10 de julho de 2013

Metroviários decidirão na noite desta quarta, 10, se aderem às paralisações previstas para esta quinta

Alckmin pede que centrais sindicais não paralisem serviços essenciais

Metroviários decidirão na noite desta quarta, 10, se aderem às paralisações previstas para esta quinta

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) recomendou às centrais sindicais que não façam greve em serviços essenciais, como o Metrô, nesta quinta-feira, 11. Os sindicatos estão preparando uma série de passeatas e paralisações em todo o País como parte do Dia Nacional de Lutas. Os metroviários decidirão a adesão à greve em assembleia marcada para a noite desta quarta, 10.

"Como você substitui um sistema que transporte de 5 milhões de passageiros por dia?", perguntou Alckmin, fazendo referência ao Metrô. "Mesmo que se coloque um sistema de ônibus, ele nunca é adequado. Então todo o esforço é para que não haja nenhuma paralisação."

Serviços essenciais não deveriam nunca ser objeto de greve, na opinião do governador. "Você perde a razão, pois prejudica quem precisa do serviço. Há inúmeras maneiras de se fazer uma manifestação sem prejudicar a população."

A Polícia Militar recebeu a orientação de acompanhar os manifestantes para "garantir a segurança de quem está nos protestos e, de outro lado, para a cidade funcionar, o transporte funcionar", disse Alckmin. "Não é um trabalho fácil. Uma hora a polícia recebe críticas porque agiu demais. Outra hora porque agiu de menos. Mas no geral tem agido adequadamente."

O governador afirmou, ainda, que saúda a manifestação dos trabalhadores, desde que não haja vandalismo e não atrapalhe o direito de ir e vir das outras pessoas. Segundo ele, protestos como este demonstram que a população quer melhorar o ambiente político e econômico do País.

Estadão
Comentários
2 Comentários

2 comentários:

Anônimo disse...

Quem não conseguir ir ao trabalho, não vai correr o risco de perder o emprego já que temos em lei que funcionário não comparecer ao trabalho por manifestação ou greve não é considerado motivo para desligamento da empresa.

Anônimo disse...

"Como você substitui um sistema que transporte de 5 milhões de passageiros por dia?"

Talvez não houvesse isso se vossa excelência tivesse pensado em melhorar o transporte coletivo de São Paulo...

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