31 de outubro de 2012

Hortolândia resgata tradição e cresce com novo boom ferroviário

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Cerca de 70% dos vagões de carga e 60% das unidades de passageiros fabricados no país saem de Hortolândia.

Em Hortolândia, a locomotiva do crescimento é, na verdade, um vagão de trem. Num retrato mais fiel, um vagão carregado de computadores. A cidade do interior paulista de 192 mil habitantes, sede de empresas de tecnologia como IBM e Dell, resgata sua tradição ferroviária para despontar como o maior polo do setor no país.

Desenvolvimento impõe tendência de verticalização em Hortolândia

Os dois números sugerem um mergulho na história. Na década de 1980, a região, ainda um distrito da hoje vizinha Sumaré, era sede de uma unidade da Cobrasma (Companhia Brasileira de Materiais Ferroviários) e representava fatia relevante da produção nacional.

A falência da companhia, nos anos 1990 e a queda dos investimentos no setor deixaram um passivo trabalhista e galpões vazios na cidade.

Problemas que fizeram do município um hospedeiro natural de empresas do setor após a retomada dos investimentos, estimulada pela criação do plano ferroviário do governo federal, em 2003.

"Existia uma tradição ferroviária em Hortolândia. Havia mão de obra. Quando chegou a hora, [a cidade] tinha todas as condições de receber investimentos", diz Luis Ramos, diretor da Bombardier.

O grupo instalou em 2012 uma linha de produção global de monotrilhos.

A primeira a ocupar os ociosos galpões da antiga Cobrasma foi a AmstedMaxion, em 2003. Pela infraestrutura local, o grupo acabou transferindo mais adiante toda a produção de vagões de Cruzeiro (SP) para Hortolândia.

A espanhola CAF, hoje com pedidos da CPTM (Companhia Paulista de Trens e Metrô), inaugurou uma fábrica na região em 2009 e se juntou às outras três já presentes (AmstedMaxion, Progress Rail e Hewitt).

A chegada da canadense Bombardier consolidou o polo. Hoje, são cerca de 4.000 trabalhadores ligados à atividade ferroviária, ainda inferior ao setor de tecnologia, com quase 15 mil.

A instalação das fábricas seguiu a evolução dos contratos do setor. As encomendas saltaram de 748 vagões em 2000 para 7.597 vagões em 2005, no pico, para se manter estável perto de 3.000.

Até 2020, a produção deve alcançar 40 mil vagões e 4.000 carros de passageiros, sem as vendas externas.

A Bombardier, por exemplo, está de olho em editais na Índia e na América do Sul, todos para serem fabricados em Hortolândia.

Futuro

Vicente Abate, presidente da Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária), prevê mais investimentos nos próximos anos.

Para ele, Hortolândia atrai não só por infraestrutura e mão de obra mas por uma política industrial agressiva.

Os novos aportes no polo devem chegar com a conquista de novos contratos.

Para fazer frente à demanda de mão de obra futura, o setor articulou com o Senai um centro de formação no Estado de São Paulo.

A escola ferroviária receberá R$ 60 milhões de investimento e terá capacidade para 12 mil matrículas. A expectativa é que ela seja construída em Hortolândia.

Fonte: Jornal de Floripa

Aos 38 anos, Metrô de SP quer mudar de visual

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Aos 38 anos, o metrô de São Paulo planeja uma mudança no visual. Estudo encomendado pela companhia e entregue recentemente mostra a intenção da empresa de alterar os painéis informativos das estações, aqueles de uma cor só que indicam o nome da parada, a direção da saída e o destino da linha. Eles devem ser trocados por placas azuis, com a cor específica do ramal apenas em uma faixa inferior.
Também serão colocadas grandes chapas com a mesma cor da linha na parede ao lado dos trilhos, nas estações onde a plataforma fica no centro, como a Brigadeiro, na Linha 2-Verde. A intenção, diz Vagner Rodrigues, chefe do Departamento Técnico da Operação, é criar uma unidade no sistema. As imagens do manual de sinalização da Companhia do Metropolitano de São Paulo, obtidas pela reportagem, revelam inspiração na nova comunicação visual da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), instalada em 2009.
"A ideia é sempre padronizar tudo, de forma que toda a rede de transportes tenha a mesma comunicação visual", diz Rodrigues. Isso incluiria até os ônibus municipais da São Paulo Transporte (SPTrans), embora, de acordo com ele, a proposta ainda não tenha sido levada para a empresa da Prefeitura. O objetivo dessa unificação é parecido com o da Transport for London, que gerencia e dá a mesma "cara" para todos os meios de mobilidade da capital britânica, do metrô aos barcos do Rio Tâmisa.
Os novos painéis só devem começar a ser instalados na futura Linha 6-Laranja (da Brasilândia, na zona norte, à região central), prevista para ser totalmente entregue em 2019. As linhas mais antigas ainda não têm um cronograma definido de substituição.
Há três anos, o Metrô começou a substituir os painéis velhos na Linha 1-Azul, como a Paraíso e a Tiradentes. A substituição foi interrompida, pois não agradou a todos dentro da companhia. Diferentemente das placas originais, essas eram brancas e com letras arredondadas.
Alguns usuários também protestaram. Caso do universitário José Rodolfo Chufan Mendes, de 30 anos, que usa o metrô três vezes por semana para ir para a Universidade de São Paulo (USP), no Butantã, zona oeste. Ele diz que a nova proposta parece ser melhor que a anterior. "O padrão com faixas horizontais é mais parecido com o projeto original e é mais harmônico", diz ele, que integra a Associação Preserva São Paulo.
O azul empregado no novo projeto é a cor institucional do Metrô. A empresa foi questionada, mas não informou quanto foi gasto para desenvolver o plano.

29 de outubro de 2012

Perdizes terá metrô da Linha 6 em 2019

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Adiado várias vezes pelo governador Geraldo Alckmim, o projeto de construção da linha 6-laranja do metrô prevê duas estações no distrito de Perdizes. Uma delas próxima ao campus da PUC-SP e outra perto da Rua Apinajés.

O Metrô informou que as obras estão previstas para começarem em 2013 e devem demorar seis anos até a sua conclusão.

A linha 6 terá 15,9 km de extensão e ligará Brasilândia a São Joaquim, com 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, SESC Pompeia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

Em nota, o Metrô informou que "a Secretaria dos Transportes Metropolitanos já colocou em consulta pública minuta do edital de concessão" e que em breve será publicada a licitação.

O projeto do governo é que a linha seja construída a partir de uma parceria público-privada. O valor estimado das obras é de R$ 7,7 bilhões.


Folha de S. Paulo

Escavadeira “hidrofresa” é utilizada pela 1ª vez em uma obra metroviária no Brasil

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Pioneiro na engenharia metroviária brasileira, o Metrô traz mais uma novidade em seus métodos construtivos. Pela primeira vez, a Companhia está utilizando uma “hidrofresa” hidráulica, equipamento que prepara a infraestrutura dos cinco poços que serão escavados a céu aberto na construção da futura Estação Brooklin, no prolongamento da Linha 5-Lilás (Largo Treze – Chácara Klabin).

Entre suas principais vantagens, o novo equipamento garante uma excelente condição de impermeabilidade dos poços, eliminando a necessidade de rebaixamento do lençol freático nas áreas externas, evitando possíveis recalques no maciço que causem transtornos para as edificações próximas. Para se ter uma ideia, essa solução dará condições para que o Metrô execute a escavação dos cinco poços ao mesmo tempo, algo também inédito na engenharia metroviária brasileira, proporcionando ganho de tempo à obra como um todo.

Com a utilização da hidrofresa, não será necessária a construção de uma parede de contenção de 240 metros no lado oposto da Av. Santo Amaro, que teria de ser feita devido à presença de solo contaminado. Por sua complexidade, essa construção demandaria interdições viárias e traria transtornos ao entorno. Como a condição de estanqueidade da parede de diafragma executada pela hidrofresa é muito boa, não há movimentação do lençol freático e, por consequência, migração da água e gases tóxicos. O equipamento também é extremamente silencioso, só se ouve o barulho do motor.

A “diafragmentadora com hidrofresa” pesa aproximadamente 140 toneladas, a lança do guindaste tem 36 metros de altura e sua potente cabeça de corte tem dois discos giratórios, com 1,40m de diâmetro. O equipamento possibilita a execução das chamadas “lamelas secundárias” (espécie de painéis de concreto) da parede-diafragma (muros de contenção de solo) dos poços da estação, com 33 metros de profundidade.

O equipamento corta as extremidades do concreto das lamelas primárias, feitas anteriormente com uma diafragmadora hidráulica, deixando a junta de concretagem entre as lamelas em perfeitas condições, tornando uma peça maciça, o que garante sua ótima condição de impermeabilidade.


O equipamento, de fabricação alemã, fornecido pela empresa Brasfond, foi contratado pelo Consórcio Andrade Gutierrez - Camargo-Corrêa, responsável pelas obras do lote 3 (Estação Brooklin, execução de 5,1 km de túnel, três saídas de ventilação e emergência e um poço de serviço do prolongamento da Linha 5).

De: Equipe de Redes Sociais do Metrô
Por: Diário da CPTM

26 de outubro de 2012

Obras de modernização alteram operação da CPTM

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Neste final de semana, dias 27 e 28 de outubro, a CPTM aproveitará a redução do movimento de usuários para prosseguir com as obras de modernização do sistema. Por conta disso, os trens circularão com maior intervalo. Confira a programação:

Linha 9 [Osasco - Grajaú]: na sexta-feira, a partir das 23h, serão realizados serviços no sistema de rede aérea de alimentação elétrica dos trens, entre as estações Morumbi e Granja Julieta. No sábado, a partir das 20h, os trabalhos serão retomados e prosseguirão ininterruptamente até a meia-noite de domingo, no trecho entre as estações Vila Olímpia e Granja Julieta.

Linha 11 [Guaianazes - Estudantes]: no domingo, até as 15h, haverá intervenções no sistema de rede aérea de alimentação elétrica dos trens entre as estações Suzano e Calmon Viana.

Linha 12 [Brás - Calmon Viana]: na sexta-feira, a partir das 23h, as obras estarão concentradas no sistema de alimentação elétrica dos trens, no trecho entre as estações USP Leste e Comendador Ermelino. No sábado, os serviços serão retomados, a partir das 18h, prosseguindo até o final da operação comercial. 

Informação aos Usuários: para orientar o usuário sobre essas mudanças temporárias, a CPTM vem divulgando as intervenções por meio de avisos sonoros emitidos nos trens e cartazes fixados nas estações, além das redes sociais da Companhia. Empregados também estão posicionados para auxiliarem o público. 

Benefícios: as obras de infraestrutura, que estão sendo realizadas nas seis linhas, permitirão que os 105 novos trens, que já estão sendo incorporados à frota, tenham melhor desempenho e contribuam para aumentar a oferta de lugares. 

Na eventualidade de dúvidas ou de informações complementares, a CPTM coloca à disposição a Central de Atendimento ao Usuário, no telefone 0800 0550121.

CPTM

Duas mulheres são presas com dez tijolos de cocaína em estação da CPTM

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Duas mulheres foram presas em flagrante por tráfico de drogas, às 13h30 de quinta-feira (25), em uma estação da CPTM, na rua São Gonçalo do Rio das Pedras, em São Miguel Paulista, zona leste da capital. A Polícia Militar apreendeu dez tijolos de cocaína, que totabilizou 10 kg.


Uma pessoa que passava na rua viu um tijolo de cocaína cair da bolsa de uma das suspeitas. Ao encontrar uma viatura da Polícia Militar, a testemunha avisou aos PMs, informando as características das mulheres e indicando para onde foram. A dupla foi encontrada na estação ferroviária da Vila Mara.
Dentro da bolsa da diarista S.D.L., de 18 anos, havia quatro tijolos de cocaína e R$ 97. Já com a monitora R.A.B., de 20 anos, os policiais encontraram seis tijolos da drogas. As duas suspeitas disseram que pegaram os tijolos com um homem conhecido como Alemão, e iriam ganhar R$250 cada para levarem a cocaína até Taboão da Serra, onde seria entregue a outra pessoa.
Elas foram levadas à Central de Flagrantes da 7ª Seccional e indiciadas por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Metalúrgicos fazem greve em SP e param manutenção de trens da CPTM

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Funcionários da CTrens, que realiza a manutenção de trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), entraram em greve na manhã desta sexta-feira (26). A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região.
Com a paralização, os trens da CPTM estão sem equipe para realizar manutenção. Segundo o sindicato, a greve continuará até que haja um acordo entre funcionários e a empresa.
A greve é realizada pelos metalúrgicos da Ctrens. Eles querem participação nos lucros e resultados da empresa, plano de cargos e salários e fim das terceirizações na atividade principal, dentro outras reivindicações. 

25 de outubro de 2012

PM para trem da Linha 11 da CPTM e detém bandido

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Morador em Itaim Paulista, na zona leste de São Paulo, Cosme Damião de Jesus Santos, de 56 anos, foi capturado, ontem de manhã (24), pelo sargento Paiva e o pm Cristiano, do Comando de Grupo de Patrulhamento, com o apoio do cabo Cabral e o pm Eron.

O marginal foi reconhecido como autor do roubo de dois  celulares, que havia cometido após render o motorista Wellington Amarante Lima, de 31 anos, na Rua Professor Álvaro Pavan,no Centro Cívico.

Para prender o criminoso, o sargento Paiva mandou parar o trem, da CPTM, que tinha partido da Estação dos Estudantes e se dirigia a São Paulo.

Cosme negou a sua participação no assalto, porém foi reconhecido e escoltado ao Distrito Central. O delegado Márcio Cursino, os escrivães Cintia e Madureira autuaram em flagrante o suspeito por roubo e uso de documento falso.

O autor do assalto ao ser detido se identificou como GeraldoTeófilo e ele portava carteira de identidade com esse nome e a sua foto sobreposta.Assim,  fez compra na loja Magazine Luiza e  empréstimos em uma agência bancária.

Baleado

O empresário Roberto Dias da Silva, de 58 anos, foi baleado, por volta das 18 horas, durante assalto, na porta de sua casa, na Rua José Pereira, em Jundiapeba. Ferido na barriga, ele foi socorrido ao Hospital Luzia, onde permaneceu internado. O marginal que o atacou teria levado apenas a sua carteira com documentos e dinheiro, segundo a Polícia. O crime foi registrado no 2º DP, em Braz Cubas, e ainda será investigado.

O Diário

Bombeiros resgatam homem nu de torre de energia sobre a linha 8 da CPTM

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Bombeiros resgataram o homem que subiu, nu, na torre de energia localizada sobre a linha 8 - CPTM

O Corpo de Bombeiros resgatou no início da tarde desta quinta-feira um homem que subiu - totalmente nu - em uma torre de energia sobre a linha 8 - Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), ao lado do viaduto Antártica, na zona oeste de São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, por volta das 14h uma viatura foi acionada e retirou o homem do local. Por conta da ocorrência, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) precisou interditar por dez minutos todo o viaduto Antártica. Os motoristas foram obrigados a desviar pela avenida Antártica, rua Gustav Willi Borghoff e viaduto Pompéia ou Pacaembu.

Às 15h a situação já havia sido controlada e o viaduto liberado. Os bombeiros informaram que o homem, que não teve a idade e nem a identidade reveladas, foi encaminhado ao Pronto Socorro João Paulo. A corporação não soube informar porque o homem estava sem roupas.

Os internautas Samuel Barros e Carolline Bohus, de São Paulo (SP), participaram do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui .

Terra

23 de outubro de 2012

Abertura da estação provisória da CPTM segue sem data definida

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Obra: Mudança acontecerá nos próximos meses, diz CPTM

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegou a informar algumas vezes nos últimos meses que a estação de trem provisória seria instalada em Suzano até o final desse ano. Dessa forma a estrutura velha de embarque e desembarque seria desativada para dar espaço a nova estação, cujas obras já estão em andamento. Mas, de acordo com as últimas informações transmitidas pela companhia de trens, a desativação da estrutura antiga poderá ocorrer somente nos "próximos meses".

Essa informação foi transmitida após questionamento do DAT sobre a alteração de plataforma para embarque dos passageiros que seguem no sentido São Paulo (Bras). "A CPTM informa que a transferência da plataforma 1 para a 3 no último domingo faz parte do processo de evolução das obras da nova edificação e visa a demolição da via 1 para a construção da plataforma central da nova estação", explicou em nota.

Esta alteração será mantida até entrada em operação da estação provisória e desativação da estação existente, prevista para ocorrer nos próximos meses, conforme destacou a assessoria da CPTM. Funcionários da estação também não têm informações precisas sobre a data em que o embarque de passageiros será transferido para a nova área de acesso às plataformas (e bilheterias) construída ao lado da passarela de pedestres que será demolida, provavelmente em 2013. (B.S.)

DAT

Metroviários aceitam proposta do Metrô e descartam greve

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O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) chegaram a um acordo, e os funcionários da categoria descartaram realizar a greve inicialmente prevista para ocorrer nesta quarta-feira.

 A decisão foi anunciada após uma assembleia, na noite desta terça-feira, na sede do sindicato no bairro do Tatuapé, na zona leste da capital paulista, e depois de um encontro entre as duas partes na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP).

Diariamente, mais de 4,3 milhões de pessoas utilizam as linhas do metrô de São Paulo. Em maio deste ano, os metroviários chegaram a paralisar as atividades entre as 0h e o final da tarde do dia 23, para reivindicar um reajuste salarial, o que causou tumulto nas estações e congestionamento recorde de veículos.

De acordo com o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Junior, a proposta apresentada pela empresa não contemplou as reivindicações da categoria, que chegou a propor trabalhar durante a greve, mas liberar a catraca para a população, o que não teria sido aceito pelo TRT-SP. Mesmo assim, os metroviários decidiram aceitar a proposta apresentada e retomar as negociações em maio de 2013.

"O que ocorre é que essa negociação não avançou em absolutamente nada", disse o líder sindical. "Essa proposta é ruim, mas nosso objetivo e juntar forças e lutar na campanha salarial de maio, com mais força que agora", completou.

Reivindicações

Os metroviários reivindicam, entre outros itens, a divisão igualitária da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além do ajuste nas jornadas de trabalho. Porém, o sindicato argumenta que o Metrô não cedeu no ponto que consideram mais importante e quis manter a distribuição da PLR como está, ou seja, de forma proporcional ao salário dos funcionários. Assim, os servidores da "linha de frente" receberiam menos que os trabalhadores com os salários maiores, como os engenheiros, por exemplo.

Já o Metrô argumenta que aceitou um dos termos das reivindicações e propôs antecipar o pagamento da PLR, que seria no dia 30 de abril, para o dia 28 de fevereiro de 2013. A empresa afirma ainda que propôs distribuir a PRL pagando uma parcela fixa e 40% do salário base, com garantia de 80% do salário, conforme o resultado geral do programa.

A greve dos metroviários estava marcada para o início do mês, mas a categoria adiou em 20 dias o início da paralisação após o Metrô se comprometer, em reunião no TRT-SP, a apresentar uma nova proposta.

Terra

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22 de outubro de 2012

São Paulo terá cinco linhas de metrô e monotrilho em construção em 2013

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Projeto de Lei 554/2012, aprovado na Assembleia Legislativa na última terça-feira (16/10), autoriza empréstimo de R$ 1,95 bilhão de verbas federais para a Linha 5-Lilás

A partir de 2013, com o início das obras de expansão da Linha 2-Verde em direção a Guarulhos chega-se a um fato inédito na cidade de São Paulo: cinco linhas de metrô e monotrilho em construção simultânea. As obras em realização são o prolongamento da Linha 5-Lilás (Largo Treze-Chácara Klabin), a segunda fase da Linha 4-Amarela (Vila Sônia-Luz) e a construção dos monotrilhos da Linha 15-Prata (Vila Prudente-Hospital Cidade Tiradentes) e da Linha 17-Ouro (que terá ligação com o aeroporto de Congonhas).

Hoje, São Paulo conta com uma malha metroviária de 74,3 quilômetros e  até 2014 deverá ultrapassar 100 km de extensão. No início de 2013 está prevista a licitação de mais duas obras: a Linha 6 - Laranja (Brasilândia-São Joaquim), de metrô convencional, e a Linha-18 Bronze (Tamanduateí-ABC), com monotrilho.

Publicado o Edital para expansão da Linha 2

Conforme anúncio realizado na últma segunda-feira (15/10) pelo governador Geraldo Alckmin e pelo secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, foi publicado nesta quarta-feira o edital de licitação para as obras de expansão da Linha 2-Verde (que funciona atualmente entre Vila Madalena e Vila Prudente) de Vila Prudente a Dutra.

Após a publicação do edital, as empresas interessadas  deverão apresentar propostas no dia 23/11 em Sessão Pública de Recebimento e Abertura. E depois da análise das propostas, a Companhia do Metrô divulgará o vencedor.

O novo trecho da Linha 2 terá 13,5 km de extensão e 12 estações: Orfanato, Água Rasa, Anália Franco, Vila Formosa, Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva, Penha, Penha de França, Tiquatira, Paulo Freire e Dutra. Com o prolongamento, a Linha 2-Verde terá interligação com a Linha 3-Vermelha do Metrô, na estação Penha, e com a futura Linha 6-Laranja de metrô (na estação Anália Franco) e também com três linhas da CPTM: 11-Coral, na estação Penha, 12-Safira e a futura 13-Jade, na estação Tiquatira.

Autorizado empréstimo para obras da Linha 5

A Assembleia Legislativa aprovou na última terça-feira (16/10) o Projeto de Lei 554/2012, de autoria do governador Geraldo Alckmin, que autoriza a Companhia do Metrô a contratar empréstimo junto a instituições financeiras federais no valor de R$ 1,95 bilhão.

O recurso será utilizado no prolongamento já em obras da Linha 5-Lilás, da Estação Largo Treze, em Santo Amaro, até a Estação Chácara Klabin (local de integração com a Linha 2), passando pela estação Santa Cruz (integração com a Linha 1). Com a conclusão dessas obras, em 2015, a Linha 5 terá 19,9 km de extensão e 17 estações, com estimativa de atender 770 mil passageiros diários.

A Linha 5 contará, futuramente, com mais uma ampliação já prevista: da estação Capão Redondo até o bairro de Jardim Ângela. O novo trecho prevê  3,7 quilômetros de extensão e três estações: Parque Santo Dias, São José e Jardim Ângela.

Fonte: Metrô de São Paulo

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Obra do metrô vara madrugada e vai parar no Ministério Público

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Vizinhas das futuras estações Adolfo Pinheiro, Brooklin e Moema, por exemplo, dizem que britadeiras "chegam a estremecer casas"; incômodo pode gerar ações judiciais

Da janela do seu quarto, o analista de marketing Felipe de Andrade da Silva pode ver as obras de expansão da Linha-5 Lilás do Metrô. E ouvir, mesmo no meio da noite. O problema, sobretudo entre 22h e 7h, afeta o entorno de pelo menos 6 das 11 estações que devem ser entregues até 2015. O Metrô admite a necessidade dos três turnos, mas o Ministério Público do Estado já abriu investigação para verificar se há alguma irregularidade.

A reportagem encontrou queixas de vizinhos das futuras paradas Adolfo Pinheiro, Alto da Boa Vista, Borba Gato, Brooklin, Moema e AACD-Servidor. As reclamações vão desde funcionários conversando a britadeiras, que chegam a estremecer casas. É o que ocorre na rua Conde de Itu, na zonal sul de São Paulo, conforme o relato de Silva.

"A obra funciona 24 horas. É sem dormir. Por mais que você coloque tampão, o barulho vaza". diz. Com a vinda dos caminhões, o analista instalou uma janela antirruído, mas de nada adiantou. Nesta semana, Silva está afastado do trabalho para tratar dos olhos, que segundo ele acumularam água embaixo da retina por noites mal dormidas nos últimos quatro meses. "É um processo que vem com o estresse. Acho que perdi dez anos em meses."

Quando Silva foi procurar o Programa de Silêncio Urbano da Prefeitura (Psiu) para denunciar a situação, o órgão informou que não poderia ajudar por se tratar de uma obra pública. Tentou também o Ministério Público e a própria Companhia do Metropolitano de São Paulo, sem nenhuma solução. Indignado, resolveu alugar seu imóvel, pegar sua mulher e ir em novembro morar na Áustria. "O desânimo foi geral."

Para o especialista em Direito Administrativo Daniel Gabrilli, esse tipo de incômodo deve levar a ações judiciais. "O morador pode processar a concessionária por danos morais." Segundo o professor de Direito Civil da PUC e diretor do Instituto de Direito Privado, Ragner Vianna, há direitos básicos a serem assegurados.

"O direito de vizinhança protege três cláusulas gerais: a do sossego, a da segurança e a da saúde." Já no caso de um dano material, como a rachadura na estrutura de uma casa ou a queda de um muro, o responsável pela obra deve ressarcir o morador imediatamente.

Com tantas reclamações de vizinhos, o Ministério Público do Estado iniciou um inquérito civil sobre o nível de som emitido. De acordo com o promotor José Ismael Lutti , serão feitos testes para saber se os ruídos nas zonas residenciais passam de 50 decibéis, das 7h às 22h, e de 45 decibéis, das 22h às 7h. O barulho de 45 decibéis é equivalente ao som produzido por um ar-condicionado ligado.

No apartamento do administrador Marcos Zapatel, de 30 anos, no fim da avenida Santo Amaro com a João Dias, é assim que ele descreve o chiado com que tem de conviver pela madrugada todos os dias. "É um movimento contínuo de motor, uma coisa insuportável. Entrei no site do Psiu e nada responderam."

Prefeitura

Procurada, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras declarou que vai, por meio do Psiu, "enviar um ofício aos responsáveis pela obra do Metrô, relatando os transtornos". No entanto, o órgão não tem autoridade para impor multas a obras públicas e só registra queixas sobre locais privados. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

IG

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SP disponibiliza minuta do edital da PPP da Linha 6

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A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) disponibilizará nesta segunda-feira (22/10) a minuta do edital da concessão patrocinada para a prestação de serviços públicos de transporte para a Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo.  A Parceria Público Privada (PPP) engloba a implantação, operação e manutenção da nova linha, que terá 34,1 quilômetros de extensão entre a Bandeirantes e a Cidade Líder.

O edital ficará disponível para consulta pública até o dia 21 de novembro, data limite para o recebimento das sugestões.  A minuta do contrato e seus anexos serão disponibilizados o site www.stm.sp.gov.br, no link “PPP Linha 6”.

Revista Feroviária

Metrô apresenta proposta ao sindicato da categoria

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Visando acordo, o Metrô apresentou ao Sindicato dos Metroviários, proposta que abrange os itens PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados) e Jornada/Intrajornada de Trabalho.

No caso da PLR, o Metrô propõe a antecipação do pagamento de 30 de abril para 28 de fevereiro de 2013. Também fica assegurado o pagamento mínimo de R$ 4.140,63, de acordo com o resultado geral do programa, valor que pode representar até cinco vezes o salário nominal, dependendo da faixa salarial.

Em relação à jornada e intrajornada de trabalho, a proposta do Metrô busca a padronização das escalas de trabalho, respeitando as jornadas vigentes de, no máximo, 36 e 40 horas. Foram mantidos os 30 minutos em intervalos remunerados para refeições e descanso, conforme acordo coletivo vigente.

Do Portal do Governo do Estado

Metrô e CPTM ganham integração gratuita na Zona Leste de SP

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O Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizam a partir desta segunda-feira (22) a integração gratuita em mais duas estações. Quem pagava R$ 3 para passar das estações Corinthians-Itaquera e Tatuapé, da Linha 3-Vermelha do Metrô, para as linhas 11-Coral e 12-Safira, da CPTM, pode fazer a transferência de graça em alguns horários.
De segunda a sexta-feira, a integração gratuita valerá das 11h às 15h, e a partir das 21h. Aos sábados, a transferência livre acontecerá a partir das 15h. Já nos domingos e feriados, o serviço será liberado durante todo o dia.
Segundo a Secretaria de Estado de Transportes Metropolitanos, a nova medida tem como objetivo proporcionar economia e mais opções para a população que utiliza o transporte metroferroviário.

Metrô SP tem festival de música a partir desta 2ª

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Como costuma fazer todos dias, o consultor imobiliário Marcos Ferreira, de 21 anos, caminhava apressado pelos corredores da Estação República, do metrô paulistano, para ir ao trabalho no início da tarde de hoje (22). “Normalmente, o metrô é só um lugar de passagem”, disse. Até o próximo dia 27, no entanto, a correria cotidiana do metrô será interrompida pela música produzida por artistas de rua do Brasil e de mais sete países. “Tinha acabado de sair de um trem lotado e fui atraído pela melodia”, declarou. Era a apresentação de chorinho do grupo Trio Labuta, de São Paulo.

A segunda edição do Festival Internacional de Músicos de Metrô traz, a partir de hoje (22), 19 atrações de Barcelona, Londres, Montreal, Moscou, Nova York e Paris, além de músicos paulistanos. Eles vão se apresentar nas principais estações da capital paulista em dois turnos: das 12h às 14h e das 16h às 18h. “Muda o dia ver uma apresentação assim, principalmente porque a gente vive no estresse. Vale a pena parar uns minutinhos. Acho que não vou me atrasar”, disse Ferreira, conferindo as horas.

A família da operadora de caixa Valéria Cristina Vieira, de 30 anos, também deu uma parada nas atividades do dia para ouvir a música do grupo. “Estávamos só de passagem”, disse ao lado da mãe e do sobrinho. Valéria, que aproveita o dia de folga, reconhece que seria difícil parar para escutar a música se estivesse a caminho do trabalho. “Só passo correndo por aqui”, declarou. Apesar disso, ela acredita que momentos assim ajudam a aliviar o dia a dia estressante da metrópole.

O casal Renato Dietrich, de 65 anos, e Maria das Graças Soares, de 57 anos, de férias na capital paulista, aprovou a ideia de transformar as estações do metrô em palco para apresentações musicais. “Viemos nos guiando pelo som e tivemos essa boa surpresa”, disse Maria das Graças, que é bióloga. “Ter música no metrô é muito interessante, porque atrai diferentes públicos”, declarou Renato.

Para o músico Thiago Martins Branduliz, de 27 anos, do grupo Trio Labuta, a música em locais de grande circulação é uma experiência diferente também para quem se apresenta. “É uma audição seletiva. As pessoas escolhem parar para ouvir a música que estamos fazendo. É como fazer um pão fresquinho e vender no dia. Para tocar em alguns lugares, a gente precisa esperar até três meses. Na rua, o que a gente produz já é apresentado ao público”, ressaltou. Thiago, que toca flauta e sax, disse que fez a opção de viver somente de música há cerca de três anos.

O Trio Labuta está junto há um ano e prioriza as apresentações em espaços públicos. “Tocamos também em alguns restaurantes, mas queremos levar a música para o cotidiano das pessoas”, disse o violonista do grupo Eduardo Falcão, de 30 anos. Apesar das dificuldades de estar na rua, com pouco retorno financeiro, ele aposta que existem outras formas de recompensar o trabalho. “Tem uma interação com as pessoas. Essa é a maior moeda”, declarou.

As apresentações no metrô ocorrem com os mesmos recursos que os músicos utilizam normalmente: amplificadores de até 60 watts ou baterias elétricas, sem o uso de qualquer fonte de energia elétrica, de acordo com a organização. No final da tarde de hoje, será a vez do grupo The Eastwind, na Estação República.

Para encerrar a semana, todos os músicos do festival irão se apresenta na Praça Victor Civita, que fica ao lado da Estação Pinheiros da Linha Amarela, neste sábado (27), a partir das 17h. A programação completa do Festival Internacional de Músicos de Metrô pode ser conferida no endereço eletrônico http://www.redbull.com.br.

Agência Brasil 

Linha 5 faz 10 anos cada vez mais cheia

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A Linha 5-Lilás, a segunda mais jovem do metrô de São Paulo, completa dez anos de operação com a mesma estrutura física da abertura, mas com uma lotação cada vez maior. De 21 de outubro de 2002, quando foi aberta, até quinta-feira, 310,4 milhões de passageiros - o equivalente à população dos Estados Unidos - circularam pelo "pequeno" ramal, que sempre teve seis estações e 8,4 km de comprimento.

Embora seja nanico perto de outras linhas - a 3-Vermelha, por exemplo, tem 22 km e 18 paradas -, o "metrô do Capão Redondo" não para de crescer em importância. A relevância do ramal deu um salto no ano passado, quando a Linha 4-Amarela passou a se conectar, na Estação Pinheiros, com a 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), integrada à Linha 5 em Santo Amaro.

Com essa ligação, moradores de bairros como Campo Limpo e Santo Amaro ganharam opção um pouco mais confortável e rápida aos saturados corredores de ônibus da zona sul para chegarem à região central.

Não é à toa que, entre 2010 e 2012, a média de usuários na linha por dia útil tenha pulado extraordinários 60% - de 166 mil para 265 mil. Isso para uma frota que permanece inalterada há uma década: sete trens. A demanda vai subir nos próximos anos, com a expansão dos trilhos até a Chácara Klabin, na zona sul.

Presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (Aeamesp), José Geraldo Baião explica que a Linha 5 começou como um projeto da antiga Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa), que operava o que hoje é a Linha 9 da CPTM. "Como essa linha da Marginal do Pinheiros era muito ociosa, decidiram construir mais estações nela." O projeto foi herdado pela CPTM, que o transferiu para o Metrô.

Estadão

21 de outubro de 2012

Metroviários de SP alertam para greve na quarta

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O Metrô paulistano pode parar na próxima quarta-feira (24) segundo o sindicato da categoria. A greve, adiada por conta de pressões do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), tem como reivindicação principal a distribuição justa da Participação nos Resultados (PR). Em carta aberta, os trabalhadores denunciam a “política elitista” do governo do estado. Um assessor da presidência, com salário superior a R$ 20 mil, por exemplo, recebe PR quatro vezes maior de quem ganha R$ 1.225,51.

“O governo do estado é elitista, governa para as classes altas. Essa política é o rebatimento da política do governo na esfera do metrô”, denuncia Sérgio Renato da Silva Magalhães, vice-presidente do Sindicato dos Metroviários.

Outra reivindicação é a jornada de trabalho de 36 horas semanais para os funcionários de turno ininterrupto. Segundo o sindicato, os funcionários do Metrô trabalham um número muito maior de horas, contrariando, assim a Constituição, que institui o limite reivindicado. A categoria também exige equiparações salariais.

A proposta de liberação das catracas no dia da greve é duramente rechaçada nas negociações pelo governo estadual e o próprio Metrô, que alegam impossibilidade administrativa. No entanto, em casos de obras e eventuais contratempos, o governo coloca ônibus gratuitos que fazem os mesmos trajetos das linhas de metrô interrompidas temporariamente.

“Isso é um contrassenso. Colocam mais ônibus nas ruas, provocando muito mais trânsito, mas proíbem a catraca livre. Passagem de ônibus de graça pode, de metrô, não”, critica Sérgio. O Metrô afirmou que apresentaria uma proposta ao sindicato nesta sexta-feira (19). No entanto, na página da internet da entidade há um aviso aos trabalhadores de que a empresa não apresentou.

“Mais uma vez, o Metrô e o governo do Estado romperam a boa fé nas negociações. Eles haviam se comprometido, na reunião realizada no dia 16 de outubro, em enviar por escrito uma proposta para as nossas reivindicações.” De acordo com a entidade, a empresa tinha se comprometido a apresentar proposta oficial até sexta-feira, dia 19 de outubro de 2012, às 12 horas.

“Estamos fazendo todos os esforços para chegar a um bom acordo. Acatamos a proposta do TRT dando o prazo de 20 dias. Mas alertamos que a categoria está preparada para parar
na quarta feira, caso a empresa não mude de atitude”, alerta a categoria.

Com Carta Maior

http://correiodobrasil.com.br

Passageiros poderão fazer de graça transferências entre Metrô e CPTM a partir das linhas 11 e 12

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Benefício vale para passageiros da CPTM e do Metrô das 11h às 15h e das 21h às 24h

A partir da próxima segunda-feira (22), passageiros do sistema metroferroviário poderão fazer a integração gratuita nas estações Corinthians-Itaquera e Tatuapé da Linha 3-Vermelha do Metrô para as linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), e vice-versa.

O benefício valerá das 11h às 15h e das 21h às 24h, de segunda a sexta-feira. Aos sábados, a integração será gratuita nestas duas estações a partir das 15h. Aos domingos e feriados, a medida valerá durante todo o dia.

O objetivo da integração é redistribuir melhor pela rede os passageiros da zona leste, que atualmente só têm a estação Brás para fazer a troca entre os modelos.

Na última segunda-feira (15) começou a valer um desconto para usuários da linha 9-Esmeralda (que liga a zona sul a Osasco, passando pela marginal do Pinheiros). Entre 9h e 10h, em vez de R$ 3, a tarifa custa R$ 2,50 — um incentivo para as pessoas deixarem de usar a linha no horário de pico.

Também na segunda-feira, o Estado começou a pagar a passagem de ônibus de moradores da zona sul que usam o Metrô até a estação Largo 13, da linha 5-Lilás, e descem no terminal Santo Amaro da SPTrans. A medida vai valer até que as obras de expansão da linha Lilás até a Chácara Klabin, na zona sul, fiquem prontas. A previsão de conclusão é 2015.


R7

CTBC pode ser alternativa para diminuir a superlotação do Metrô SP

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  A outra forma de implantar o CTBC, e a mais radical, consiste na troca de todo o sistema de uma vez . Adotada no Metrô de Londres, no ano passado, provocou transtornos no transporte de passageiros, porque interrompeu o serviço nos finais de semana. 

O Brasil escolheu o modelo espanhol. Além de Madri, Londres e São Paulo, o CTBC está sendo adotado pelos metrôs de Nova York, Paris e Singapura. Em breve, deverá entrar em operação no sistema metroviário de Copenhague, na Dinamarca.


 O CTBC se descata  ainda pela segurança e flexibilidade. De acordo com Garrido, o sistema pode ser implantado em qualquer tipo de metrô, com risco mínimo de pane ou de travamento do sistema intercalado.  ```Não existe a possibilidade de revezes. Se surgir um problema técnico em um dos sistemas, o outro permanece em operação.``

Avanços tecnológicos
  Algumas soluções para atender a alta demanda de passageiros já estão sendo utilizando com eficiência por operadoras ferroviárias. Uma delas é o recurso de condução automática, já adotado no Brasil, na Linha 4 Amarela do Metrô de São Paulo. Outra iniciativa visa das Estações. Entre elas, as portas automáticas que controlam o fluxo de passagem nas plataformas e garantem a pontualidade dos trens.

  Reduzir o tempo de parada do trem nas estações é fundamental para melhorar o processo, mais deve levar em conta uma série de variantes que mudam de acordo com o desenho da linha e da estação. Entra nessa avaliação, por exemplo, a distância entre as estações e a largura da plataforma. Em São Paulo, cada Linha de metrô apresenta uma forma específica de operação, assim como em Madri. ``O sistema CBTC possibilita a exploração máxima de cada um desses sistemas´´, diz Garrido.

  A expectativa do setor, a médio prazo, é que haja um investimento em políticas públicas voltadas para a área de urbanista e mobilidade . ´´Os modelos sustentáveis de sociedade tem a proposta de diminuir os deslocamentos longos  desnecessários´´, diz Garrido. Segundo ele, o transporte público deve dar uma solução ao novo conceito de cidade sustentável. ´Essa visão global permitirá que no futuro tenhamos cidades   mais próximas dos anseios dos cidadãos.   Foto Estação Palmeiras Barra Funda



 O CBTC é um sistema de controle automatizado para caminhos de ferro que garante o funcionamento seguro dos veículos ferroviários utilizando comunicação de dados entre várias entidades de controlo que compõem o sistema.
CBTC é um sucessor moderno dos sistemas de sinalização ferroviária tradicional que proporcionam um controle limitado usando circuitos de via, encravamentos e sinais.
tecnologia CBTC faz parte do mesmo campo de convergência de engenharia como a automação dos sistemas de tráfego automóvel. Mesmo que os princípios de controle entre os dois domínios de transporte são bastante diferentes, ambos fazem parte da telemática : um sistema CBTC é baseada em princípios fundamentais, tanto da automação e telecomunicações .

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19 de outubro de 2012

Linha 4-amarela do metrô terá operação especial para show

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A ViaQuatro, concessionária responsável pela linha 4-amarela do metrô, vai implantar amanhã operação especial para atender o público do festival de música Planeta Terra.

O evento será realizado no Jockey Club, na avenida Lineu de Paula Machado, no Jardim Everest, zona sul da capital paulista.

Quem optar por ir ao evento de metrô pode desembarcar na estação Butantã - a 600 metros do portão 6 do Jockey Club, que dará acesso para o festival.

A partir das 23h de amanhã, os usuários devem acessar a estação pela entrada no terminal Butantã. Os acessos da avenida Vital Brasil e das ruas Pirajussara e Bianor estarão fechados. O desembarque será feito somente pela rua Pirajussara.

A ViaQuatro recomenda que os passageiros comprem as passagens ou recarreguem o Bilhete Único com antecedência, para evitar filas na bilheteria.

Por causa do horário de verão, que começa às 0h de domingo, os trens da ViaQuatro, do Metrô e da CPTM vão circular até as 2h, o equivalente a 1h do horário antigo, quando normalmente a operação é encerrada.


http://www.diariodeguarapuava.com.br

Funcionários do Metrô ameaçam greve

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Os funcionários do Metrô ameaçam entrar em greve na próxima quarta-feira, dia 24. A categoria reivindica participação nos resultados igual a todos os empregados.

Os metroviários já haviam prometido parar no dia 4, às vésperas do primeiro turno das eleições, mas a greve foi adiada por 20 dias após o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) orientar o sindicato a tentar uma nova negociação com o Metrô.

Eles também querem a redução da jornada semanal de 40 h para 36 h semanais e igualdade nos salários de quem exerce a mesma função. O Metrô diz que continua negociando. (Folhapress)

Fonte: Diário de Mogi das Cruzes

18 de outubro de 2012

Domingão de manutenção da CPTM altera operação

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Em razão das obras de modernização da infraestrutura, neste fim de semana, a operação de trens na CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos] será realizada com maior intervalo. Confira a programação das intervenções que impactarão todas as linhas do sistema, nos dias 20 e 21.

Linha 7-Rubi [Luz - Francisco Morato]: no domingo, o trecho entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Perus estará fechado. A opção para os usuários será fazer a transferência para a Linha 8, na estação Palmeiras-Barra Funda, seguindo até Domingos de Moraes. De lá partirão ônibus gratuitos para a estação Perus, onde a circulação de trens ocorrerá até Jundiaí. Os coletivos farão paradas para embarque e desembarque somente na estação Pirituba, além das estações de transferência: Domingos de Moraes e Perus.

Linha 8-Diamante [Júlio Prestes-Itapevi]: no domingo, das 8h às 20h, haverá obras no sistema de via, entre as estações Sagrado Coração e Engenheiro Cardoso.

Linha 9-Esmeralda [Osasco - Grajaú]: a partir das 20h de sábado até à meia-noite de domingo, serão substituídos os equipamentos do sistema de energia de alimentação dos trens, no trecho entre as estações Vila Olímpia e Berrini.

Linha 10-Turquesa [Brás - Rio Grande da Serra]: no domingo, das 8h às 17h, as intervenções ocorrerão nos equipamentos de via, entre as estações Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires.

Linha 11-Coral [Guaianazes - Estudantes]: no domingo, das 4h às 15h, serão executados serviços no sistema de energia de alimentação dos trens, na região de Suzano. Intervenções também estão programadas nas vias ao longo da linha.

Linha 12-Safira [Brás - Calmon Viana]: a partir das 23h de sexta-feira até à meia-noite de domingo, o trecho Brás-Tatuapé estará inoperante. Para chegar à estação Brás, os usuários deverão fazer a transferência para os trens da Linha 11, no Tatuapé. A partir das 18h de sábado até à meia-noite de domingo, serão substituídos os equipamentos do sistema de energia de alimentação dos trens, no trecho entre as estações São Miguel Paulista e Jardim Helena-Vila Mara.

Informações: para orientar o usuário sobre essas mudanças temporárias, a CPTM vem divulgando as intervenções por meio de AP [avisos sonoros] emitidos nos trens e cartazes fixados nas estações, além das redes sociais da Companhia. Empregados também estão posicionados para auxiliarem o público.

Desafio: executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Em caso de dúvida, os usuários podem contar com a Central de Atendimento ao Usuário: 0800 0550121.


CPTM

Em São Paulo, Itaim Bibi terá metrô e monotrilho

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Monotrilho da linha 17-ouro do metrô
A linha 17-ouro, que vai conectar, por meio de um monotrilho, o aeroporto de Congonhas ao Morumbi, passará pelo Itaim Bibi, na altura da avenida Roberto Marinho

Na estação Água Espraiada, o monotrilho fará conexão com o prolongamento da linha 5-lilás, que será subterrânea.

Atualmente, o Itaim Bibi não possui nenhuma estação de metrô: apenas duas estações de trem da CPTM (Vila Olímpia e Berrini) e 92 linhas de ônibus, segundo informações da SPTrans.

Quanto estiver pronta, a linha 17-ouro terá cerca de 18 km de extensão e 18 estações. Na primeira etapa das obras, o monotrilho sairá do aeroporto de Congonhas, passará pela avenida Roberto Marinho e irá até a estação Morumbi da linha 9-esmeralda da CPTM. No segundo trecho, o monotrilho cruzará o rio Pinheiros, passando pela Vila Andrade até chegar ao Estádio do Morumbi.

Segundo o Metrô, a linha deverá atender cerca de 252 mil pessoas por dia, e deve começar a operar a partir de 2015.

O investimento será de cerca de R$ 3,2 bilhões, com recursos provenientes dos governos do Estado, do município e empréstimo do governo federal (Caixa e BNDES).

Já o prolongamento da linha 5-lilás tem custo estimado de R$ 6,9 bilhões e deve ficar pronto em 2015.

Folha de SP

Horário de verão começa domingo, com trens até as 2h

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O horário de verão, que começa à meia-noite de sábado, vai alterar o serviço de transporte na capital. A circulação no Metrô e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) será feita normalmente até as 2h de domingo, o equivalente à 1h do horário antigo, quando habitualmente se encerra a operação comercial.

Os relógios das estações do sistema metroferroviário somente serão alterados após o encerramento do expediente. A circulação dos trens será retomada no domingo às 4h na CPTM e às 4h40 no Metrô.

Onze Estados e o Distrito Federal participarão do horário de verão desta vez. Além das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o Tocantins também terá de adiantar os relógios em uma hora no período, enquanto a Bahia - que adotou o novo horário no fim do ano passado - deixa de participar agora. A expectativa de economia é de R$ 280 milhões.

Estatão

Mais estações aceitarão bilhete metropolitano (BOM)

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Até o fim do ano, 19 estações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) permitirão aos passageiros usarem o Bilhete Ônibus Metropolitano (BOM) em suas catracas. Trata-se do cartão empregado desde 2006 pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) em seus ônibus, que fazem rotas intermunicipais. Mas não haverá integração tarifária, ou seja, os usuários não terão descontos.

A ideia é facilitar o acesso das pessoas que usam a EMTU à rede metroviária e ferroviária. A decisão foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado. Por contrato, a medida vigorará pelo menos até 24 de setembro de 2016 e custará R$ 21,4 milhões para ser implementada. A estimativa da EMTU é de que até 500 mil pessoas possam ser beneficiadas. Elas já usam o sistema de metrô e trem, mas precisam comprar uma passagem avulsa ou portar um bilhete único para conseguir passar pelas catracas.

Bilhete mais vantajoso. Mas a nova possibilidade não deverá ser vantajosa para quem ainda precisa pegar um ou mais ônibus da São Paulo Transporte (SPTrans) em seu trajeto. Isso porque o BOM não terá integração com os coletivos municipais, ao contrário do bilhete único.

As estações de metrô onde será possível entrar com o BOM são Tucuruvi e Armênia, na Linha 1-Azul, e Corinthians-Itaquera, Penha, Carrão, Brás e Palmeiras-Barra Funda, na Linha 3-Vermelha. Esta última já tinha algumas catracas com validador.

Na CPTM, as Estações Estudantes, Mogi das Cruzes e Guaianases (Linha 11-Coral), São Miguel Paulista e Comendador Ermelino (12-Safira), Itapevi, Carapicuíba e Osasco (8-Diamante), Caieiras (7-Rubi), São Caetano (10-Turquesa) e Grajaú ( 9-Esmeralda) terão essa alteração. Grajaú já tinha catraca assim desde o começo do ano. As Estações Itaquera, Brás e Barra Funda da CPTM também terão acesso.

Promessa. Em dezembro, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que a expectativa era de que em seis meses os 30 maiores terminais de ônibus da Grande São Paulo com integração com o Metrô ou com a CPTM aceitassem o cartão BOM. E, até o fim de 2012, todas as estações metroferroviárias teriam a dupla aceitação.

Seria, segundo ele, o primeiro passo para o bilhete único metropolitano, promessa de campanha do governador. "Mas a integração dependerá de negociação com todos os prefeitos", ressalvou na época.


Estadão

17 de outubro de 2012

Bibliotecas do Metrô SP e CPTM serão desativadas

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Alternativas à falta de tempo e à dificuldade que paulistanos têm para encontrar espaços para empréstimo de livros, as bibliotecas do Embarque na Leitura, instaladas em estações de metrô e trem, fecharão até o fim deste mês. A informação foi confirmada pelos funcionários do Instituto Brasil Leitor (IBL), idealizador do projeto. O motivo do encerramento, de acordo com o instituto, é a falta de patrocínio há mais de dois anos.

A única que continuará aberta ao público será a da Estação Paraíso, da Linha 1-Azul e 2-Verde do Metrô, que ainda é patrocinada por uma siderúrgica suíça e tem o maior número de usuários inscritos, mais de 20 mil. As demais, das Estações Santa Cecília e Tatuapé, da Linha 3-Vermelha, da Estação Brás, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e do Terminal Sacomã, intitulada de Leitura no Ponto, fecharão o balcão de atendimento ao público no dia 31. Os empréstimos foram encerrados anteontem e as unidades passaram apenas a receber os exemplares cedidos anteriormente.

A professora Bianca Luna, de 32 anos, ficou decepcionada com a notícia. "É uma vergonha isso acontecer. Ninguém colabora com a cultura", desabafou a frequentadora da biblioteca da Estação Santa Cecília.

Leitora de obras espíritas, a operadora de caixa Fernanda Belini, de 33 anos, frequenta a unidade da Estação Tatuapé há seis meses. "Vim aqui para renovar o empréstimo de um livro que consegui ler só até a metade, mas infelizmente não vai dar."

A bancária Elizabeth Melo, de 31 anos, que frequenta o projeto desde o início, em 2004, lembra que já precisou de livros específicos para estudos e os encontrou nas bibliotecas. "É lamentável saber que não poderei contar mais com esse incentivo."

Encerramento. Segundo uma funcionária que não quis se identificar, todos os atendentes serão demitidos até o fim do mês e os livros voltarão para o acervo do Instituto Brasil Leitor. "É uma pena que isso esteja acontecendo." A informação não foi confirmada pela entidade.

O IBL reconheceu que a situação chamou a atenção de possíveis patrocinadores, que poderão viabilizar as bibliotecas novamente. Mas informou que poderia dar mais detalhes.

O Metrô afirma que apoia o projeto com a concessão do espaço para a instalação das bibliotecas e está disposto a manter parcerias com o IBL. A Assessoria de Imprensa da CPTM, que desconhecia o fechamento da biblioteca no Brás, limitou-se a dizer que "fez a cessão de espaço e o IBL administra a unidade".

Jornal da Tarde

CPTM adia entrega de propostas para 65 novos trens

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A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) adiou pela segunda vez a sessão pública destinada ao recebimento dos envelopes para a concorrência de projeto e fabricação de 65 novos trens. Os trens terão oito carros cada, totalizando 520 carros para as linhas da companhia. A licitação é do tipo menor preço.

A nova data será 05 de novembro, às 10h, na Rua Boa Vista, 165, Centro, São Paulo. Marcada para acontecer às 14h do dia 11 de setembro, a entrega foi adiada para 17 de outubro e agora alterada mais uma vez.

O edital está disponível no site da www.cptm.sp.gov.br, no item Licitações.

Revista Ferroviária

Início do horário de verão aumenta em uma hora operação do Metrô e CPTM

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No sábado, data em que relógios serão adiantados, transportes circulam até mais tarde

Com o início do horário de verão, adotado todos os anos por decreto federal, a partir do próximo sábado (20), a rede metroferroviária (Metrô e CPTM) e as linhas de ônibus metropolitanos gerenciadas pela EMTU/SP se preparam para operarem uma hora a mais.

Como os relógios serão adiantados às 24h de sábado, a circulação de trens do Metrô, da Linha 4-Amarela e da CPTM será feita normalmente até as 2h da manhã de domingo (21), o equivalente à 1h do horário antigo, quando habitualmente se encerra a operação comercial das duas empresas.

Os relógios das estações do sistema metroferroviário somente serão alterados após o encerramento do expediente. A circulação dos trens será retomada no domingo, às 4h na CPTM e às 4h40 no Metrô, já no novo horário.

EMTU/SP

Devido ao início do horário de verão, de sábado para domingo, as linhas de ônibus metropolitanos, que normalmente funcionam até a 1h, irão operar até as 2h do novo horário. No domingo as linhas cumprirão a tabela horária normal.

R7

16 de outubro de 2012

Trens ganham a cada dia 5.000 usuários na região

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A cada dia, a Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) ganha cerca de 5.000 passageiros. O itinerário, que liga Rio Grande da Serra ao Brás, na região central de São Paulo, registrou cerca de 23,5 milhões de embarques em agosto e setembro de 2012, contra 21,7 milhões no mesmo período do ano anterior - aumento de 8,4%.

O número de transportados não equivale à quantidade total de pessoas que utilizaram o sistema, já que um mesmo passageiro pode embarcar diversas vezes na linha no decorrer do dia. É o caso de quem usa o trem para ir e voltar do trabalho.

Na avaliação do secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, o crescimento na demanda é reflexo de melhorias no serviço prestado. "A Linha 10 tinha intervalo de seis minutos entre os trens, que caiu para cinco nos horários de pico", explica.

Segundo Fernandes, um dos fatores que permitiram a diminuição no intervalo foi a redução do percurso. Em dezembro, o ponto final da linha, que era na Luz, passou a ser definitivamente no Brás. "Com a mudança, o conforto para quem tinha como o destino o Brás foi substancial. Isso funciona muito na base do boca a boca, porque as pessoas comentam que estão pegando o trem e está melhor."

Segundo a CPTM, no último ano a frota que opera a Linha 10 teve incremento de mais cinco composições. Cada trem tem capacidade aproximada de 2.000 pessoas. A companhia acrescenta que, em 2012, os investimentos para o itinerário são de R$ 165 milhões, para obras de modernização dos sistemas de sinalização, telecomunicação, rede aérea e trilhos. Os dois pátios para trens, próximos à Estação Mauá, estão sendo remodelados.

Em agosto, foi assinado contrato para ampliar e melhorar o suprimento de energia. Para as linhas 7 e 10, o valor investido foi de R$ 117 milhões. Outras 65 composições serão adquiridas para todas as seis linhas da CPTM.

LINHA 18-BRONZE

Jurandir Fernandes afirmou que o processo de elaboração do modelo da PPP (Parceria Público-Privada) para construção da Linha 18-Bronze (Tamanduateí - Alvarenga) está adiantado. "Vamos definir a proposta final em novembro e a nossa intenção é lançar o edital para consulta pública em fevereiro."

Segundo o secretário, se os prazos forem cumpridos, o contrato para início das obras deve ser assinado em junho do ano que vem. A linha deve estar em operação total no fim de 2016.

Usuários criticam superlotação nos horários de pico

Para quem usa diariamente a Linha 10-Turquesa, o aumento no número de passageiros é motivo de insatisfação. "A lotação aumentou. Nos horários de pico tenho que esperar três trens passarem para que eu consiga embarcar", protesta a atendente Nilma Paula Maciel, 32 anos.

O produtor cultural Edson Costa Nunes, 31, mudou os hábitos para evitar o desconforto no trem. "Passei a intercalar com o trólebus e evitar embarcar nos horários em que a demanda é maior."
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Apesar das queixas, a operadora de telemarketing Milena Araújo, 22, reconhece que houve diminuição no intervalo entre composições. "Antes, eu tinha de esperar mais. Em outras linhas, como a que vai para Francisco Morato, o tempo de espera é bem maior", compara.


Fábio Munhoz 
Do Diário do Grande ABC

Falha em freio de trem causa fumaça na Linha 3-Vermelha do Metrô de SP

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Fumaça na Estação República (Foto: Devanir Amâncio/ONG Educa São Paulo)

Homem precisou de atendimento médico na Estação República.
Passageiros usaram roupas para não inalar fumaça.

Uma falha no sistema de freios de um trem afetou a circulação de composições na Linha 3-Vermelha do Metrô, no sentido Corinthians-Itaquera, na manhã desta terça-feira (16), em São Paulo. O problema fez com que fumaça invadisse plataformas e áreas de embarque de estações no trecho.

Segundo o Metrô, o freio de um trem ficou travado na Estação Marechal Deodoro às 10h22. Na continuidade da viagem, o atrito entre o freio preso e a roda do trem acabou provocando fumaça. Na estação República, às 10h35, a composição foi esvaziada, retirada de circulação e entregue para manutenção.

Na estação Marechal Deodoro, funcionários informavam que chegou a ocorrer um "princípio de incêndio" na cabine do primeiro vagão de um trem que seguia no sentido Barra Funda. A fumaça na Marechal Deodoro chegou a ocupar espaços na área de embarque e nas plataformas.

Passageiros relataram ao G1 que houve retenção de usuários na região das catracas na estação Marechal.
Mesmo após a liberação da linha, uma das composições chegou a ficar parada por sete minutos no túnel entre a Santa Cecília e República. Sob reclamações de passageiros por causa da fumaça que invadia a composição, o sistema de som avisou que o trem permaneceu parado para aguardar movimentação de trem que apresentava problema nos freios.

Passageiros tamparam parte do rosto para evitar inalação de fumação na Linha 3 (Foto: Devanir Amâncio/ONG Educa São Paulo)

Após o incidente, na Estação República, onde também houve fumaça, um passageiro que afirmou ter problemas cardíacos precisou de atendimento médico. Ele foi encaminhado por funcionários do Metrô ao pronto-socorro da Santa Casa. Outra pessoas deixaram as composições protegendo o nariz com roupas para evitar a inalação da fumaça

G1

Usuário da CPTM resiste a trocar trem por ônibus gratuito

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Transferência para coletivo tem como objetivo redistribuir melhor os passageiros da rede e desafogar a Linha 9-Esmeralda. Porém, tempo de espera não é atrativo aos usuários

No primeiro dia de gratuidade do ônibus para usuários da Linha 5-Lilás do Metrô e 9-Esmeralda da CPTM, os passageiros ainda estavam perdidos e relutavam em trocar na segunda-feira (15) o transporte sobre trilhos por coletivos. Na Estação Largo 13, onde a baldeação era feita, grande parte dos que usavam o benefício já pegaria ônibus.

"Faço esse caminho todos os dias. Qualquer economia já ajuda, mas é uma pena não termos o mesmo direito na volta", disse Maria de Fátima Gomes, de 46 anos. "Era muito bom para ser verdade", lamentou a técnica em Enfermagem Orlete Carvalho, de 45, ao ser informada por uma funcionária do terminal de que não teria gratuidade, já que pegou o ônibus primeiro.

O objetivo do desconto, segundo o Metrô, é redistribuir melhor os passageiros na rede e tentar desafogar a Linha 9-Esmeralda, mas a demora do ônibus não é um atrativo. De casa para o trabalho, a auxiliar administrativa Grazielli Albino, de 26 anos, demora 20 minutos de trem e metrô. De ônibus, o tempo é cinco vezes maior. "O trem é cheio, mas é rápido. De que me adianta ir sentada no ônibus se não vou conseguir chegar no horário?"

Zona leste

A partir de segunda-feira (15), usuários das Linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM vão poder fazer transferência gratuita com a Linha 3-Vermelha do Metrô nas Estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera. O benefício, porém, só valerá das 11h às 15h e após as 21h, de segunda a sexta-feira, e, aos sábados, a partir das 15h.

Aos domingos e feriados, a integração gratuita estará liberada durante o dia inteiro. A medida, segundo o governador Geraldo Alckmin, é para "gerenciar a demanda". "Ou seja, estimular quem puder pegar o metrô um pouquinho mais tarde." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

15 de outubro de 2012

Linha 4-Amarela completa 1 ano transportando 160 milhões

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A linha 4-Amarela do metrô de São Paulo completa nesta terça-feira seu primeiro ano de operação comercial plena. Há um ano, as estações Luz, República, Paulista, Faria Lima, Pinheiros e Butantã atendem ao usuário de domingo a sexta-feira das 4h40 à meia-noite e sábado das 4h40 até a 1h. Nestes últimos 12 meses foram transportados 160,3 milhões de passageiros, segundo a ViaQuatro, concessionária que opera a linha.

O recorde de movimentação da linha aconteceu na última quinta-feira, véspera de feriado, quando 677 mil passageiros passaram pelas seis estações.

Durante o primeiro ano de operação, os 14 trens da linha 4-Amarela, construídos na Coreia do Sul, fizeram 229.962 viagens e percorreram uma distância de 2,3 milhões de km.

A linha opera com o sistema driverless, que permite operação automática. Hoje, considerando o número de passageiros e de estações, a linha 4-Amarela é a driverless mais movimentada em todo o mundo, com um transporte médio de 110 mil usuários por estação/dia. "Completar o primeiro ano de operação comercial é um grande orgulho para a ViaQuatro, pois representa a superação de muitos desafios", afirma o diretor de atendimento da ViaQuatro, Claudio Andrade.

O primeiro trecho da linha 4-Amarela, entre as Estações Faria Lima e Paulista foi entregue em 25 de maio de 2010. No dia 28 de março de 2011 foi inaugurada a Estação Butantã, a terceira da linha. Em 16 de maio entrou em operação a Estação Pinheiros e, no dia 3 de junho, iniciou-se a integração gratuita com a linha 9-Esmeralda da CPTM.

As duas últimas estações da primeira fase, República e Luz, foram inauguradas simultaneamente no dia 15 de setembro de 2011. Um mês depois, no dia 16 de outubro, a linha 4-Amarela passou a operar em horário integral em suas seis estações.

Na segunda etapa, prevista para ser concluída a partir de 2014, serão entregues as estações Fradique Coutinho, Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. Com a conclusão desta fase, a demanda da linha 4-Amarela é estimada em cerca de 1 milhão de passageiros por dia.

Terra

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Governo anuncia edital de obras de extensão do Metrô até Guarulhos

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Estação final da linha ficará próxima à rodovia Dutra, na divisa SP-Guarulhos

O governo de São Paulo lança, nesta segunda-feira (15), o edital para as obras de extensão da linha 2-Verde do Metrô, que vai interligar o sistema de trilhos até Guarulhos.

A linha, que fará o trajeto Vila Prudente-Dutra, terá a estação final próxima à rodovia Dutra, na divisa com o município de Guarulhos, na Grande São Paulo. Além do edital, o governador Geraldo Alckmin entrega, nesta manhã, quatro novos trens do Metrô à população.

Outra novidade, que será anunciada pelo governador e passará a vigorar na segunda-feira (22), é a integração gratuita, em alguns horários, nas estações do Metrô Corinthians/Itaquera e Tatuapé da linha 3-Vermelha com as linhas 11- Coral e 12- Safira da CPTM.

O benefício valerá de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e também à noite, a partir das 21h. Aos sábados, a integração livre nestas duas estações acontecerá a partir das 15h. Já nos domingos e feriados, a integração gratuita está liberada durante todo o dia.

R7

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Construção da Linha 18 do Metrô gera 3.000 vagas

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A construção do monotrilho da Linha 18-Bronze do Metrô deverá exigir a retirada de 1.382 árvores. As informações constam no Eia/Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) da obra. A quantidade total equivale a quase 70 exemplares suprimidos por quilômetro.

O número pode ser modificado depois da conclusão do projeto executivo, prevista para o início do ano que vem. O traçado terá 20 quilômetros e ligará São Bernardo à Estação Tamanduateí do Metrô, na Capital.

Apesar do número elevado, o documento, elaborado pela empresa Walm Engenharia e Tecnologia Ambiental, informa que nenhuma espécie ameaçada de extinção será retirada. "A supressão não apresenta relevância, por serem espécies nativas, exóticas, comuns e usadas com fins paisagísticos", explica o relatório.

Para mitigar o impacto ambiental, a empresa recomenda ao Metrô o replantio de árvores de maior significância ecológica em áreas próximas ao traçado da linha. Como compensação, a sugestão é que seja plantada vegetação no entorno da Biblioteca Monteiro Lobato, no Centro de São Bernardo, e na Praça dos Andarilhos, em São Caetano.

Para o professor do curso de Engenharia Ambiental da Fundação Santo André Murilo Valle, o número de exemplares retirados não é alarmante, já que a vegetação não está concentrada. "No campus da Fundação, por exemplo, tem cerca de 2.000 árvores. Se o desmatamento fosse todo ali, seria algo grave", compara. Valle alerta, no entanto, que o estudo para a compensação tem que ser bem feito, de forma a minimizar o impacto. "Muitas vezes, o poder público tem mania de replantar em locais distantes, na Serra do Mar, por exemplo. Se a supressão foi aqui, tem que recompor aqui."

O advogado ambientalista Virgílio Alcides de Farias avalia que o principal risco é o de aumentar as ocupações nas áreas de mananciais. "Essa é uma obra de infraestrutura que vai atrair novos moradores e induzir ainda mais os loteamentos em locais preservados. O setor imobiliário vai adorar isso", critica.

Outro risco apontado no relatório é o de alteração na qualidade das águas superficiais e de assoreamento dos corpos hídricos em função do uso de produtos químicos durante a obra e, posteriormente, na operação da linha.

DESAPROPRIAÇÕES

A previsão inicial é que 203 mil metros quadrados de propriedades sejam desapropriados pela obra. As áreas foram divididas em 17 blocos, e não em imóveis individuais. O Eia/Rima aponta que "diversos imóveis passíveis de desapropriação são usados como estacionamentos ou edifícios subutilizados".
Entre os locais que poderão ceder espaço à linha estão parte dos terrenos dos campi da Fundação Santo André e Instituto de Engenharia Mauá, além do estacionamento de um auto shopping no Rudge Ramos, em São Bernardo. O número total de desapropriações pode ser alterado depois da conclusão do projeto executivo. As obras do primeiro lote estão previstas para começar em junho de 2013.

Churrasco em casa do metrô irrita vizinhos

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É noite. A fumaça sobe no Campo Belo, zona sul. Vem do quintal de uma casa desapropriada pelo Estado para construção  da Linha 17-Ouro do Metrô. Mas a fuligem não parte dos serviços de demolição ou soldagem de metais. A origem é uma churrasqueira, comandada por funcionários administrativos da obra. A confraternização deixa indignados vizinhos incluídos na relação de despejo.

O professor de Matemática Thiago Rodrigo Alves Carneiro, de 32 anos, é um deles. Da janela de casa, ele fotografou o último churrasco realizado por empregados da empresa terceirizada contratada para a obra. A festa foi na quarta-feira (10) e, segundo Carneiro, também teve participação de funcionários do Metrô. A companhia estadual não comentou a realização do evento.

"Tinha bastante barulho e fumaça", conta o vizinho, que não concorda com o uso dado pelos funcionários a um imóvel considerado de interesse público. "O que mais nos revolta é imaginar que estão nos pressionando para sair de casa antes mesmo de recebermos o dinheiro (da indenização). Alegam urgência. Aí pegam a casa do lado para fazer churrasco?"

Segundo o professor, a confraternização durou cerca de quatro horas - começou por volta das 18 horas e terminou antes das 22 horas. E não foi a única. Ele diz que outro churrasco já havia ocorrido no local em agosto.

Apelo

Assim como muitos vizinhos, a família de Carneiro, que mora há 40 anos no bairro, trava uma batalha jurídica pelo pagamento de um valor justo na desapropriação. Segundo os moradores, o Metrô paga menos do que o valor de mercado.

Já a advogada do antigo dono do imóvel onde funcionários terceirizados foram flagrados fazendo churrasco, Maria José Santiago Lema Ledesma, concorda que, embora não seja proibida, a promoção de festas no local foge da finalidade da desocupação da casa, antes locada para um escritório. Para ela, a atitude é desrespeitosa. "Enquanto uns estão sofrendo, outros se divertem."

O Metrô informou apenas que o imóvel onde ocorreram os churrascos é usado atualmente "para dar apoio às obras de construção dos pilares". Os funcionários da empresa contratada pelo governo foram procurados pela reportagem, mas se negaram a dar entrevista.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

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As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do blog Diário da CPTM.
Observações:

  • Último trem do terminal de Jundiaí para Francisco Morato tem partida programada às 23h30.
  • A transferência entre linhas é garantida desde que o usuário esteja em sua última estação de transferência até as 00h. Para mais informações, confira o Regulamento de Viagem. ​​​​
De domingo a 6ª feira, das 4h à meia-noite, e aos sábados das 4h à 1h (sentido único, do centro de São Paulo para os bairros e municípios da Região Metropolitana).