SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Cidades inteligentes já são realidade, mas é necessário investir em capacitação de profissionais e tecnologia

Um dos movimentos mais recentes do avanço tecnológico no Brasil é o investimento no que chamamos de cidades inteligentes. As smart cities nada mais são do que municípios que se modernizam e criam ecossistemas com soluções capazes de torná-los cada vez mais integrados por meio da tecnologia, resultando em ambientes mais eficientes, econômicos e sustentáveis a fim de possibilitar uma atuação mais rápida e assertiva por parte dos órgãos públicos, principalmente no que diz respeito às necessidades básicas da população, como segurança, mobilidade urbana e saneamento básico, por exemplo.

Para se ter uma ideia de como esse conceito já está implementado no Brasil, o país já conta com cerca de 30 cidades inteligentes, segundo um ranking feito pela Connected Smart Cities, sendo as cinco primeiras da lista São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Brasília (DF) e Vitória (ES). São municípios que se enquadram em critérios como o alcance do saneamento básico, o bom funcionamento de serviços de saúde e até a cobertura de internet banda larga e sinal 4G e 5G. Entretanto, várias outras questões influenciam na construção de uma cidade inteligente.

Projetos de infraestrutura, que vão desde a construção e melhoramento de portos e aeroportos até um investimento em canais de esgoto, mobilidade urbana, avanço da construção civil e reformulações mais assertivas de planos diretores que afetam todo o campo, entre outros, fazem parte do pacote de setores que compõem um município tecnologicamente mais avançado e eficiente. Estações de metrô que atendem um território extenso, ciclovias em mais áreas da cidade e até sistemas de iluminação pública sustentável e semáforos inteligentes estão entre as obras mais comuns e que as pessoas podem não associar com a construção das smart cities, mesmo sendo itens essenciais.

Para isso, é necessário avançarmos na capacitação constante e aprimoramento técnico de profissionais como topógrafos, cartógrafos, geólogos, engenheiros agrimensores, civis e elétricos, além de muitos outros trabalhadores de segmentos que compõem toda a cadeia necessária para a concepção desses projetos. Além disso, é preciso investir em tecnologia para assegurar que os aportes feitos em cidades inteligentes sejam assertivos e tenham o resultado esperado em melhor qualidade de vida à população.

Os municípios classificados como inteligentes não se limitam apenas às transformações tecnológicas aplicadas em determinados locais ou a construções mais novas do que as que já estavam lá, mas também contribuem para a empregabilidade de mão de obra qualificada e é assim que se tornará possível, com o tempo, termos cidades cada vez mais sustentáveis, tecnológicas e integradas.

*Fernanda Braga é gerente administrativa da APAT - Associação de Profissionais de Agrimensura e Topografi

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