SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Reação em cadeia

Aumentos de tarifas do transporte coletivo nos meses de dezembro ou janeiro não são novidade. Reajustes nos mais diversos modais são tradição nessa época de ano – além dos protestos que são realizados na sequência.

Em 2017, no entanto, novos fatores estão presentes, trazendo um cenário de imprevisibilidade para os usuários. Decisões judiciais e revogações de decreto tem provocado idas e vindas nas tarifas, num jogo que ainda não tem um ponto final previsto.

Por que, afinal, este ano está sendo diferente de anos anteriores? A origem desse cenário instável tem nome e sobrenome: João Doria (PSDB), novo prefeito de São Paulo, que decidiu congelar a tarifa de ônibus em R$ 3,80.

A decisão do tucano (até certo ponto louvável por estar sendo cumprida uma promessa de campanha) gerou uma reação em cadeia e acabou provocando desequilíbrios, já que São Paulo sempre foi o carro-chefe que acabava influenciando as definições de tarifas em toda a região metropolitana.

O governo de São Paulo, comandado pelo inventor de Doria, Geraldo Alckmin (PSDB), foi na onda do prefeito e não reajustou as tarifas da CPTM e no Metrô. No entanto, providenciou uma forma de “compensar” esse congelamento, passando a cobrar tarifa de integração em terminais como Diadema e Piraporinha e reajustar em mais que o dobro da inflação a integração entre ônibus municipais de São Paulo e o sistema metro-ferroviário.

Esta evidente estratégia de “fazer cortesia com o chapéu dos outros” (para não dizer populismo barato) foi um dos motivos que levou a Justiça a suspender os reajustes determinados pela Secretaria de Transportes Metropolitanos. Não adianta beneficiar alguns usuários e prejudicar outros.

O desequilíbrio também chegou às prefeituras. Uma vez congelada a tarifa na capital, os municípios do ABC deixaram de lado a discussão regional sobre o assunto e cada prefeito tomou a decisão por conta própria. Gestores que estavam prestes a sair elevaram tarifas e sucessores acabaram revogando os aumentos (como em São Caetano e Mauá) ou mantiveram o reajuste (como em Santo André).

Decisões de congelamento ou de reajuste precisam ser tomadas de maneira equilibrada, com embasamento técnico e de forma justa. Colocar o componente político nesta conta só prejudica o usuário.

Fonte: http://www.reporterdiario.com.br/noticia/2295127/reacao-em-cadeia/

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