Diário da CPTM é o portal mais completo sobre transporte público em São Paulo, com notícias atualizadas 24 horas. Criado em 2010, o portal tem mais de 16 anos acompanhando a mobilidade paulista e trazendo informações sobre CPTM, Metrô SP, Trivia Trens, TicTrens, LinhaUni, ViaQuatro e ViaMobilidade. Aqui você encontra horários, obras, interrupções, mudanças operacionais e todas as novidades que impactam quem utiliza trens, metrô e monotrilhos.
SITUAÇÕES DAS LINHAS
6
Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17
Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG
Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7
Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10
Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11
Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12
Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13
Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8
Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9
Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1
Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2
Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3
Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4
Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5
Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15
Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA
Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.
Bombardier inicia fabricação de monotrilhos em abril
A Bombardier irá iniciar a produção dos monotrilhos que atenderão a Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo neste mês. De acordo com André Guyvarch, presidente da Bombardier no Brasil, a empresa realizará uma solenidade no dia 13/04 para inaugurar a fábrica de monotrilhos, em Hortolândia, no interior de São Paulo. O evento deverá contar com a presença do governador do estado, Geraldo Alckmin.
Para instalar o centro de tecnologia para a produção de monotrilhos, a fabricante canadense expandiu sua fábrica em Hortolândia, e até o final de 2012 deverá duplicar o número de funcionários na filial brasileira, chegando a 600 pessoas.
O contrato com o Metrô de São Paulo prevê o fornecimento de 54 trens de sete carros, sendo que 27 irão operar no trecho entre Vila Prudente e São Matheus e os outros 27 no trecho entre São Mateus e Cidade Tiradentes, na zona leste da cidade. Os monotrilhos serão de alta capacidade, podendo tranportar até 48 mil passageiros por hora/sentido.
Com velocidade média comercial de 35 km/h, 90 segundos de intervalo entre trens e capacidade para transportar 1.000 passageiros por veículo, o monotrilho da Linha 2-Verde deverá atender a uma demanda diária de 550 mil passageiros por dia.
Fonte: RF
Primeira fase da Linha 17 - Ouro deve ficar pronta para a Copa
O secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, afirmou na quinta-feira (29/03) que a primeira fase do monotrilho da Linha 17-Ouro, que ligará o aeroporto de Congonhas à estação Morumbi da CPTM, deve ser concluída até a Copa. De acordo com o secretário, mesmo com a demora para receber a licença ambiental – que foi liberada no último dia 21 – os esforços do Governo serão para que não haja mais atrasos na obra. “A luta é para que a primeira fase seja concluída até junho de 2014, pois é um trecho que não tem grandes problemas de desapropriações”, disse Jurandir.
O impulso para a execução do projeto vem após a autorização do início das obras, que foi assinada pelo governador Geraldo Alckmin também na quinta-feira, 29/03. Antes disso, o secretário Jurandir Fernandes havia criticado a demora na execução da linha, que estaria quase um ano atrasada devido aos entraves ambientais e aos grupos que manifestaram oposição ao monotrilho. “Virou uma luta política”, afirmou Fernandes na época.
Agora, a expectativa é concretizar os 8 quilômetros e 8 estações da primeira fase até a Copa do Mundo, para facilitar o acesso entre o aeroporto e a região hoteleira do entorno. Já a segunda fase, que estende o monotrilho até a estação Jabaquara da Linha 1-Azul do metrô, deve ser finalizada após mais um ano, em 2015. “É rápido porque canteiro de obras estará montado, as vigas do monotrilho são pré-moldadas e as estações serão modulares. O que pode causar atrasos são essas brigas judiciais e a oposição de alguns moradores. Mas estamos tentando mostrar que o impacto do monotrilho será muito pequeno”, explicou Fernandes.
Fonte: RF
Trem sem bala e sem velocidade
O TAV (Trem de Alta Velocidade) entre São Paulo e Rio de Janeiro, ou trem-bala, como é mais conhecido, é no mínimo motivo de preocupação e questionamentos. Será que isso é realmente importante? Será que é obra prioritária como o governo federal afirma? O modelo apresentado é o melhor, avaliando custo-benefício?
O projeto do TAV mostra que não houve clara caracterização e estudo dos problemas. Não foram analisadas outras alternativas, de menor custo, como trens de velocidade intermediária, mudança na estrutura aeroportuária, ampliação e recuperação de rodovias, reformulação de procedimentos de segurança de voo, redistribuição de voos entre aeroportos, conexão ferroviária entre os centros urbanos e aeroportos mais afastados, entre outros.
A mobilidade urbana, por exemplo, poderia ser melhorada com investimentos em metrô, VLT e corredores de transporte integrados poderiam apresentar melhor relação custo-benefício e, certamente, alcançariam grande massa de usuários de baixa renda, ao contrário do TAV, cujo público-alvo é de alta renda, o que representa a minoria da população. Avaliando custo e benefício, percebemos que ao invés do TAV, poderia ser feito o TVA (Trem de Velocidade Alta).
Mas qual a diferença? Enquanto o primeiro atinge 380 km/h e normalmente não chega ao seu pico de velocidade, o segundo percorre 250 km/h, mantendo constância, o que é mais viável. O mais importante é que o tempo de viagem mudaria pouco e o custo do projeto teria redução de 30%.
O que me estranha nessa história é que o governo federal esconde, ou por maldade não torna públicas, essas informações. Concordo que o Brasil precisa de novos meios de transporte de massa, o sistema aéreo não é suficiente, pois o País cresce a cada dia.
Estamos passando por bom momento econômico e com boas perspectivas para o futuro, mas temos que criar mecanismos viáveis e que sejam realizados de maneira correta e transparente.
O leilão do TAV Rio-São Paulo já foi adiado duas vezes, e quando foi realizado, em julho do ano passado, não houve interessados. Por isso o modelo de licitação foi alterado e o edital da primeira parte da licitação deve ser publicado em abril. Será que desta vez sai ou a marca do governo federal nesse projeto será o fracasso e a criação de trem sem bala e sem velocidade?
Diário do Grande ABC
O projeto do TAV mostra que não houve clara caracterização e estudo dos problemas. Não foram analisadas outras alternativas, de menor custo, como trens de velocidade intermediária, mudança na estrutura aeroportuária, ampliação e recuperação de rodovias, reformulação de procedimentos de segurança de voo, redistribuição de voos entre aeroportos, conexão ferroviária entre os centros urbanos e aeroportos mais afastados, entre outros.
A mobilidade urbana, por exemplo, poderia ser melhorada com investimentos em metrô, VLT e corredores de transporte integrados poderiam apresentar melhor relação custo-benefício e, certamente, alcançariam grande massa de usuários de baixa renda, ao contrário do TAV, cujo público-alvo é de alta renda, o que representa a minoria da população. Avaliando custo e benefício, percebemos que ao invés do TAV, poderia ser feito o TVA (Trem de Velocidade Alta).
Mas qual a diferença? Enquanto o primeiro atinge 380 km/h e normalmente não chega ao seu pico de velocidade, o segundo percorre 250 km/h, mantendo constância, o que é mais viável. O mais importante é que o tempo de viagem mudaria pouco e o custo do projeto teria redução de 30%.
O que me estranha nessa história é que o governo federal esconde, ou por maldade não torna públicas, essas informações. Concordo que o Brasil precisa de novos meios de transporte de massa, o sistema aéreo não é suficiente, pois o País cresce a cada dia.
Estamos passando por bom momento econômico e com boas perspectivas para o futuro, mas temos que criar mecanismos viáveis e que sejam realizados de maneira correta e transparente.
O leilão do TAV Rio-São Paulo já foi adiado duas vezes, e quando foi realizado, em julho do ano passado, não houve interessados. Por isso o modelo de licitação foi alterado e o edital da primeira parte da licitação deve ser publicado em abril. Será que desta vez sai ou a marca do governo federal nesse projeto será o fracasso e a criação de trem sem bala e sem velocidade?
Diário do Grande ABC
Começam obras da Linha 17 do Metrô
Um trecho da Avenida Jornalista Roberto Marinho será interditado a partir deste domingo para obras do monotrilho da Linha 17 do Metrô.
A faixa bloqueada fica do lado do canteiro central, no sentido da Marginal, entre as ruas Constantino de Souza e Princesa Isabel.
De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a interdição na avenida deve durar pelo menos dois anos.
Eband
Vítima de panes da CPTM devem ser indenizadas
Notícia sobre desrespeito ao consumidor pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) parece informe do tempo: todo dia há uma novidade.
Só esta semana, por duas vezes, as mazelas da companhia ferroviária mereceram destaque na imprensa.
Na última terça-feira os passageiros da Linha 7–Rubi (Jundiaí–Luz), sofreram os transtornos de mais de uma hora de paralisação, e na última quinta-feira novamente o caos: falha no sistema elétrico paralisou os trans entre as estações Pirituba e Luz, com direito a caminhada dos passageiros sobre os trilhos por cerca de dois quilômetros.
Pergunta: a CPTM ofereceu algum canal de atendimento para devolver o valor da passagem às pessoas que tiveram suas viagens interrompidas? Se o serviço não foi prestado, este não deve ser pago pelo contratante.
Alguns passageiros podem achar o valor insignificante (R$ 3), e dispensar o ressarcimento, mas muitos outros usuários optarão reaver o valor pago ou outro bilhete para a nova viagem, desde que CPTM devolva o dinheiro na própria estação onde a viagem foi interrompida ou na estação mais próxima de onde o passageiro teve de abandonar o trem.
Mais: como fica a situação de quem perdeu o dia de trabalho, perdeu algum negócio ou viagem em razão da pane no trem? Claro, além do valor passagem, o passageiro que comprovar alguma das perdas citadas deve ser ressarcido.
Da mesma forma, quem sofreu algum ferimento em razão de queda, empurrões ou outro acidente provocados pelo corre-corre ou tumultos resultantes das paralisações e panes ocorridas nos trens também tem o direito à reparação.
Esta pode ser restituição de despesas com tratamento, pensão provisória enquanto o consumidor está em recuperação médica ou até mesmo pensão vitalícia se ficar comprovado, por meio de perícia, que o passageiro acidentado sofreu perda permanente de capacidade para o trabalho.
Além dos danos materiais, os feridos também devem ser indenizados por dano moral e estético (problema na aparência física). O valor da reparação para os dois tipos de danos, tem variado entre R$ 20 mil a R$ 70 mil, além do valor das reparações citadas antes.
Quem acessar o site do Tribunal de Justiça de São Paulo (www.tjsp.jus.br) e pesquisar por CPTM, acidente e indenização encontrará mais de mil decisões da Corte, a maioria condenando a companhia de trens a pagar reparações.
Esse enorme acervo de decisões do TJ-SP revela uma longa e triste história de sofrimento e lesões dos humildes e anônimos passageiros da CPTM (daria livro!).
Mas ainda bem que os direitos desses pingentes, tratados como gado (ou pior) pelos mandarins – de ontem e de hoje – da governança estadual, têm merecido a atenção dos bons magistrados da citada Corte de Justiça, que acolhem em quase todos os casos o direito das vítimas das mazelas da CPTM.
Por exemplo, há um grande número de processos de pessoas (muitas vezes mulheres e idosos) que caíram no vão entre a plataforma e os vagões em razão do “empurra-empurra” da multidão na hora do embarque – além feridos em tumultos e correrias.
Em todos os casos, magistrados de primeira instância e os desembargadores do TJ-SP ignoram a ladainha da CPTM de que existem avisos sonoros e funcionários nas plataformas para atender os passageiros, dando a entender que são esses os culpados pelos danos. Nos processos a Justiça tem aplicado o Código do Consumidor, que impõe como dever da empresa de garantir a segurança aos usuários do serviço.
Por último, as vítimas da CPTM parecem esquecidas pelos órgãos e entidades de defesa do consumidor. O site do Procon, por exemplo, é um deserto sobre a enxurrada de lesões aos consumidores do serviço público em questão.
Josué Rios – colunista do Jornal da Tarde
Só esta semana, por duas vezes, as mazelas da companhia ferroviária mereceram destaque na imprensa.
Na última terça-feira os passageiros da Linha 7–Rubi (Jundiaí–Luz), sofreram os transtornos de mais de uma hora de paralisação, e na última quinta-feira novamente o caos: falha no sistema elétrico paralisou os trans entre as estações Pirituba e Luz, com direito a caminhada dos passageiros sobre os trilhos por cerca de dois quilômetros.
Pergunta: a CPTM ofereceu algum canal de atendimento para devolver o valor da passagem às pessoas que tiveram suas viagens interrompidas? Se o serviço não foi prestado, este não deve ser pago pelo contratante.
Alguns passageiros podem achar o valor insignificante (R$ 3), e dispensar o ressarcimento, mas muitos outros usuários optarão reaver o valor pago ou outro bilhete para a nova viagem, desde que CPTM devolva o dinheiro na própria estação onde a viagem foi interrompida ou na estação mais próxima de onde o passageiro teve de abandonar o trem.
Mais: como fica a situação de quem perdeu o dia de trabalho, perdeu algum negócio ou viagem em razão da pane no trem? Claro, além do valor passagem, o passageiro que comprovar alguma das perdas citadas deve ser ressarcido.
Da mesma forma, quem sofreu algum ferimento em razão de queda, empurrões ou outro acidente provocados pelo corre-corre ou tumultos resultantes das paralisações e panes ocorridas nos trens também tem o direito à reparação.
Esta pode ser restituição de despesas com tratamento, pensão provisória enquanto o consumidor está em recuperação médica ou até mesmo pensão vitalícia se ficar comprovado, por meio de perícia, que o passageiro acidentado sofreu perda permanente de capacidade para o trabalho.
Além dos danos materiais, os feridos também devem ser indenizados por dano moral e estético (problema na aparência física). O valor da reparação para os dois tipos de danos, tem variado entre R$ 20 mil a R$ 70 mil, além do valor das reparações citadas antes.
Quem acessar o site do Tribunal de Justiça de São Paulo (www.tjsp.jus.br) e pesquisar por CPTM, acidente e indenização encontrará mais de mil decisões da Corte, a maioria condenando a companhia de trens a pagar reparações.
Esse enorme acervo de decisões do TJ-SP revela uma longa e triste história de sofrimento e lesões dos humildes e anônimos passageiros da CPTM (daria livro!).
Mas ainda bem que os direitos desses pingentes, tratados como gado (ou pior) pelos mandarins – de ontem e de hoje – da governança estadual, têm merecido a atenção dos bons magistrados da citada Corte de Justiça, que acolhem em quase todos os casos o direito das vítimas das mazelas da CPTM.
Por exemplo, há um grande número de processos de pessoas (muitas vezes mulheres e idosos) que caíram no vão entre a plataforma e os vagões em razão do “empurra-empurra” da multidão na hora do embarque – além feridos em tumultos e correrias.
Em todos os casos, magistrados de primeira instância e os desembargadores do TJ-SP ignoram a ladainha da CPTM de que existem avisos sonoros e funcionários nas plataformas para atender os passageiros, dando a entender que são esses os culpados pelos danos. Nos processos a Justiça tem aplicado o Código do Consumidor, que impõe como dever da empresa de garantir a segurança aos usuários do serviço.
Por último, as vítimas da CPTM parecem esquecidas pelos órgãos e entidades de defesa do consumidor. O site do Procon, por exemplo, é um deserto sobre a enxurrada de lesões aos consumidores do serviço público em questão.
Josué Rios – colunista do Jornal da Tarde
Metrô põe fim à briga de torcidas em São Paulo
Há pelo menos três anos o Metrô não registra em suas estações e trens ocorrências graves envolvendo torcidas organizadas como a do último domingo, quando dois palmeirenses foram assassinados durante confronto entre torcedores da Mancha Alviverde (Palmeiras) e Gaviões da Fiel (Corinthians) após uma emboscada.
A fórmula não é mágica, mas fruto de muito estudo e reuniões, segundo Rubens Menezes, chefe do departamento de segurança do Metrô.
As torcidas organizadas são “blindadas” pelos agentes de segurança em dias de jogos, para garantir a segurança de todos os passageiros e evitar transtornos. Com isso, a companhia impede que o grupo tenha contato com os demais usuários e, principalmente, com integrantes de times rivais.
O esquema, segundo Menezes, é o seguinte: a PM escolta os torcedores em horário combinado, do ponto de encontro até a estação de embarque estabelecida. Todos passam por revista pessoal, para impedir a entrada de armas, pedras, objetos pontiagudos e rojões.
Em seguida, o grupo é colocado em uma composição especialmente destinada a esse tipo de operação, sem a presença de outros passageiros, e levado diretamente (sem nenhuma parada) ao destino, definido de acordo com tipo e número de torcedores. Nesse trem viajam também diretores da torcida e agentes de segurança para conter a multidão em caso de eventuais provocações. O trajeto é monitorado por câmeras.
BATALHÃO DE CHOQUE / Pelo menos três dias antes de jogos uma reunião é realizada no 2 Batalhão de Choque da PM - responsável pela segurança nos estádios – para definir regras de comportamento. Do encontro participam, além das polícias Militar e Civil, todos os órgãos responsáveis por transporte (Metrô, CPTM, SPTrans, Companhia de Engenharia de Tráfego) e diretores de torcidas.
No caso do clássico entre Corinthians e Palmeiras nenhuma das torcidas pediu segurança, diz Menezes, confirmando o que a polícia havia adiantado.
Quando o trem chega na estação final – Clínicas ou Marechal Deodoro, caso o jogo seja no Pacaembu – os torcedores são desembarcados por agentes e, na rua, novamente escoltados até o estádio pela PM.
Na volta o esquema é o mesmo. A diferença é que a torcida minoritária é retida por cerca de uma hora no estádio até a dispersão dos demais torcedores.
Centro de controle recebe em média 190 denúncias diárias
Para coibir irregularidades, o Metrô conta com a ajuda do usuário, que faz denúncias por SMS ao centro de monitoramento. O canal de comunicação foi criado em 26 de janeiro de 2011 e, até dezembro do ano passado, computou 50 mil torpedos enviados. Segundo Rubens Menezes, chefe da segurança, até o ano passado eram recebidos, em média, 60 torpedos por dia. Hoje eles já somam 190. Em novembro entrou em funcionamento o sistema de resposta imediata.
O tempo médio de averiguação da denúncia é de até 7 minutos. As principais reclamações são a presença de ambulantes, pedintes, som alto, uso de bancos preferenciais e pessoas impedindo o fechamento de portas nos trens.
Diário de SP
Metrô cria regulamento para licenciamento e exploração de sua marca
A Companhia do Metropolitano de São Paulo divulgou um conjunto de regras estabelecendo critérios para o licenciamento e exploração da marca “METRÔ”, de sua propriedade. O objetivo é adequar-se ao mercado mundial de licenciamento de marcas de credibilidade, já adotado nos metrôs de Londres, Nova York, Tóquio, Madri, entre outros.
Para credenciar-se ao licenciamento, a empresa deverá se enquadrar nas finalidades estipuladas no regulamento, disponível no link
www.metro.sp.gov.br/metro/negocios/midia/index.aspx
Artigos de vestuário, escritório, recreação, souvenirs, literários e impressos poderão, a critério do licenciante (Companhia do Metrô), ser associados à marca “METRÔ” e produzidos e comercializados em qualquer localidade.
Os interessados poderão entrar em contato com a Gerência de Novos Negócios do Metrô (GNG), pelo telefone 3371-7060 ou pelo e-mail comercial@metrosp.com.br.
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