.

Falha em sistema de automação

Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin, houve um choque entre duas composições devido a uma falha no sistema de automação do Metrô. O sindicalista, que estava em reunião com dirigentes do Metrô para discussão de propostas salariais na hora do acidente, diz ter recebido informações de que o sistema automático que faz um trem parar quando outro está à frente não funcionou.

"Não pode ter havido falha humana porque esse sistema é automático", disse Pasin. "Em 20 anos de Metrô, eu nunca vi nada disso acontecer", acrescentou.

Nota do Metrô

Veja abaixo a íntegra da nota enviada pelo Metrô:

"Por volta das 9h50, duas composições da Linha 3-Vermelha que circulavam no sentido Palmeiras/Barra Funda se colidiram próximas a estação Carrão do Metrô. As causas do acidente estão sendo apuradas pela Companhia do Metrô.

Os usuários que se acidentaram na colisão estão sendo socorridos por Agentes de Segurança do Metrô, Corpo de Bombeiros e SAMU.

Em razão deste acidente, a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do PAESE e mantém integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.
Companhia do Metropolitano de São Paulo"


Fonte: G1

Mais de 30 pessoas ficaram feridas em choque de trens na Linha 3 - Vermelha do Metrô SP

O major do Corpo de Bombeiros, Fábio Barbieri, informou que uma gestante que estava em um dos trens que bateram na linha 3-Vermelha pode ter o parto antecipado devido ao acidente. Barbieri afirmou ainda que 33 pessoas receberam atendimento médico após o acidente que aconteceu nesta manhã de quarta-feira (16).


Segundo o major, nenhuma das vítimas estava em estado grave, somente tinham escoriações leves. Todas as pessoas foram retiradas.


O acidente


Dois trens da linha 3 – Vermelha do Metrô bateram na manhã desta quarta-feira. De acordo com o Metrô, o acidente aconteceu por volta das 9h50 e as composições circulavam no sentido Barra Funda e bateram perto da estação Carrão.


Um passageiro que estava no vagão que bateu disse que a composição seguia no sentido Palmeiras/Barra Funda. Algumas pessoas que estavam no mesmo vagão que ele se feriram de forma leve.


Velocidade reduzida


A circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do Paese e mantém integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.


Por causa do acidente, os trens das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha estavam circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada. 


Feridos


Por volta das 11h10, ao menos nove pessoas estavam em macas imobilizadas. Elas aguardavam no chão, ao lado do muro que separa a linha do Metrô da calçada da Radial Leste. Os bombeiros usavam escadas para passar as pessoas para o outro lado do muro. 

Diário da CPTM