4 de março de 2015

Entenda como funciona o passe livre para estudantes

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Cadastramento para gratuidade no Metrô, EMTU e CPTM começou nesta segunda-feira, 2

Começou na última segunda-feira, 2, o cadastramento para gratuidade estudantil no Metrô, na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e nos ônibus da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos).

A lei sancionada pelo governador Geraldo Alckmin no dia 19 de fevereiro concede passe livre na quantidade de 2 viagens por dia (não cumulativas), até o limite de 48 viagens gratuitas por mês para estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública.

Também têm direito ao benefício estudantes de curso superior que comprovem renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo, bolsistas do Prouni, financiados pelo Fies, integrantes do Programa Bolsa Universidade ou atendidos por programas governamentais de cotas sociais. 

O direito se estende aos estudantes de cursos públicos ou privados técnicos, tecnológicos e profissionalizantes, que comprovem renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo nacional. Estudantes que não se enquadram em nenhum dos requisitos acima permanecem com direito a 50% da gratuidade.

Capital
No caso do Metrô e da CPTM, a gratuidade é válida no Bilhete Único Estudante. Primeiro, a instituição de ensino deve encaminhar à SPTrans, responsável por gerenciar o Bilhete Único, os dados do estudante. É a escola quem irá informar se o aluno está inscrito em um dos programas aceitos e informará os dados cadastrais e endereço residencial.

Com base nesses dados, a SPTrans fará uma análise sobre se o aluno terá direito ao passe escolar tendo como base três aspectos: a escola tem de estar localizada na cidade de São Paulo ou em municípios atendidos pela CPTM; o aluno deve morar a pelo menos um quilômetro de distância da unidade de ensino; deve haver ligação por transporte coletivo entre a escola e a residência do estudante.

Depois disso, o estudante deve acessar o sistema da SPTrans (http://estudante.sptrans.com.br) para verificar se sua escola já enviou os dados, além de preencher a declaração de renda, se for o caso. Somente partir do envio desses dados o cartão poderá ter a gratuidade ativada pelo sistema, que creditará as cotas a partir de 9 março, prazo necessário para as adequações tecnológicas do sistema.

A recomendação é que o estudante aguarde até o dia 9 de março para fazer a carga/recarga da gratuidade integral.

Após a habilitação da gratuidade, o estudante deve inserir o cartão em um equipamento de recarga de Vale-Transporte/Consulta de Saldo, presente em todas as estações do Metrô, ou postos da rede credenciada da SPTrans de forma a liberar os créditos das viagens gratuitas.

Regiões metropolitanas
No caso das linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU haverá um prazo de 30 dias a partir da publicação da Resolução (27/02) para a concessão do passe livre estudantil, pois é necessário criar os mecanismos tecnológicos para a emissão do benefício junto às operadoras nas quatro regiões metropolitanas de São Paulo.

Da Assessoria de Imprensa do Metrô e Portal do Governo do Estado

3 de março de 2015

Alstom inaugura sua primeira linha de produção de VLTs na América Latina

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A Alstom inaugurou uma nova linha de produção dedicada ao Citadis, seu modelo de Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), em Taubaté, no interior de São Paulo. 

A cerimônia de inauguração contou com a presença de autoridades locais, representantes da companhia e Henri Poupart Lafarge, Presidente mundial da Alstom Transport. Essa nova linha de produção – na qual a Alstom investiu cerca de R$ 50 milhões – atenderá ao mercado brasileiro e, em um futuro próximo, à América Latina, onde os projetos de VLTs estão a todo vapor. Quando estiver em operação plena, a fábrica irá gerar cerca de 150 empregos diretos.

Os primeiros VLTs a serem produzidos em Taubaté são parte dos 32 trens modelo Citadis encomendados para a cidade do Rio de Janeiro, para o consórcio do VLT Carioca, em setembro de 2013[1]. Esse contrato é parte do projeto Porto Maravilha, liderado pelo município, para modernizar a zona portuária do Rio. A expectativa é que os modais sejam entregues entre 2015 e meados de 2016, a tempo para os Jogos Olímpicos.

“Mais do que um modelo de transporte, o Veículo Leve sobre Trilhos redesenha as cidades e oferece à população uma mobilidade sustentável, confortável e acessível. Esse sistema já foi adotado por um grande número de cidades em todo o mundo nas últimas décadas. Sem dúvida, essa tendência está começando agora no Brasil e, por isso, a Alstom investiu em uma nova linha de produção, para acompanhar novos projetos de VLTs, não só para o Brasil, mas também para toda a América Latina", afirma Michel Boccaccio, Vice-Presidente Sênior da Alstom Transport na América Latina.
A nova fábrica possui cerca de 16 mil metros quadrados e é capaz de produzir de 7 a 8 trens por mês. A unidade preza por boas práticas ambientais e utilizará, por exemplo, água proveniente de chuva para os testes feitos com água nos trens.

A Alstom já vendeu 1.900 Citadis para 49 cidades ao redor do mundo. 1500 já estão em circulação e já transportaram mais de 6 bilhões de passageiros.

[1] A Alstom fornecerá 32 VLTs Citadis sem catenária juntamente com fonte de alimentação, sistemas de sinalização e telecomunicações
Sobre a Alstom Transport

Promovendo a mobilidade sustentável, a Alstom Transporte desenvolve e comercializa a mais completa gama de sistemas, equipamentos e serviços do setor ferroviário. A Alstom Transporte administra sistemas inteiros de transporte, incluindo material rodante, sinalização e infraestrutura, além de oferecer soluções “turnkey”. A Alstom Transporte registrou vendas de 5,9 bilhões de euros no ano fiscal 2013/ 2014. Está presente em mais de 60 países e emprega 28.300 pessoas.

Enviado por Alstom, especialmente para o Diário da CPTM

2 de março de 2015

Trem da Linha 7-Rubi da CPTM circula com portas abertas

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Falha registrada por passageiros ocorreu na manhã desta segunda (2).
SPTV contabilizou 20 panes na linha em 2015; CPTM diz que foram 4.

Um trem da CPTM andou por duas estações com as portas abertas na manhã desta segunda-feira (2). A falha registrada pelos passageiros é mais uma da Linha 7-Rubi que, pela contagem do SPTV, já teve 20 problemas esse ano.

O assistente comercial Diego Marques estava no trem e filmou a cena. O problema ocorreu por volta das 7h30. “Quando chegou em Pirituba eles pediram para evacuar o trem e sair, mas o trem andou todo o percurso com porta aberta”, relata.

Com uma faixa amarela no local da porta e dois seguranças da Companhia na frente, o trem saiu da estação Jaraguá, passou pela Vila Clarice e parou em Pirituba.

A plataforma da estação Pirituba ficou lotada. A auxiliar administrativa Cibele Rodrigues também registrou a cena. Ela mora em Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, e pega a Linha Rubi todos os dias. Segundo a jovem, as penas são diárias. “Três quatro vezes na semana, praticamente é sempre, é constante.”

A CPTM tem cinco linhas que por dia fazem 2600 viagens. Na contagem feita pelo SPTV, a rede apresentou 55 falhas esse ano – 20 só na Linha 7-Rubi que vai de Jundiaí até a Luz.

A maioria das falhas é nos trens. Foram problemas nas portas, nos freios, no sistema de energia que alimenta as composições. Na conta não entram os problemas causados por alagamentos como o da semana passada, que gerou confusão na Estação Palmeiras-Barra
Funda.

O caso mais grave registrado pelo SPTV esse ano foi um incêndio em um vagão, na Estação Ribeirão Pires, da linha Turquesa, no ABC. Os passageiros saíram desesperados. Alguns passaram mal.
O porta voz da CPTM diz que os seguranças agiram de forma correta ao desocupar o trem só na estação Pirituba. E que a Linha 7-Rubi teve quatro falhas notáveis esse ano.

G1

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Funcionamento das estações: (*) das 4h às 00h (segunda a sexta e domingos) e das 4h à 1h (sábados)

NOTA: A CPTM garante ao usuário a transferência entre linhas, desde que esteja em sua última estação de transferência até as 00h00


(*) Último trem do terminal de Jundiaí para Francisco Morato tem partida programada às 23h30.