26 de setembro de 2016

Metrô lança concurso público para diversos cargos

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As vagas são para candidatos com ensino superior, médio, técnico e fundamental completos

A partir do dia 27/9 (terça-feira), o Metrô de São Paulo lança um concurso público destinado ao preenchimento de 40 vagas e formação de cadastro reserva. As inscrições poderão ser feitas pelo site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br), de 27/09/2016 até 20/10/2016.

Para participar do concurso, os interessados devem ter formação em ensino superior, médio, técnico e fundamental, conforme o cargo pretendido.  As taxas variam entre R$ 105, R$ 75 e R$ 55, de acordo com o nível de escolaridade da função.

As vagas serão para: advogado júnior, engenheiro da segurança do trabalho, médico, auxiliar de enfermagem, técnico da segurança do trabalho, técnico de sistemas metroviários I – Civil, Elétrica, Eletrônica e Mecânica, técnico de restabelecimento corretiva I – Elétrica, Eletrônica e Mecânica, operador do transporte metroviário I, oficial de manutenção de instalações I, oficial de manutenção industrial - Elétrica, Mecânica, Pintura, Serralheria e Solda – e – usinador ferramenteiro.

As horas de trabalho semanais estão relacionadas com o cargo pretendido, sendo que as jornadas poderão ser de 20 ou 40 horas. Inclusive, alguns cargos serão em turnos e/ou escalas de revezamento.

O edital completo será publicado nesta terça-feira, dia 27, no Diário Oficial Empresarial do Estado de São Paulo, e também ficará disponível nos sites do Metrô (http://www.metro.sp.gov.br/metro/trabalhe-conosco/concurso-publico.aspx) e da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br).

Etapas do concurso

Os candidatos a todos os cargos terão que realizar prova objetiva, comprovação de pré-requisitos, avaliação médica e processo admissional. A aplicação da prova está prevista para o dia 27 de novembro deste ano e será realizada na cidade de São Paulo.

Benefícios

O Metrô oferece salários compatíveis com os praticados no mercado e diversos benefícios, tais como: auxílio alimentação, auxílio refeição, plano de saúde (médico e odontológico) extensivo aos dependentes legais (opcional), seguro de vida em grupo (opcional), previdência suplementar (opcional), e bilhete de serviço (que permite o acesso gratuito ao sistema metroferroviário).

20 de setembro de 2016

Alstom apresenta seu trem Coradia iLint zero emissão de carbono na InnoTrans 2016

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A Alstom apresentou hoje seu trem zero emissão de carbono na InnoTrans, maior feira da indústria ferroviária, realizada em Berlim entre os dias 20 e 23 de setembro de 2016.

Apesar de inúmeros projetos de eletrificação em vários países, uma parte significativa da rede ferroviária da Europa continuará não eletrificada em longo prazo. Em muitos países, o número de trens a diesel em circulação ainda é alto – mais de quatro mil carros na Alemanha, por exemplo.

O Coradia iLint é um novo trem regional, livre de emissões de CO2 e uma alternativa ao abastecimento a diesel. Ele é movido a células de combustível de hidrogênio, e suas únicas emissões são vapor e água condensada, enquanto opera a baixos níveis de ruído. A Alstom é uma das primeiras fabricantes ferroviárias do mundo a desenvolver um trem de passageiros baseado nessa tecnologia. Para tornar a implementação do Coradia iLint o mais simples possível para as operadoras, a Alstom oferece um pacote completo, composto por trem e manutenção, além de toda a infraestrutura de hidrogênio, de uma única fonte, graças à ajuda de parceiros.

Esse lançamento segue a assinatura das Cartas de Intenção em 2014 com as regiões alemãs da Baixa Saxônia, Norte da Rhine-Westphalia, Baden-Württemberg, e as Autoridades de Transporte Público de Hesse para o uso de uma nova geração de trens com zero emissão de carbono equipados com unidade de célula de combustível.

”A Alstom tem orgulho de lançar uma inovação revolucionária na área de transporte limpo, que irá complementar sua linha Coradia de trens regionais. Isso demonstra nossa capacidade de trabalhar em estreita colaboração com os nossos clientes e desenvolver um trem em apenas dois anos,” declarou Henri Poupart-Lafarge, Chairman e CEO da Alstom.

A linha Coradia de trens regionais modulares da Alstom tem um histórico comprovado de mais de 16 anos. Mais de 2.400 trens foram vendidos ao redor do mundo, e demonstram uma alta taxa de disponibilidade. O Coradia iLint é baseado no trem a diesel de serviço comprovado Coradia Lint 54. Ele será fabricado em Salzgitter, na Alemanha, maior unidade da Alstom.

Além disso, no estande da Alstom, é possível embarcar em uma jornada para descobrir como a empresa domina todas as fases dos projetos ferroviários de seus clientes – desenho, construção, operação, manutenção e renovação – através de exemplos tangíveis. A empresa demonstrará a modularidade de sua linha de alta velocidade Avelia através de um configurador prático. Os visitantes terão a oportunidade de experimentar um centro de controle, ver como um AGV é reparado, e descobrir como funciona a renovação de trens.

Alstom

16 de setembro de 2016

Obras de modernização circulação dos trens neste fim de semana

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Confira a programação e antecipe sua viagem

Neste final de semana, dias 17 e 18 de setembro, a CPTM prosseguirá com as obras de modernização em suas linhas. Por isso, os trens circularão com maiores intervalos em trechos e horários específicos. Confira a programação e planeje sua viagem:

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato)Sábado: das 20h até meia-noite, serão realizados serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Perus e Caieiras. O intervalo médio dos trens entre Luz e Pirituba será de 15 minutos e, entre Pirituba e Francisco Morato, de 30 minutos.

Domingo: das 4h até meia-noite, haverá intervenções nos equipamentos de via permanente e obras de modernização no sistema de rede aérea entre as estações Perus e Caieiras. O intervalo médio dos trens entre Luz e Pirituba será de 15 minutos e, entre Pirituba e Francisco Morato, de 30 minutos.

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi)

Domingo:  das 4h até meia-noite, serão realizadas obras de modernização da Estação Quitaúna. Também serão realizados, das 9h às 18h, serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Santa Terezinha e Antonio João. Durante toda a operação, o intervalo médio dos trens será de 20 minutos entre as estações Júlio Prestes e Itapevi.

Linha 9-Esmeralda (Osasco – Grajaú)

Domingo: das 4h até meia-noite, ocorrerão serviços de manutenção no sistema de rede aérea entre as estações Cidade Universitária e Pinheiros e, das 4h às 15h, serão realizadas obras de modernização na rede aérea entre as estações Morumbi e Granja Julieta. Durante toda a operação, o intervalo médio dos trens será de 25 minutos em toda a linha.    

Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra)

Domingo: das 4h às 15h, devido a serviços realizados pela empresa MRS nas proximidades da Estação Rio Grande da Serra, o intervalo médio entre os trens será de 20 minutos entre as estações Mauá e Rio Grande da Serra.

Extensão Linha 11-Coral (Guaianases – Estudantes)

Domingo: das 4h às 7h, serão realizados serviços no sistema de rede aérea, nas proximidades da Estação Suzano. Das 7h às 18h, serão realizados trabalhos de demolição da plataforma provisória da Estação Poá. E, das 7h até meia-noite, também ocorrerão intervenções nos equipamentos de via nas proximidades da Estação Poá. Durante horário comercial, o intervalo médio dos trens será de 22 minutos entre as estações Guaianases e Estudantes.

 Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

Sábado: das 20h até meia-noite, ocorrerão obras de modernização no sistema de rede aérea entre as estações USP-Leste e Comendador Ermelino. Nesse período, o intervalo médio dos trens será de 35 minutos em toda a linha.

Domingo: das 4h até meia-noite, prosseguirão as obras de modernização no sistema de rede aérea entre as estações USP-Leste e Comendador Ermelino. Também serão realizados serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Itaquaquecetuba e Aracaré. O intervalo médio dos trens será de 35 minutos em toda a linha.

Desafio: A CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Em caso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário: 0800 055 0121.

13 de setembro de 2016

Plano de Covas para o metrô previa rede de 284 km até 2020

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Em 2000, o então governador lançou plano que previa investir cerca de R$ 30 bilhões no metrô

 Imagine uma linha de metrô ligando a capital de São Paulo à cidade de Bauru, no centro-oeste paulista. Agora, imagine esses 284 kms de trilhos com trens de alta capacidade distribuídos em uma gigantesca rede conectando todas as regiões da Grande São Paulo. Imaginou? O governo de São Paulo também.

Em julho de 2000, o então governador Mário Covas (PSDB) lançou o primeiro Pitu (Plano Integrado de Transportes Urbanos) que previa investir cerca de R$ 30 bilhões para construir 173,4 km de metrô e outros 52,2 km monotrilho até 2020, quando a rede de São Paulo chegaria aos 284 km de extensão, o que seria hoje a oitava maior do mundo — é a 35ª.

Passados 16 anos, muitos projetos foram para a gaveta, como o da Linha 8-Rosa (Raposo Tavares-Vila Guilherme) e o da Linha 23-Preta (Pari-São Miguel). Outros mudaram de cor, como a Linha 15-Prata (Vila Prudente-Cidade Tiradentes). E os que começaram acumulam atrasos e ainda não foram concluídos completamente.

O saldo é que São Paulo tem uma rede de 78,4 km — que em linha reta levaria apenas até Itu —, e com previsão de chegar em 2020 com 109,1 km, ou seja, só 38% do previsto no Pitu de Covas. À época, São Paulo tinha 49,2 km em três linhas de metrô: 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. As linhas 5-Lilás e 4-Amarela foram inauguradas parcialmente em 2002 e 2010, respectivamente, e um pequeno trecho de 2,3 km da Linha 15 em 2014.

Para os próximos quatro anos, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu mais 31,6 km de metrô, com a entrega parcial da Linha 17-Ouro (Congonhas-Morumbi) e as extensões da Linha 4 até Vila Sônia, da Linha 5 até Chácara Klabin e da Linha 15 até São Mateus, na zona leste.

Obra parada do Metrô assombra moradores

O então secretário de Transportes Metropolitanos do governo Covas, Cláudio de Senna Frederico, ressaltou à época que, para que as obras fossem concluídas dentro do prazo, o Pitu precisaria ser adotado por todas as prefeituras da Grande São Paulo e pelo governo federal, o que não ocorreu.

Além do metrô, o plano previa também a ampliação da rede da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a construção do Rodoanel e a criação do pedágio urbano, entre outros projetos.

Já em 2005, no governo Alckmin, o Pitu ganhou uma versão mais enxuta, com planejamento para 2025. É com este plano que o Metrô trabalha hoje. Nele, a previsão de expansão da rede metroviária é de 110 km em 20 anos, ou seja, sobre a rede existente em 2005, que tinha 57,6 km de extensão.

Previsão

Segundo a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos, estão previstos mais 46,9 km até 2021, com a conclusão da Linha 6-Laranja (Brasilândia-São Joaquim), paralisadas nesta semana pela concessionária responsável pelas obras. "Somando o que já foi feito com o que está em andamento e previsto para ser a entregue antes de 2025, serão totalizados 67,7 km de novas linhas dos 110 km previstos (61,5%), com a possibilidade de novas obras serem iniciadas e concluídas nestes próximos 10 anos", afirma.

Ainda de acordo com a pasta, o governo Covas já havia afirmado há 16 anos que o Pitu 2020 não era um "plano acabado" e que continha "premissas e informações finitas, conhecidas em determinado tempo, com determinados recursos". Segundo o governo, "o planejamento da expansão de um sistema de alto investimento como o metrô está sujeito à disponibilidade orçamentária de cada ano fiscal que varia conforme a realidade econômica do país". Em todo esse período, foram investidos R$ 23,5 bilhões.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Metrô negocia mais R$ 108 milhões em dívidas

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Negociação é feita com consórcios contratados em 2009 para reformar 98 trens

 O Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo) reconheceu mais duas dívidas milionárias com consórcios contratados em 2009 para reformar 98 trens das linhas 1-Azul e 3-Vermelha. Os débitos somam R$ 108 milhões e o pagamento em parcelas até abril de 2017 foi negociado com a Alstom Brasil Energia e Transporte, empresa acusada pelo Ministério Público Estadual (MPE) de integrar um cartel para fraudar licitações de metrô e trens durante os governos José Serra e Geraldo Alckmin, ambos do PSDB. Com isso, as dívidas do Metrô acumuladas com fornecedores já chegam a R$ 150 milhões.

O maior débito, no valor de R$ 70,8 milhões, é com o Consórcio Reformas Metrô (Alstom e Iesa), para "modernização" de 22 trens e fornecimento de equipamentos na Linha 3. Outra dívida, de R$ 37,5 milhões, é com o Consórcio Modertrem (Alstom e Siemens), para reforma de 25 trens da Linha 1.

Na segunda-feira (12) o jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o Metrô já havia negociado pagamento de R$ 41 milhões de dívidas com o Consórcio BTT (Bombardier, Temoinsa e Tejofran), contratado para reformar 26 trens da Linha 1.

O Metrô afirmou, em nota, que "o procedimento é totalmente legal e previsto nas relações com fornecedores de serviços e obras" e que "não há qualquer prejuízo" à empresa e "nos serviços prestados aos usuários com os parcelamentos".

Plano de Covas para o metrô previa rede de 284 km até 2020

Ao todo, o Metrô assinou quatro contratos em abril de 2009 para reforma de 98 trens no valor de R$ 1,7 bilhão. Até agora, 80 trens já foram reformados. Segundo denúncia feita pelo MPE à Justiça em 2015, houve conluio entre as empresas para dividir as contratações e os valores apresentados na licitação tiveram sobrepreço de R$ 122 milhões. Seis executivos das empresas viraram réus. O Metrô afirmou à época que a denúncia não envolvia nenhum funcionário da estatal, que não compactua com irregularidades e colabora com a Justiça.

Na segunda-feira, o jornal O Estado de S. Paulo mostrou que, por causa de uma crise financeira, com quedas de repasses do governo Alckmin e no número de passageiros, além dos atrasos nas obras, o Metrô tem alterado a ordem de pagamentos a fornecedores para evitar despejos dos canteiros.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do blog Diário da CPTM.
A transferência entre linhas é garantida desde que o usuário esteja em sua última estação de transferência até as 00h.
Funcionamento das estações: das 4h às 00h (segunda a sexta e domingos) e das 4h à 1h (sábados)
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OBS: último trem do terminal de Jundiaí para Francisco Morato tem partida programada às 23h30.