SITUAÇÕES DAS LINHAS
6 Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.

Após atropelamento, trens voltam a circular na Linha 7 - Rubi da CPTM

Acidente ocorreu entre as estações Caieiras e Francisco Morato, às 13h30. Composições circularam com maiores intervalos até as 14h45.

Os trens da Linha 7 - Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) voltaram a circular normalmente por volta das 14h45 deste sábado (9) após o resgate de uma pessoa que invadiu a via férrea e foi atropelada por uma composição entre as estações Caieiras e Francisco Morato, na Grande São Paulo.

Por causa da ocorrência, às 13h30, os trens da Linha 7 - Rubi circularam com maiores intervalos e em uma única via entre as duas estações. Segundo a assessoria da CPTM, a vítima foi socorrida com vida.

G1

Obras de modernização alteram circulação dos trens da CPTM

Neste fim de semana, 9 e 10 de maio, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) prosseguirá com as obras de modernização em suas linhas.

​Neste fim de semana, 9 e 10 de maio, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) prosseguirá com as obras de modernização em suas linhas. Por isso, os trens circularão com maiores intervalos em trechos e horários específicos. Confira a programação e antecipe sua viagem:

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí)

Sábado: a partir das 23h, haverá intervenções nos equipamentos de via permanente entre as estações Jaraguá e Vila Aurora. O intervalo médio entre as estações Luz e Francisco Morato será de 24 minutos.

Domingo: das 4h à meia-noite, os serviços se concentram no sistema de rede aérea entre as estações Lapa e Piqueri e no trecho entre Franco da Rocha e Francisco Morato. O intervalo médio será de 15 minutos entre as estações Luz e Caieiras, e de 30 minutos entre Caieiras e Francisco Morato.

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi – Amador Bueno)

Domingo: das 4h à meia-noite, os trabalhos serão executados no sistema de rede aérea entre as estações Domingos de Moraes e Imperatriz Leopoldina. O intervalo médio entre as estações Júlio Prestes e Itapevi será de 16 minutos.

Linha 9-Esmeralda (Osasco – Grajaú)

Domingo: das 9h às 19h, os serviços ocorrerão nos equipamentos de via permanente entre as estações Ceasa e Cidade Universitária. O intervalo médio em toda linha será de 20 minutos.

A partir das 23h, os trabalhos estarão concentrados na rede aérea nas proximidades da Estação Santo Amaro. O intervalo médio em toda linha será de 15 minutos.

Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra)

Domingo: das 8h às 18h, serão realizados serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Ipiranga e Tamanduateí. O intervalo médio em toda linha será de 15 minutos.

Linha 11-Coral / Expresso Leste (Luz – Guaianases)

Domingo: das 4h à meia-noite, ocorrerão intervenções nos equipamentos de via permanente nas proximidades da Estação Tatuapé. Das 8h às 20h, serão realizados trabalhos de infraestrutura da Estação da Luz. O intervalo médio entre as estações Luz e Guaianases será de 15 minutos.

Linha 11-Coral/Extensão (Guaianases – Estudantes)

Domingo: das 4h à meia-noite, haverá obras de infraestrutura da nova Estação Ferraz de Vasconcelos. O intervalo médio entre as estações Guaianases e Estudantes será de 15 minutos.

Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

Domingo: das 4h à meia-noite, serão realizados serviços no sistema de rede aérea entre as estações Itaquaquecetuba e Calmon Viana. O intervalo médio entre as estações Itaquaquecetuba e Calmon Viana será de 20 minutos.

Desafio: a CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Em caso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário: 0800 055 0121.

Portas de segurança em estação do Metrô completam 5 anos paradas

Passageiros reclamam do desperdício de dinheiro na Estação Vila Matilde.

Contrato com empresas foi rompido; edital previa outras 12 estações.

 

As portas automáticas na Estação Vila Matilde, da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, completaram cinco anos sem que o sistema de proteção tenha sido, de fato, colocado em uso regular. O processo de implantação começou em 2010 com o objetivo de diminuir o número de acidentes e suicídios no Metrô.

 

As portas só deveriam se abrir no momento em que o trem fica emparelhado à estação. Mas, na estação Vila Matilde, elas ficam constantemente abertas. O Metrô informou ao G1 que rompeu o contrato com a empresa responsável (que previa a instalação em outras 12 estações).

"Ficou comprovada, pela experiência em Vila Matilde, a falta de capacidade de uma das empresas contratadas em executá-lo", afirma o Metrô em nota.

O valor total do contrato era de R$ 71.447.002,16. Por causa do atraso, a empresa chegou a ser multada em 10% do valor do contrato. Os problemas no contrato são alvo de investigação do Ministério Público (MP) desde 2013.

 

De acordo com o Metrô, o consórcio contratado para executar os serviços era formado pelas empresas Poscon (coreana) e Trends (brasileira). "Esta última apresentou problemas de ordem financeira, levando à paralisação temporária dos serviços no início de 2011. Atualmente são feitos testes destes equipamentos aos domingos", afirma o Metrô.

Passageiros que passam diariamente pela estação afirmam que viram o sistema ativo em poucas situações. O usuário Mauro Silva, de 58 anos, embarca em Vila Matilde de segunda à sexta, e nunca viu as portas funcionarem.

 

Guilherme Veiga Rossi, de 18 anos, conta também que algumas vezes não conseguiu descer na estação. O trem não parou com as portas paralelas às portas da plataforma, e os usuários não conseguiram sair. Tiveram que esperar a próxima parada e voltar uma estação.

 

Instalação caótica

 

Durante o período de implantação das portas, os trens circulavam nos dois sentidos por uma única via entre as estações Penha e Guilhermina-Esperança das 22h do sábado até o final da operação de domingo. Durante esse tempo, os passageiros do Metrô precisavam trocar duas vezes de composição no trecho.

 

A usuária Marcela Marques de Lima mora próxima à estação e relembra a instalação como um período caótico. “E hoje em dia eu não vejo funcionar com frequência. É dinheiro jogado no lixo”, diz.

Vila Matilde foi a primeira de outras 12 estações da Linha Vermelha que deveriam receber as portas de segurança. Mas, depois dessa primeira etapa do projeto, o contrato foi rescindido.

 

O sistema de portas de segurança funciona hoje em toda a Linha 4-Amarela e nas estações Sacomã, Tamanduateí e Vila Prudente, as mais recentes da Linha 3-Verde.

Trem da Supervia descarrila em Nova Iguaçu e fecha 8 estações

Segundo a Supervia, não houve feridos.

Oito estações foram fechadas.

 

Um trem que seguia para a Central do Brasil, no Centro do Rio, descarrilhou na manhã desta quarta-feira (6) na Estação Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, como informou o Bom Dia Rio. Depois do descarrilamento, a composição bateu no poste da linha aérea.

 

Devido ao descarrilamento, o ramal Japeri estava operando de Presidente Juscelino a Central com intervalo irregular. As oito estações antes da Estação Presidente Juscelino — de Paracambi a Nova Iguaçu — estavam fechadas.

Após o acidente, por volta das 6h40, o Globocop mostrou que muitos passageiros caminhavam na linha férrea em direção à próxima estação - Presidente Juscelino. Segundo a Supervia, não houve feridos no acidente. Entretanto, o Corpo de Bombeiros foi acionado e, segundo a corporação, uma pessoa recebeu atendimento no local.

 

Ainda segundo a empresa, agentes se direcionaram ao local para auxiliar os passageiros no desembarque na via e no trajeto até a plataforma. A Supervia iniciou a distribuição de vale viagem e os passageiros estão sendo informados do ocorrido por meio do sistema de áudio da composição.

Às 7h38, técnicos faziam reparos na estação Nova Iguaçu, mas as oito estações anteriores seguiam fechadas.

 

Vale na própria estação

 

De acordo com o secretário Estadual de Transporte, Carlos Roberto Osório, a Fetranspor está reforçando todo o sistema de ônibus para atender a demanda dos passageiros dos trens que estão paralisados e também está sendo realizada a distribuição de passe para que o passageiro da SuperVia tenha o valor da passagem paga reembolsado para seguir viagem de ônibus. “O passageiro deve pegar o vale-passagem na própria estação de Nova Iguaçu, que é a estação mais próxima. A recomendação ao passageiro é que não caminham na linha férrea”, afirmou Osório.

 

Ainda segundo o secretário, as causas do acidente ainda não foram completamente identificadas. “O trem estava saindo da estação de Nova Iguaçu e perto de uma mudança de trilho houve esse descarrilamento. A rede aérea foi afetada e infelizmente nós temos passageiros, clientes da SuperVia, andando na brita”, disse o secretário, ressaltando que a SuperVia está montando uma operação de emergência a partir da estação de Mesquita.

 

A Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) informou que abriu um boletim de ocorrência para apurar as circunstâncias do acidente. Técnicos da agência reguladora foram deslocados para o local da ocorrência para iniciar a apuração das causas do incidente. O atendimento prestado aos usuários pela concessionária SuperVia também será avaliado, assim como o acionamento e o cumprimento do Plano de Contingência Integrado. Os técnicos da Agetransp também vão acompanhar o restabelecimento da operação no ramal.

Estado não divulga novo prazo para ampliar horário do monotrilho

No final de março, durante vistoria às obras da Linha 5 – Lilás, no Ibirapuera, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, declarou que o trecho de menos de três quilômetros entre as estações Vila Prudente e Oratório da Linha 15 – Prata do monotrilho teria o funcionamento ampliado para 12 horas diárias, das 7 às 19h, no fim de abril, quando também seria iniciada a cobrança de tarifa. Mas, abril terminou e o transporte continua operando apenas cinco horas por dia, das 9 às 14h. Questionada, a Companhia do Metropolitano – Metrô, responsável pelo projeto do monotrilho, não soube informar a nova previsão para expandir o funcionamento.

 

Aberto ao público em agosto do ano passado, o transporte permanece bastante ocioso. Os trens que saem das estações com intervalos médios de 10 minutos, circulam praticamente vazios. Conforme a Folha apurou, a situação também gera problema aos funcionários da linha que não conseguem ter seus turnos e escalas definidos por conta da indefinição do Governo do Estado.

 

Em março, para justificar os sucessivos atrasos para ampliar do funcionamento da linha, o secretário Pelissioni afirmou que enfrentavam dificuldades com a questão do fornecimento de energia, que é um contrato entre as empresas Siemens e MPE. Explicou ainda que como a MPE foi citada na Operação Lava Jato, a Siemens assumiria os serviços para a linha funcionar comercialmente das 7 às 19h até o final de abril. De acordo com ele, após essa etapa, haveria outro aumento do horário de funcionamento em agosto.

 

Indagada sobre mais um prazo não cumprido, a Companhia do Metropolitano informou que “já notificou as empresas Bombardier e MPE pelo descumprimento do cronograma de trabalho nas obras da Linha 15- Prata”. Não foi justificado o problema com a Bombardier. O Metrô ressaltou ainda, sem citar qualquer tipo de prazo, que a linha seguirá de Oratório a São Mateus, com 10 km e mais oito estações, e que neste trecho as obras prosseguem, incluindo o remanejamento de partes e canalização do Córrego da Mooca, com mais de 1.220 operários trabalhando. Explicou ainda que o trecho entre São Mateus e Hospital Tiradentes tem seu andamento atrelado à duplicação da avenida Ragueb Chohfi, que cabe a Prefeitura.

 

Fonte: Folha VP

Obras de estações da linha 4-amarela do Metrô são retomadas

As obras das estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire da linha 4-amarela do metrô foram retomadas na semana passada.

 

A previsão é de que os terminais sejam liberados ao público somente em 2016. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Metrô. Em março, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) criticou o atraso da conclusão da linha 4-amarela - que teve a entrega adiada para 2018 - e é de responsabilidade da empresa Isolux Córsan-Corviam. Por conta do atraso, o governo estadual e o Banco Mundial, financiador da segunda fase da linha 4-amarela, decidiram rescindir o contrato.

 

O governo de São Paulo agora prepara nova licitação para a construção das estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, que devem ser entregues com atraso em relação ao cronograma atual. ATRASO NAS OBRAS Segundo o Estado, a empresa Isolux Córsan-Corviam reduziu o número de funcionários, de equipamentos e de insumos para conclusão das obras desde o ano passado. O lote 1 da segunda fase da linha 4-amarela previa a conclusão das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi, além da construção do pátio e do terminal de ônibus da Vila Sônia. O valor total era de R$ 173 milhões.

 

O Banco Mundial decidiu transferir a estação São Paulo-Morumbi para o lote 2, que inclui a estação Vila Sônia, um túnel e 1,5 km de trilhos em direção a Taboão da Serra (SP). Com a mudança, o valor total do lote deve passar de R$ 386 milhões para R$ 500 milhões. A expectativa é de que uma nova licitação seja realizada até junho, mas as obras devem ser iniciadas apenas no ano que vem. As obras da segunda fase da linha 4-amarela foram iniciadas em abril de 2012, com contratos de R$ 559 milhões no total. Até o momento, foi entregue apenas a estação Fradique Coutinho, em novembro.

 

FOLHAPRESS

Operação diferenciada neste domingo na Linha 4

Neste domingo, 3 de maio, as estações República e Luz da Linha 4-Amarela ficam fechadas durante o horário operacional (das 4h40 à meia-noite).

Os passageiros poderão utilizar o próprio sistema metroviário para realizar seus trajetos. Os usuários que entrarem nas estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Fradique Coutinho com destino às estações República e Luz  devem desembarcar em Paulista e seguir viagem usando a integração com a Linha 2-Verde.

Já os passageiros que estiverem na estação Luz devem utilizar a integração com a Linha 1-Azul do Metrô. Quem estiver na estação República pode fazer a transferência para a Linha 3-Vermelha do Metrô para prosseguir sua viagem pelo sistema.

As estações República (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul) do Metrô funcionam normalmente. A operação será normal nas demais estações da Linha 4-Amarela no trecho entre as estações Paulista-Butantã.

Informações adicionais podem ser obtidas na Central de Atendimento (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h, e aos sábados e domingos, das 8h às 18h. Os passageiros também podem utilizar o Fale Conosco no endereço http://www.viaquatro.com.br/fale-conosco.