SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
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4h–0h
Turquesa
Operando
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4h–0h
Coral
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4h–0h
Safira
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4h–0h
Jade
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4h–0h
Diamante
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9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
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1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
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4h40–0h
Verde
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Vermelha
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4h40–0h
Amarela
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Lilás
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4h40–0h
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Em Construção
Laranja
Em Construção
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Em Construção
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16h–0h
Aeromovel GRU
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Expresso Aeroporto
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PM joga bombas no metrô de SP para conter manifestantes

A manifestação do Movimento Passe Livre (MPL), realizada ontem terça-feira (27) na Zona Oeste da capital paulista, contra o aumento da tarifa do transporte coletivo municipal de R$3 para R$3,50 durou mais de três horas e terminou sem confrontos com a polícia, ao contrário dos protestos anteriores. Porém, os manifestantes foram surpreendidos por bombas de gás lacrimogênio e cassetetes da Polícia Militar ao entrar na estação Faria Lima quando o ato terminou.

 

Com a justificativa de conter manifestantes que supostamente tentaram impedir os usuários do metrô de passar pelas catracas, a PM agiu com truculência. Seis bombas foram lançadas ao mesmo tempo dentro da estação por volta das 22h, além de manifestantes que voltavam para casa, havia outras centenas de passageiros, que também não foram poupados pela violência policial.

 

Com gás lacrimogêneo e golpes de cassetete a polícia tentou “dispersar” os manifestantes em um ambiente completamente fechado. Sem ter para onde fugir, a confusão aumentou. Uma pessoa ficou ferida, vidros e catracas foram quebrados. Um repórter do jornal O Estado de São Paulo foi atingido por bala de borracha, ainda fora da estação.

 

De acordo com a major que coordenou a ação, Dulcinéia Lopes, foram destacados 350 policias, 60 carros e 46 motocicletas para conter a manifestação caso a PM julgasse necessário. Antes de começar o ato, os manifestantes e a polícia entraram em acordo quanto ao trajeto que seria feito.

 

Porém, a violência policial em protestos não é novidade, recentemente o governador Geraldo Alckmin vetou o projeto que previa o fim do uso de balas de borracha para conter manifestantes. Considerada uma “arma não letal”, a bala de borracha pode causar ferimentos irreversíveis, é o caso do fotógrafo Sérgio Silva que perdeu um olho ao ser atingido pela polícia enquanto cobria uma manifestação.

 

O ato do MPL começou por volta das 19h no Largo da Batata, passou pela avenida Faria Lima, Marginal Pinheiros e voltou ao ponto inicial, sem depredações ou confrontos com a polícia. De acordo com a PM a manifestação contou com mil manifestantes, o MPL fala em cinco mil.

 

Do Portal Vermelho,

Mariana Serafini, com agências

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