GREVE GERAL

Resumo de como será a circulação dos trens, metrô e ônibus na sexta-feira (28/04)


#CPTM Greve confirmada nas linhas 7-Rubi, 8-Diamante. 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira.

#Metrosp Greve confirmada nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilas.

#ViaQuatro Trens da Linha 4-Amarela da ViaQuatro operam normalmente na sexta-feira.

#SPTrans Sindicato dos Motoristas e Cobradores de ônibus da Capital (SP) também decidiu aderir ao Dia de Paralisações na próxima sexta-feira. Micro-ônibus devem operar normalmente.

Ressaltamos que apesar da confirmação da greve alguns trechos de algumas linhas podem operar, mas tudo só saberemos na sexta-feira.

Aguardem novas atualizações, pois devido ao grande número de mensagens não conseguimos responder a todos, toda nossa equipe estará de plantão para manter todos informados.

26 de abril de 2017

Linhas da CPTM entram em greve a partir das 0h desta sexta

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A categoria aderiu à greve geral, que é contra as reformas previdenciária e trabalhista propostas pelo governo Michel Temer (PMDB)

O Sindicato dos Ferroviários de São Paulo decidiu que todas as linhas da CPTM serão paralisadas durante a greve geral de sexta-feira (28) contra as reformas previdenciária e trabalhista propostas pelo governo Michel Temer (PMDB).

A categoria informou que as linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira decidiram entrar em greve durante 24 horas a partir das 0h de sexta-feira.

7 (Rubi) – Paralisação confirmada durante 24h a partir das 0h de sexta

10 (Turquesa) – Paralisação confirmada durante 24h a partir das 0h de sexta

11 (Coral) – Paralisação confirmada durante 24h a partir das 0h de sexta

12 (Safira) – Paralisação confirmada durante 24h a partir das 0h de sexta

8 (Diamante) – Paralisação confirmada durante 24h a partir das 0h de sexta

9 (Esmeralda) – Paralisação confirmada durante 24h a partir das 0h de sexta


O Sindicato dos Metroviários de São Paulo também confirmou participação na greve de sexta-feira.

Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, a expectativa é que, durante 24 horas, as linhas 1-Azul (Jabaquara/Tucuruvi), 2-Verde (Vila Madalena/Vila Prudente), 3-Vermelha (Corinthians Itaquera / Palmeiras Barra Funda), 5-Lilás (Capão Redondo/Adolfo Pinheiro) e o monotrilho da linha 15-Prata (Vila Prudente/Oratório) do Metrô fiquem paradas.

Apenas a linha 4-Amarela, que é administrada pela ViaQuatro, deve funcionar.

O Sindicato dos motoristas de ônibus de São Paulo ainda não decidiu se vai aderir ao movimento. A categoria marcou assembleia para a tarde desta quarta-feira (26).

http://exame.abril.com.br/brasil/linhas-da-cptm-param-a-partir-das-0h-sexta-feira-veja-quais/

25 de abril de 2017

Quais serviços serão afetados com a greve geral de sexta-feira?

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Às vésperas das votações das reformas trabalhista e da Previdência, o País enfrentará o segundo dia de greve geral do ano. O movimento foi convocado por oito centrais sindicais e diversas categorias já indicaram que vão mobilizar trabalhadores para que cruzem os braços nesta sexta-feira (28).

Veja a seguir quais serviços poderão ser afetados com a paralisação.

Professores

Anunciaram paralisação sindicatos de professores de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro (município e região) e Distrito Federal (estabelecimentos particulares).

A greve também deverá ter participação de trabalhadores ligados ao Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) e ao Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).

Servidores municipais de São Paulo

Serviços ligados à Prefeitura de São Paulo deverão ser afetados com a paralisação, conforme anunciou o Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo).

O sindicato também protesta contra o governo de João Doria. Segundo a entidade, passados mais de cem dias, o prefeito não apresentou qualquer resposta às reivindicações da categoria.

Saúde em SP

Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo prometem participar do dia de paralisações, de acordo com o SindSaúde-SP (Sindicato dos Trabalhadores Públicos na Saúde do Estado de São Paulo).

No entanto, não há até o momento uma previsão de quais serviços poderão deixar de ser prestados com a greve.

Judiciário

Serviços do Judiciário e do Ministério Público poderão ser afetados em alguns Estados. Quem tiver qualquer compromisso marcado deve consultar os órgãos com antecedência.

A adesão de trabalhadores de tribunais e fóruns da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Pará já está confirmada.

Aeronautas

Pilotos e comissários de voo já estão em estado de greve. Na quinta-feira (27), a categoria vai fará uma assembleia para decidir se cruza os braços na sexta-feira.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas critica pontos da reforma trabalhista, especialmente o trabalho intermitente e a demissão por justa causa em caso de perda de licenças ou certificados.

“Justamente em um momento de fragilidade do aeronauta, em que ele perde uma licença, ou por exame médico ou para voar em uma determinada aeronave, ele seria demitido, sem direito ao saque do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço], aviso prévio”, diz o presidente do sindicato, Rodrigo Spader.

Trens e metrô em SP

Em São Paulo, metroviários também vão votar na quinta-feira (27) uma paralisação total de 24 horas.

A previsão é que sejam paralisadas as operações nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás, e no monotrilho da linha 15-Prata. A exceção é a linha 4-Amarela, que é privada.

Funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) também programam paralisar ao menos quatro linhas: 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira.

O sindicato que representa trabalhadores das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda se reúne hoje para definir se adere à greve.

Rodoviários da Grande SP

Sindicatos que representam trabalhadores de empresas de ônibus da Grande São Paulo programam uma paralisação por 24 horas na sexta-feira.

Deverão ser afetados serviços na capital e nas seguintes cidades: Arujá, Diadema, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Juquitiba, Mauá, Osasco, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra, Vargem Grande Paulista.

Rodoviários do RJ

No Rio de Janeiro, o Sindicato dos Rodoviários também realizou assembleia ontem em que a maioria optou pela paralisação na próxima sexta-feira, segundo a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Bancários

O funcionamento de agências bancárias também deve ser afetado pela greve, já que funcionários do setor decidiram cruzar os braços em alguns Estados. Piauí, em Londrina (PR) e em Jundiaí (SP) já confirmaram adesão ao movimento.

A Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) ainda não tinha, até esta terça-feira, um balanço de quantos sindicatos votaram pela paralisação.

Metalúrgicos

Hoje, sindicatos ligados a cinco centrais (CUT, Força Sindical, CTB, CSP-Conlutas e Intersindical) promoveram atrasos no início do expediente em diversas fábricas em São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiânia.

O movimento deverá ganhar mais força na sexta-feira, segundo as centrais.

Polícia

No PR, SP e MG, os policiais civis já informaram que vão cruzar os braços e só atenderão ocorrências de emergência. Sindicatos de outros Estados também foram convocados pela Cobrapol (Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis) para aderir ao movimento.

Metroviários, bancários, metalúrgicos e petroleiros aderem a greve na sexta

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A greve geral organizada por centrais sindicais para esta sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e das leis trabalhistas deve parar em São Paulo o transporte público, bancos e fábricas. Paralisações também estão previstas no Rio de Janeiro, na Bahia e em Minas Gerais, entre outros Estados.

A lista de entidades que farão parte do movimento deve crescer até o final da semana. Há previsão de assembleias de categorias até quinta-feira (27) para decidir se participarão ou não da greve.

Na capital paulista, já declararam paralisação os sindicatos dos metroviários, dos motoristas de ônibus, dos motoboys e dos trabalhadores da limpeza urbana. Os ferroviários devem decidir nesta terça (25) se aderem ao movimento.

Pilotos de avião e comissários de bordo confirmam na quinta se participarão ou não da greve. Uma primeira votação na segunda-feira indicou que a categoria deve parar, segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Professores da rede estadual, municipal e da rede privada também paralisarão suas atividades na sexta. O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social também aderiu ao movimento.

Funcionários dos Correios decidem nesta quarta se entrarão em greve. Nesse caso, porém, a paralisação vai além da manifestação de sexta –a proposta é uma greve geral dos trabalhadores da empresa contra fechamento de agências e da suspensão das férias, entre outros pontos.

Outras categorias que devem paralisar na sexta em São Paulo são bancários, metalúrgicos (que devem parar também na região do ABC) e trabalhadores da limpeza urbana.

Na Baixada Santista, estão previstas paralisações de portuários e rodoviários, o que deve afetar as atividades do Porto de Santos.

Os sindicatos dos petroleiros de Minas Gerais, Espírito Santo, Amazonas, Pernambuco/Paraíba, Bahia, Duque de Caxias (RJ) e Ceará/Piauí também declararam adesão à greve.

Veja as principais mudanças propostas pelo projeto de reforma que tramita no Congresso:
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Acordos coletivos

Como é
Não se sobrepõem ao que é garantido pela CLT
Como ficaria
Terão força de lei para regulamentar jornadas de trabalho de até 12 horas por dia, dentro do limite de 48 horas na semana (incluindo horas extras) e 220 horas no mês, parcelamento de férias e banco de horas, entre outros
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Férias

Como é
Podem ser parceladas em duas vezes no máximo, sendo que um desses períodos não pode ser inferior a dez dias corridos
Como ficaria
Poderão ser parceladas em até três vezes, sendo que nenhum desses períodos pode ser inferior a cinco dias corridos e um deles deve ser superior a 14 dias corridos. As férias não poderão começar a dois dias de feriado e de fim de semana
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Banco de horas

Como é
As horas extras acumuladas devem ser compensadas no máximo em um ano desde que estabelecido em acordo coletivo; vencido esse prazo, o empregado deve recebê-la em dinheiro com acréscimo de 50%
Como ficaria
O banco de horas poderá ser negociado pelo trabalhador individualmente com a empresa, independente de convenção coletiva. Nesse caso, o prazo máximo de validade é reduzido para seis meses, quando a empresa deve então pagar as horas acumuladas com acréscimo de 50%
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Jornada parcial

Como é
É permitida jornada de até 25 horas semanais sem hora extra e com férias de 18 dias
Como ficaria
As jornadas poderão ser de até 30 horas semanais sem hora extra ou de até 26 horas semanais com acréscimo de até seis horas extras. As duas modalidades têm direito a férias de 30 dias
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Contribuição sindical

Como é
Obrigatória para todos os trabalhadores e descontado diretamente do salário uma vez ao ano
Como ficaria
Será cobrada apenas dos trabalhadores que autorizarem o desconto em seu salário
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Terceirizados

Como é
Empresa pode escolher se estende ou não ao terceirizado os mesmos serviços de alimentação, transporte, segurança e atendimento médico oferecidos ao empregado direto no local de trabalho
Como ficaria
Inclusão dos terceirizados nesses benefícios será obrigatória e ficará proibida a recontratação de um funcionário como terceirizado por um período de 18 meses após a demissão
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Grávidas e lactantes

Como é
Grávidas e lactantes não podem trabalhar em locais insalubres
Como ficaria
Elas poderão trabalhar em locais insalubres se apresentarem atestado médico
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Deslocamento

Como é
Tempo de deslocamento do trabalhador entre sua casa e a empresa é contabilizado na jornada quando o transporte é fornecido pelo empregador
Como ficaria
O tempo nesse deslocamento deixa de ser contabilizado na jornada mesmo que o transporte seja fornecido pelo empregador
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Teletrabalho (home office)

Como é
Não é regulamentado pela CLT
Como ficaria
Modalidade passa a ser regulamentada, estabelecendo o que deve ser definido nesse tipo de contrato
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Trabalho intermitente

Como é
Não é regulamentado
Como ficaria
Legislação passa a aceitar contratos em que o trabalho não é contínuo, com períodos de atividade e inatividade definidos em horas, dias ou meses. A remuneração é definida por hora, que não pode ser inferior a hora do salário mínimo. O empregador deve convocar o trabalhador com ao menos três dias de antecedência
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Demissão

Como é
Trabalhador pode pedir demissão ou ser demitido com ou sem justa causa; nos dois primeiros casos, ele não recebe os 40% de multa sobre o FGTS nem pode movimentar a conta do fundo
Como ficaria
Legislação aceita demissão de comum acordo entre empregado e empregador, caso em que o aviso prévio e a multa são pagos pela metade, o trabalhador tem acesso a 80% do saldo do FGTS e não pode pedir seguro-desemprego
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Prescrição de dívida trabalhista

Como é
No direito trabalhista, cabe ao trabalhador apresentar informações sobre os bens e recursos do empregador que podem ser acessados para pagamento das dívidas. Há divergência entre o TST e o STF sobre se processos na Justiça do Trabalho prescrevem depois de chegarem à fase de execução e o trabalhador não apresentar essas informações
Como ficaria
O texto prevê que, se o trabalhador não informar no prazo de dois anos os bens e recursos que podem servir para o pagamento das dívidas, o débito vai prescrever. Na avaliação do relator, essa medida acaba com a insegurança jurídica de empresas, que podem se deparar com uma dívida com a qual não contava anos depois
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Intervalo para almoço

Como é
A CLT prevê intervalo para almoço obrigatoriamente de uma hora.
Como ficaria
Se houver um acordo coletivo ou convenção coletiva que preveja intervalo para alimentação de meia hora, por exemplo, esse tempo a menos será descontado da jornada de trabalho, ou seja, o trabalhador sairá 30 minutos mais cedo
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Profissionais com ensino superior e salário maior que R$ 11 mil

Como é hoje
Não existem regras próprias para esses profissionais
Como ficaria
Profissionais que tenham diploma de ensino superior e ganhem mais do que R$ 11 mil por mês poderão negociar individualmente em seus contratos os mesmos pontos liberados para negociação em acordos coletivos, estabelecendo regras diferentes
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Homologação pelo sindicato

Como é
Hoje, quando um contrato de trabalho com duração de mais de um ano é rompido, essa rescisão precisa ser homologada pelo sindicato da categoria
Como ficaria
Não haverá mais necessidade dessa homologação pelo sindicato. A rescisão poderá ser feita na carteira de trabalho junto com a comunicação da dispensa ao Ministério do Trabalho. Também poderá haver homologação na Justiça do Trabalho para dar mais segurança jurídica para o fim do contrato
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Prazo de pagamento da rescisão

Como é
Hoje o pagamento deve ser feito no dia seguinte ao último dia de trabalho do período de aviso prévio. Caso o trabalhador não esteja trabalhando durante o aviso prévio, a empresa tem dez dias para pagar a rescisão
Como ficaria
A empresa passa a ter dez dias para o pagamento do aviso prévio, tanto no caso em que o funcionário trabalha durante o período quando no caso em que não trabalha. Ou seja, a empresa teria mais tempo para fazer o pagamento
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Autônomos

Como é
Empresas podem fazer contratos com autônomos, mas se houver relação de exclusividade e continuidade na prestação do serviço, a Justiça entende que há vínculo empregatício e obriga o empregador a indenizar o autônomo como se fosse um funcionário com carteira assinada
Como ficaria
Empresas poderão contratar autônomos e, mesmo se houver relação de exclusividade e continuidade na prestação do serviço, a reforma determina que não há vínculo empregatício

Fonte: Folha de SP


20 de abril de 2017

Metrô terá operação diferenciada no feriado prolongado de Tiradentes

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Nesta sexta-feira (21), feriado de Tiradentes, e no próximo domingo (23), as Linhas 15-Prata do Monotrilho, 4-Amarela, que é operada pela concessionária ViaQuatro, e 3-Vermelha terão estratégias diferenciadas de operação.

Na Linha 4-Amarela (Butantã - Luz), para continuidade das obras civis no mezanino metálico da futura estação Higienópolis-Mackenzie, tanto no feriado quanto no domingo, as estações República e Luz permanecerão fechadas durante todo o dia. Os passageiros poderão utilizar o próprio sistema metroviário para realizar seus trajetos.

Quem embarcar nas estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Fradique Coutinho com destino às estações República e Luz deverão desembarcar na estação Paulista e seguir viagem usando a integração com a Linha 2-Verde. Já os passageiros com destino a Linha 4-Amarela, que estiverem tanto na estação Luz, da Linha 1-Azul, quanto na estação República, da Linha 3-Vermelha, devem seguir até a estação Consolação, da Linha 2-Verde, onde será possível transferir-se para a Linha 4 e prosseguir viagem pelo sistema. A operação nas demais estações da Linha 4-Amarela no trecho entre as estações Paulista-Butantã será normal. As estações República (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul) do Metrô funcionam normalmente.

Na Linha 15-Prata (Oratório - Vila Prudente), em função de testes no sistema de controle de trens, as estações Vila Prudente e Oratório ficarão fechadas na sexta-feira (21) e no domingo (23), das 4h40 às 16 horas. Nesse período, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que circularão no trecho entre as duas estações até o início da operação.

Paese sobre trilhos na Linha 3-Vermelha

Outra estratégia programada para sexta-feira e domingo será implantada em três estações da Linha 3-Vermelha. Para atender os usuários da CPTM, que terá circulação paralisada na Linha 11-Coral para realização de obras, no feriado e no domingo, as áreas de transferência gratuita das estações Corinthians-Itaquera, Tatuapé e Brás serão abertas a partir das quatro horas da manhã. Com isso, os usuários da CPTM poderão utilizar o sistema metroviário para se deslocar por estas três estações. Já os usuários do Metrô serão atendidos a partir das 4h40, horário habitual de abertura de todas as estações metroviárias.

Retorno do feriado terá antecipação de horário

Na segunda-feira (24/04), dia de retorno do feriado prolongado de Tiradentes, a abertura das estações metroviárias das linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 2- Verde (Vila Prudente-Vila Madalena), 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda) e 4-Amarela (Butantã -Luz), que é operada pela concessionária ViaQuatro, será antecipada para as 4 horas - 40 minutos mais cedo do que o habitual. A medida tem por objetivo atender os usuários que desembarcam na capital pelos terminais rodoviários Tietê e Jabaquara (integrados à Linha 1-Azul) e Barra Funda (integrado à Linha 3-Vermelha). Nas linhas 5-Lilás (Capão Redondo - Adolfo Pinheiro) e 15-Prata (Oratório -Vila Prudente), a abertura das estações ocorrerá no horário habitual, ou seja, às 4h40.

Para informar sobre as mudanças programadas, haverá emissão de mensagens sonoras pelos sistemas de som das estações e dos trens, colocação de cartazes e publicação de informativos nas redes sociais.
O Metrô recomenda aos usuários que programem suas viagens e adquiram os bilhetes antecipadamente.

Em caso de dúvidas, os usuários têm à disposição a Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), que atende diariamente, das 5h30 às 23h30. Já a Central de Atendimento da Via Quatro (0800 770 7100) atende de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22 horas, e aos sábados e domingos, das 8h às 18 horas.

Metro

Estações Luz e República estarão fechadas nos dias 21 e 23

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Os passageiros devem ficar atentos a mudanças na operação da Linha 4-Amarela neste feriado de Tiradentes, sexta-feira, dia 21, e no domingo, dia 23. As estações Luz e República estarão fechadas para embarque e desembarque durante toda a operação comercial (4h40 à meia-noite).

A restrição operacional ocorrerá para execução de obras na futura estação Higienópolis-Mackenzie, sob responsabilidade da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô.

Os passageiros poderão utilizar o próprio sistema metroviário para realizar seus trajetos. Os usuários que entrarem nas estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Fradique Coutinho com destino às estações República e Luz devem desembarcar em Paulista e seguir viagem usando a integração com a Linha 2-Verde do Metrô.

Na estação Luz, os passageiros devem utilizar a integração com a Linha 1-Azul do Metrô. Quem estiver na estação República pode fazer a transferência para a Linha 3-Vermelha do Metrô para prosseguir sua viagem pelo sistema. As estações República (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul) do Metrô funcionam normalmente.

Com a operação diferenciada deste domingo, a orientação aos usuários será reforçada em toda a Linha 4-Amarela com cartazes, mensagens sonoras e veiculação de informações nos monitores de TV das estações, plataformas e trens. A equipe de atendimento também está preparada para auxiliar os usuários nos deslocamentos, minimizar os impactos das mudanças e garantir a segurança.

Informações adicionais podem ser obtidas na Central de Atendimento (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h, sábado e domingo, das 8h às 18h.

Outros canais de comunicação também estão à disposição, como a Ouvidoria (ouvidoria@viaquatro.com.br) e o Fale Conosco no link http://www.viaquatro.com.br/fale-conosco.

ViaQuatro
As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do blog Diário da CPTM.
Observações:

  • Último trem do terminal de Jundiaí para Francisco Morato tem partida programada às 23h30.
  • A transferência entre linhas é garantida desde que o usuário esteja em sua última estação de transferência até as 00h. Para mais informações, confira o Regulamento de Viagem. ​​​​
De domingo a 6ª feira, das 4h à meia-noite, e aos sábados das 4h à 1h (sentido único, do centro de São Paulo para os bairros e municípios da Região Metropolitana).