Direto do MetrôAtualizado em: 17/05/2018 17:41

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17 de agosto de 2016

CPTM pede atenção para usuários que caçam pokémons nas estações

Criaturas da CPTM transmitem mensagens de cidadania no transporte.
Metrô também orientou usuários a permanecerem atrás da faixa amarela.


A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) instalou cartazes nas estações pedindo aos usuários que redobrem a atenção ao procurar pokémons nas plataformas. A empresa também informou nesta quara-feira (17), que criou personagens inspirados no jogo para transmitir mensagens de cidadania.

Para capturar as criaturas, o jogador deve andar seguindo o GPS do celular. Assim, a CPTM solicita aos passageiros que aguardem os trens atrás da faixa amarela através de cartazes que exibem a mensagem: "A segurança de todos é mais importante que qualquer diversão!".

Aproveitando o sucesso do jogo "Pokémon Go", lançado no Brasil no dia 3 de agosto, a CPTM criou os personagens "Gentilady", uma gata que cede o assento a idosos, gestantes e pessoa com deficicência física, o "Sujis-Porkis", que joga lixo no chão das estações e dos trens, e o "Empak-Flux", que atrapalha o fluxo de usuários nas filas das bilheterias.

Outras campanhas
 
O Metrô de São Paulo também publicou um alerta em uma rede social para os usuários que estejam caçando pokémons no trajeto.

O Detran de São Paulo acompanhou a tendência com a mensagem: "Até o jogo avisa <3 pra você não capturar enquanto dirige, ok Brasil"?
CTBU lançou campanha nas redes sociais nesta sexta (5)  (Foto: Reprodução/Facebook CBTU)CTBU lançou campanha nas redes sociais nesta sexta (5) (Foto: Reprodução/Facebook CBTU)
Detran SP disse para o motorista não capturar pokémons enquanto dirige (Foto: Reprodução/Twitter)Detran SP disse para o motorista não capturar pokémons enquanto dirige (Foto: Reprodução/Twitter)
 
Fenômeno mundial
Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno.

O game dos monstrinhos de bolso valorizou as ações da Nintendo, se tornou mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadores a alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Teve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas por ladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos e até um homem que foi demitido em Cingapura após criticar o país por ainda não ter acesso ao jogo.

G1

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